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08/04/2010 - 23:06

Beth Goulart interpreta Clarice Lispector

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Michel Fernandes, Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Beth Goulart interpreta Clarice Lispector

Ela acaba de receber o Prêmio Shell de Teatro, edição do Rio de Janeiro, por sua pungente interpretação da escritora Clarice Lispector no monólogo Simplesmente Eu, Clarice Lispector, em que ela assina, também, a adaptação do texto e a direção, supervisionada por Amir Haddad, cuja estreia paulistana será nesta sexta-feira (9), 19h30, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo.

Depoimentos, trechos de entrevistas e cartas de Clarice serviram de material para que Beth construísse o texto que, além da própria Lispector, traz à cena personagens criadas pela escritora dos romances Perto do Coração Selvagem, Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, além dos contos Amor e Perdoando Deus. Leia mais »

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05/04/2010 - 19:01

O Rei e Eu, de Takla, transborda maturidade cênica

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Os filhos do rei do Sião são ensinados pela inglesa Anna

O velho estigma que sempre perseguiu o teatro musical como mero, senão vulgar, entretenimento, fulminado sem dó como antítese de arte, cai por terra diante da monumentalidade de uma montagem como esta em cartaz no Teatro Alfa, O Rei e Eu, que tem desafiado a crítica na reciclagem de superlativos usualmente recorridos diante da excepcionalidade.

De perene carreira mundial desde o distante ano de 1951, quando lançado na Broadway,  com Yul Brynner e Gertrude Lawrence, este musical dramático (mas, bem humorado) foca um rei – Mongkut – bom, inteligente e fascinado por ciência e tecnologia, em dificuldades por acusação de práticas escravagistas (seculares) no relacionamento com o seu povo. Mas, lá no seu distante Sião (hoje, Tailândia), no anseio de ensinar aos seus inúmeros filhos as práticas educacionais e etiquetas de convívio em sociedade, o Rei contrata professora inglesa para esse serviço. Isso, no fim do século 19, a partir de uma fantasiosa (porém, deliciosamente crítica) autobiografia de Anna Leoowens (a professora), que até hoje não é bem encarada pelas autoridades tailandesas.

E aqui, um nome precisa ser devidamente valorizado:

o do produtor e diretor Jorge Takla, um raro caso de homem culto, inteligente, de bom gosto…e rico! Leia mais »

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16/03/2010 - 12:04

Veja uma galeria de fotos do musical O Rei Eu

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Superprodução musical dirigida, por Jorge Takla, tem belíssimos figurinos de Fábio Namatame e cenografia de Duda Aruk.

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26/02/2010 - 15:51

O Rei e Eu em superprodução dirigida por Jorge Takla

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Superprodução musical O REI E EU estreia no Teatro Alfa

Superprodução musical O REI E EU estreia no Teatro Alfa

Após temporadas bem-sucedidas de público e crítica com musicais como My Fair Lady e West Side Story, a Takla Produções apresenta pela primeira vez no Brasil o musical O Rei e Eu, de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II (A Noviça Rebelde). Dirigido por Jorge Takla e com direção musical do maestro Jamil Maluf, O Rei e Eu estreia em São Paulo no próximo sábado (27), no Teatro Alfa e cumpre temporada até 08 de agosto, com sessões de quinta a domingo.

A montagem nacional chega com a versão assinada por Cláudio Botelho, o que já demonstra um traço qualitativo do espetáculo. Cabe ao ator Tuca Andrada o papel do Rei e a atriz Cláudia Netto o da professora de inglês, Anna. Ainda no elenco, estão a cantora lírica Luciana Bueno, interpretando Lady Thiang, mãe do príncipe herdeiro, Luciano Andrey, Bianca Tadini, Daniela Vega, Mauro Sousa, Ubiracy Brasil, Adalberto Halvez, Gustavo Lassen, Fábio Barreto, Newton Saiki, Daniel Paulin, Renan Cuisse e Júlio Oliveira, além de outros 50 atores, sendo 15 crianças, acompanhados por uma orquestra de 22 músicos, conduzidos por Jamil Maluf.

No palco, o Sião do século 19 inspira os dez cenários idealizados por Duda Arruk. O espetáculo conta ainda com 550 figurinos orientais e ocidentais de Fábio Namatame e o visagismo assinado pelo célebre maquiador Duda Molinos. Já Tânia Nardini, que assina a coreografia, viajou a Bangkok para pesquisa de danças, modos e costumes da Tailândia.  As coreografias de O Rei e Eu são,em sua maioria, inspiradas no original de Jerome Robbins. Leia mais »

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02/02/2010 - 17:46

Diretores veteranos celebram elegância cênica

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (afonsogentil@aplausobrasil.com)

Com texto de Neil Simon, comédia está em cartaz no Teatro Folha

Com texto de Neil Simon, comédia está em cartaz no Teatro Folha

Nocauteando uma considerável porção de renitentes, presunçosos e bisonhos adeptos de última hora do processo colaborativo (aquele em que todos dão palpites, geralmente, para o desastre final), método “moderno”, “contemporâneo” de uma montagem teatral, tão em voga ultimamente, para, é bom acrescentar, suplício do público bem informado e bem formado e da crítica mais atenta às investidas estéreis dos sem-talento contra (ora veja!) a competência hegemônica, desde sempre, dos espetáculos onde um diretor congrega e comanda toda a sua equipe para servir às idéias do autor eleito, os  experientes diretores Celso Nunes e José Rubens Siqueira  retornam com dois magníficos exemplos de elegância cênica: Estranho Casal e O Inferno Sou Eu, respectivamente.

Estes dois espetáculos elegantes (como elegância leia-se competência, bom-gosto, equilíbrio técnico-artístico, garbo e todos os demais sinônimos do Aurélio), livram-nos do pesadelo da lembrança do “colaborativo” mais recente, o abominável e irritante DDP-4469, visto em dezembro, mas ainda ocupando o mítico palco do Teatro de Arena, tornando a Funarte uma vítima involuntária e distraída da incompetência do “coletivo” contemplado para usar o espaço. Leia mais »

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