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27/01/2012 - 18:50

Saiba quem faturou o Prêmio Governador do Estado 2011

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Luis Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"O Jardim", da Cia. Hiato, vencedora na categoria Teatro

SÃO PAULO – A produtora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Renata de Almeida, foi o grande Destaque Cultural escolhido pelo júri do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2011. Ela recebe o prêmio de R$ 100 mil da Secretaria de Estado da Cultura pelo conjunto do seu trabalho. Desde 1990, junto com seu marido Leon Cakoff, que faleceu no ano passado, ela é responsável pela seleção de filmes e programação da mais conhecida mostra cinematográfica do País e uma das mais importantes do mundo. O Prêmio foi entregue na noite da última terça-feira (24) em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes.

O Prêmio Governador 2011 distribuiu mais sete prêmios em dinheiro, no valor de R$ 60 mil cada, para os vencedores do júri das outras modalidades: o artista plástico Fernando Lemos, pela exposição Lá & , na modalidade Artes Visuais; Marco Dutra e Juliana Rojas na modalidade Cinema, pelo filme Trabalhar Cansa; em Circo, Roger Avanzi, com seu personagem Palhaço Picolino; a companhia Ballet Stagium, em Dança, pelo espetáculo comemorativo dos seus 40 anos; Sérgio Vaz na modalidade Inclusão Cultural, com seu trabalho na Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa); Suzana Salles, no prêmio de Música, pela realização da Semana da Canção Brasileira de São Luiz do Paraitinga; e a Cia. Hiato, em Teatro, com o espetáculo O Jardim.

No total, o Prêmio Governador 2011 entregou R$ 520 mi Leia mais »

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25/11/2009 - 07:14

SP Escola de Teatro abre as portas nesta quinta-feira

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

Ivam Cabral, diretor-artístico da <i>SP Escola de Teatro</i>

Ivam Cabral, diretor-artístico da SP Escola de Teatro

 

O relógio anda pelo avesso e as expectativas avançam a passos largos. Nesse ritmo escorre o tempo dos envolvidos com a SP Escola de Teatro, pertencente ao governo de São Paulo,  que abre suas portas para o público paulista, nesta quinta-feira (26), com um ciclo de conferências, cujo objetivo é apresentar cada um dos cursos regulares que serão oferecidos: Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Humor, Dramaturgia e Técnicas de palco CLIQUE AQUI para saber mais sobre as disciplinas que têm direção pedagógica de Alberto Guzik).

 “Temos dois tipos de formação: regulares e de difusão. Os cursos regulares têm 2 anos de duração; os de difusão, 64 horas por semestre (aulas uma vez por semana, durante 4 meses). Estes cursos são apoiados nas mais contemporâneas tendências da pedagogia, estruturados em módulos e unidades de formação que visam investigar, refletir e permitir aos alunos a conquista do processo criativo de saber-fazer, que resulta no processo de saber-ser”, explica o ator, dramaturgo e roteirista, um dos fundadores da companhia teatral Os Satyros, Ivam Cabral, diretor artístico da escola (CLIQUE AQUI para ver a equipe completa da SP Escola de Teatro). 

Hoje um coquetel para convidados pretende abrir, em clima festivo, para a classe teatral, amigos e demais formadores de opinião. A SP Escola de Teatro, mas as aulas devem começar apenas em fevereiro, quando as pequenas arestas da reforma do prédio do Brás, onde funcionou por diversos  anos a Oficina Cultural Amacio Mazzaroppi. A Mazzaroppi não encerrou suas atividades para ceder espaço a Escola, mas a abriga enquanto a sede – que será num prédio na Praça Roosevelt – está em obras. Leia mais »

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03/11/2009 - 20:51

Aplauso Brasil faz parceria com o site português Estado do Crítico

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Jorge Louraço Figueira é, entre outros, crítico teatral do jornal Público, Porto (PT)

Jorge Louraço Figueira é, entre outros, crítico teatral do jornal Público, Porto (PT)

 

A partir deste artigo, está firmada a parceria entre os sites Aplauso Brasil, de Michel Fernandes, e Estado do Crítico, de Jorge Louraço Figueira, do Porto, em Portugal, iniciando assim, nossa incursão participação efetiva no fomento da discussão da cena de países que, em comum, têm a língua portuguesa como língua-pátria.

 

 

Uma escadaria no centro do palco, um conjunto de quatro músicos no canto superior esquerdo, inúmeras plantas espalhadas pela cena e, no ponto alto, um grupo de coristas fazendo oitos e saindo graciosamente. Normalmente é isto que acontece. Mas hoje, por alguma razão que desconhecemos, é uma noite diferente, e o palco está vazio. Nem sequer veio o apresentador que costuma dizer umas piadas para aquecer o público. Ou pelo menos é o que nos conta o actor dos Forced Entertainment, vestido com um fato de treino preto e um capuz onde pintaram um esqueleto. Este saco de ossos entra em cena como se, surpreendido pelo vazio do palco, tentasse explicar o que aconteceria. A dada altura, entra no palco uma actriz que insiste em fazer a sua grande cena de morte, a despeito de nada do previsto estar em cena e nenhum dos outros participantes no espectáculo ter aparecido. Provavelmente a representação foi cancelada porque a actriz morreu em cena e ainda não se apercebeu, o seu espírito permanecendo em palco para sempre, apenas acompanhado desta figura jocosa da morte enquanto mestre-de-cerimónias.

CLIQUE AQUI para ler o artigo completo.

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