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02/02/2012 - 18:23

Bárbara Paz volta ao palco paulistano com Hell

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Teatro Eva Herz recebe montagem

Ao lado de Paulo Azevedo e dirigida pelo marido, Hector Babenco, a atriz iniciou nova temporada na cidade da peça, uma adaptação do romance de Lolita Pille, que faz um retrato ácido da juventude rica, consumista e sem ideais dos nossos tempos

SÃO PAULO – Para abrir a programação do ano do Teatro Eva Herz, retorna à cidade, depois do sucesso no ano passado e de uma temporada no Rio, a peça Hell, primeira adaptação para o teatro do romance da escritora francesa Lolita Pille, que se tornou best-seller em diversos países.

Hector Babenco e Marco Antônio Braz adaptaram o livro, condensando a trama em apenas dois personagens, Hell e Andrea (interpretados por Bárbara Paz e Paulo Azevedo), que representam a juventude rica e consumista de Paris deste início de século.

Bárbara Paz dá vida à Hell

Preocupados unicamente com o supérfluo (consumo de roupas e objetos de grife) e baladas regadas a sexo, álcool e muita droga, o casal cai numa emboscada: eles se apaixonam. No entanto, como ambos não sabem lidar com os verdadeiros sentimentos e são frutos de uma sociedade competitiva em que os jovens são educados sem limites e ideais, as chances são maiores para a autodestruição do casal do que para a concretização da relação amorosa. Leia mais »

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30/01/2012 - 17:58

Teatro Eva Herz apresenta Nise da Silveira – Senhora das Imagens

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Nise da Silveira". Com Mariana Terra. Foto de Rafael Viana

SÃO PAULO – Para celebrar os 60 anos do Museu de Imagens do Inconsciente, – criado por Nise da Silveira, cuja origem se deu nos ateliês de pintura e de modelagem da Seção de Terapêutica Ocupacional do Centro Psiquiátrico Pedro II (Rio de Janeiro – 1946), o Teatro Eva Herz apresenta Nise da Silveira – Senhora das Imagens.

Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, Brasília, Alagoas e Espírito Santo, a peça, que une teatro, dança, canto, projeção de imagens e pantomima, chega pela primeira vez a São Paulo e revela ao grande público a história de uma das mulheres mais importantes do século 20: Nise da Silveira, médica psiquiatra alagoana que virou referência no tratamento da esquizofrenia no Brasil ao implantar ateliês de pintura em hospitais psiquiátricos, contrapondo-se aos polêmicos tratamentos com eletro choque aplicados nos pacientes, tipo de método vigente na época. A partir dos trabalhos artísticos surgidos desse processo, Nise iniciou um estudo profundo das expressões simbólicas das pinturas para penetrar no universo do inconsciente de cada um deles, o que, talvez, tenha sido o seu grande triunfo.

“A força daquela mulher revolucionou a psiquiatria através da arte e de um processo mais humanitário de cura, de um olhar para o seu semelhante, que não fosse um olhar tão duro, um olhar tão científico, mas um olhar de amor ao próximo”, explica o diretor Daniel Lobo. Leia mais »

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25/10/2011 - 00:41

Oswald de Andrade inspira musical protagonizado por Renato Borghi

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Mauricio Mellone* (aplauso@gmail.com)

Patrícia Gasppar e Renato Borghi em "Que Rei Sou Eu?"

Com roteiro e direção de Elias Andreato, o espetáculo Que Rei Sou Eu? traz músicas de diferentes épocas recheadas com textos do mestre do modernismo. Renato Borghi divide o palco com Patrícia Gasppar e o maestro Jonathan Harold

De maneira despretensiosa, Elias Andreato criou o musical Que Rei Sou Eu? para reverenciar o teatro musical brasileiro, tão criativo e popular nos anos 30 e 40 do século passado. No roteiro, escrito especialmente para o ator Renato Borghi que está completando 53 anos de carreira, Elias mescla textos poéticos e irônicos inspirados na obra do modernista Oswald de Andrade com mais de 20 músicas de diversas épocas, todas tendo como foco o povo brasileiro e sua cultura. No palco aconchegante do Teatro Eva Herz, Renato com figurino estilizado de um monarca divide as canções com Patrícia Gasppar e o maestro Jonathan Harold, que assina a direção musical e os arranjos.

Intitulado como musical antropofágico, o início é justamente com a canção Que Rei Sou Eu, de Francisco Alves, que dá nome ao espetáculo. Numa cadeira que tem a função de trono, rei Renato vai discorrendo textos irônicos e poéticos que retratam o povo brasileiro e nossa história. Leia mais »

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13/09/2011 - 21:27

CataDores: dois palhaços provocam reflexão

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Maurício Mellone* (aplauso@gmail.com)

Paulo Gorgulho e Jairo Mattos, ao lado do maestro Marcello Amalfi, voltam a encenar o espetáculo de Cláudia Maria de Vasconcellos que conta a história de dois palhaços que questionam o sentido da vida

Até 9 de outubro o Teatro Eva Herz traz de volta à cidade a fábula CataDores, da premiada dramaturga da nova geração, Cláudia Maria de Vasconcellos, com direção de Jairo Mattos, que divide o palco com Paulo Gorgulho e o maestro Marcello Amalfi, que não só compôs a trilha sonora como participa em cena como um músico ambulante que tem diversos instrumentos grudados ao corpo e pontua o espetáculo.

Palhaços fazem rir, mas estes dois, mesmo maquiados e bem caracterizados, fazem o público refletir sobre a vida cotidiana e rotineira.

Desde a cena inicial a autora já dá o tom de sua fábula — que ela define como existencial para dois palhaços: o velho palhaço vivido por Paulo Gorgulho resolve extirpar as causas de suas dores, arrancando os calos, a corcunda, o bigode e troca os cabelos brancos por uma cabeleira negra. Vira um rapaz forte e bem disposto! Sua relação com o companheiro começa a modificar, mas eles continuam a caminhada, catando papéis pela vida.

Num cenário que lembra o circo (eles giram em círculo enquanto trabalham/vivem), não só os atos são repetitivos, mas os sentimentos e os pensamentos. A rotina da vida é reproduzida em cena e é exatamente essa rotina que num determinado momento o velho/novo palhaço questiona o amigo. Leia mais »

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31/08/2011 - 18:06

Uma Relação Tão Delicada

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Daniela Galli e Tania Bondezan em "Ciranda"

Ciranda é a confirmação de Célia Forte como um dos nomes mais expressivos da dramaturgia brasileira contemporânea. Em sua segunda obra teatral (Célia é autora do sucesso Amigas, Pero No Mucho) ela demonstra a capacidade de trabalhar muito bem com recursos sofisticados da escrita teatral.

O cerne da peça está na relação de Lena e Boina, mãe e filha que vivem um relacionamento às turras. Boina é uma executiva sóbria, que condena o comportamento da mãe, Lena,uma mulher libertária, tal qual uma hippie da década de 1970. A partir deste mote Célia, além de abordar os conflitos familiares, faz um belo inventário poético sobre os que lutaram contra a ditadura militar brasileira. Leia mais »

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29/07/2011 - 13:33

Célia Forte faz uma Ciranda na vida de mãe, filha e neta

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Com Tania Bondezan e Daniela Galli e direção de José Possi Neto, novo texto da jornalista e dramaturga mostra como o destino pode aprontar ciladas em nossas vidas

Daniela Galli e Tania Bondezan em "Ciranda"

Um retrato do universo feminino tendo como foco 15 anos na vida de três mulheres da mesma família, a mãe, sua filha e a neta. Esse o argumento da nova peça de Célia Forte, Ciranda, em cartaz no Teatro Eva Herz até 28 de agosto, com Tania Bondezan e Daniela Galli dando vida a essas três mulheres de gerações distintas.

Nesse segundo texto teatral, Célia Forte debruça-se novamente sobre o mundo feminino. Se em Amigas, pero no mucho a rivalidade entre quatro amigas (interpretadas por atores) era o mote central, dessa vez a essência da discussão fica para as diferenças de visão de mundo entre mãe e filha e como o destino provoca verdadeiras cirandas na vida das pessoas. Leia mais »

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03/06/2011 - 21:51

Cia. O Grito estreia 1001 Fantasmas no Teatro Eva Herz

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Alessandro Hernandez e Teca Spera em "1001 Fantasmas"

Dirigidos por Roberto Morettho, os atores Alessandro Hernandez, Léia Rapozo, Pedro Schwarcz e Teca Spera, dão vida às personagens do livro  1001 Fantasmas, de Heloísa Prieto (Cia. das Letras),que dá nome ao espetáculo que estreia neste sábado (4), 17h30, no Teatro Eva Herz.

Na montagem, um grupo de crianças se une para enfrentar dois caça-fantasmas que querem sugar a boa energia dos seres do mundo visível e invisível. Para combatê-los, elas recorrem à força da Sociedade Secreta 1001 Fantasmas, formada por crianças e adultos que ainda conseguem enxergar os mistérios e as belezas da vida.

Vitor Aligheri é um menino que vive numa cidade grande e mora com os pais. Um dia, chega à sua casa o Tio Ademar e fatos inexplicáveis começam a acontecer. De um momento para o outro, o garoto se vê sozinho e em apuros. É então que ele encontra um anúncio de jornal sobre a Sociedade Secreta 1001 Fantasmas e decide escrever uma carta pedindo ajuda. Quando chega a resposta, Vitor descobre um novo mundo, cheio de mistérios e segredos. Leia mais »

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16/05/2011 - 21:12

Édipo pra lá de surpreendente

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Eucir de Souza é Édipo

Édipo é uma tragédia especial, à medida em que é a primeira obra de arte de suspense, escrita por um dos maiores gênios da antiguidade grega,  Sófocles, baseada em mitos de sua época. Édipo Rei é o único caso bem sucedido, que se conhece, em que o investigador e o criminoso são a mesma pessoa.

Já houve autores que tentaram a mesma façanha, como é o caso de A Criança Enterrada, de Sam Shepard, que recebeu o Prêmio Pulitzer. Pois Elias Andreatto ousou fazer uma adaptação do texto grego, reduzindo-o a setenta minutos nos quais consegue envolver o público nos conflitos do personagem original. Transformou a história num texto de cunho realista, onde o coro grego é substituído por sanfonas, com resultado ótimo. Só vendo pra crer. Leia mais »

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04/05/2011 - 17:44

Vem aí: Regina Braga volta à Elizabeth Bishop

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Regina Braga como Bishop - Foto: Joao Caldas

A estreia paulistana da tragédia grega Édipo, de Sófocles, adaptada e dirigida por Elias Andreato, além de confirmar a qualidade apresentada no Festival de Curitiba (CLIQUE AQUI para ler a matéria) anunciou a próxima atração: o monólogo Um Porto Para Elizabeth Bishop, interpretado por Regina Braga, ganha nova temporada a partir do próximo dia 13.

Escrito por Marta Góes e dirigido por José Possi Neto, o espetáculo fala sobre a poetisa norte-americana que ganhou o Pulitzer de poesia (1956) com um livro escrito quando morava no Brasil. A montagem da peça conta com 10 anos de distância. De 2001 pra cá, cresceu aqui no Brasil o prestígio da autora, que foi casada com a brasileira Lota Macedo Soares, urbanista autodidata responsável pela obra do Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro. Intelectual, Lota era amiga da elite e de políticos – foi coordenadora geral de obras na gestão do governador Carlos Lacerda.

Ficha técnica – De Marta Goes. Direção de José Possi Neto. Assistente de Direção:Mônica Sucupira. Com Regina Braga. Cenógrafo: Jean Pierre Tortil. Iluminador: Wagner Freire. Trilha Sonora: George Freire. Figurinista: Lu Pimenta. Visagismo: Fabio Namatame. Direção de Produção: Brancalyone Produções Artísticas (Edinho Rodrigues e Elza Costa). Realização: Ágora Produções Teatrais e Artísticas. Assessoria de Imprensa Arteplural Comunicação.

UM PORTO PARA ELIZABETH BISHOP – Estreia dia 13 de maio, às 21 horas, no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura – Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073, Metrô Consolação.Temporada: sextas e sábados às 21h e domingos às 19h. Até 26 de junho. Bilheteria: (11) 3170-4059      . De segunda a sábado, das 14 às 21 horas e aos domingos e feriados, das 12 às 20 horas. Ingressos à venda pela Internet: www.teatroevaherz.com.brouwww.ingresso.com.brVendas/Call-center: 4003-2330. Ingressos– R$ 40,00 (sexta) e R$ 50,00 (sábado e domingo). Compras pelo sistema da ingresso.com, funciona da seguinte maneiraCall-center:(adicional de 20%) Inteira: R$ 60,00 – Meia: R$ 30,00. Internet: (adicional de 15%) Inteira: R$ 57,50 – Meia: R$ 28,75. Os ingressos são retirados na bilheteria do próprio teatro. Formas de pagamento: dinheiro e todos os cartões de débito e crédito – não aceitam cheque.Classificação etária: a partir de 14 anos. Duração: 70min. Capacidade do teatro:166 lugares.

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19/04/2011 - 22:29

Evita é um musical imperdível

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Paula Cappovila dá vida à Eva Duarte Perón no musical "Evita"

Diferente dos musicais que têm sido encenados por aqui, Evita é totalmente cantado. É uma espécie de ópera popular de muito bom gosto. Conta história da mulher de Juan Perón em detalhes peculiares. Dirigida pelo consagrado Jorge Takla (My Fair Lady; O Rei e Eu, West Side Story), Evita inova seu estilo, apresentando filmes e slides ao fundo, com extrema competência. Dá saudade de Buenos Aires, mesmo sendo da década de 1950. Mas o grande acerto do musical assinado por Tim Rice e Andrew Webber, em sua versão brasileira (de Cláudio Botelho), são os atores maravilhosos que o protagonizam.

O carisma de Paula Capovilla é assombroso. Impossível deixar de admirá-la e de embarcar em suas ações (ainda que cantando o tempo todo). Ela consegue uma empatia total com a plateia.  

Fred Silveira, quem interpreta Che Guevara, também impressiona muito. Todo mundo sabe que Che nasceu na Argentina, mas teria ele participado da política do país na época? Não se sabe. De todo modo, colocá-lo como narrador e, por vezes, comentando as situações se mostrou um ideia brilhante na medida em que a peça se exime de criticar ou de elogiar a atuação dos caudilhos do período (também tivemos Vargas). Leia mais »

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