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01/08/2012 - 19:35

Mais de duas décadas de A Partilha comemorados com remontagem

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella assina a direção da peça que o projetou como um dos nomes mais significativos da dramaturgia contemporânea brasileira

RIO DE JANEIRO  – Foi no dia 30 de maio de 1992. Era uma sessão de Sábado. O local era o hoje desativado e abandonado Teatro da OSPA, em Porto Alegre. Eu tinha 13 anos e tive o privilégio de assistir A Partilha, de Miguel Falabella. Já admirava e muito a carreira de Miguel. Sereias da Zona Sul, que eu assisti em 1989, onde Falabella brilhava ao lado de Guilherme Karam fez eu me tornar um espectador cativo de teatro.

Com A Partilha o encantamento não foi diferente. A história das quatro irmãs que se encontram no velório da mãe (Na primeira cena, quando as quatro estão em volta do caixão havia uma hilária participação em off de Jacqueline Laurence. Será que na nova montagem terá?) me fez rir muito e também ir às lágrimas especialmente, na cena em que Laura (interpretada por Thereza Piffer) revela para as três irmãs que é homossexual e o sofrimento que passou com a morte de sua companheira. Leia mais »

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25/06/2012 - 23:14

Marília Pêra e Miguel Falabella juntos em musical

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Marília Pêra

SÃO PAULO – Até quarta-feira (27), os atores, cantores e bailarinos inscritos, participam das audições paulistanas do novo espetáculo musical que trará ao centro do palco os atores Marília Pêra e Miguel Falabella, Alô, Dolly!, com estreia prevista para outubro, no Rio de Janeiro.

A superprodução, que traz em seu currículo versões premiadas, tanto na Broadway, quanto no cinema, conta a história de Dolly Levi (Marília Pêra), uma viúva casamenteira que acaba se apaixonando por um de seus clientes, Horace Vandergelder

Miguel Falabella

(Miguel Falabella), já este quer se casar com uma chapeleira. Então ela arma um plano que faz com que a chapeleira se apaixone por Cornelius Hackl, um empregado de Vandergelder, fazendo que o caminho fique livre para que Dolly seduza o comerciante Horace Vandergelder.

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01/03/2012 - 21:49

Marcos Tumura e Cabaret despedem-se de São Paulo

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

'Salut' "Cabaret"

SÃO PAULO – Amantes do bom teatro musical tem a última chance de assistir ao musical Cabaret na capital paulistana. O espetáculo dirigido por José Possi Neto e protagonizado por Claudia Raia, fica em cartaz até domingo (3) no Teatro Procópio Ferreira e, antes de aportar no Rio de Janeiro fará algumas apresentações no Theatro Municipal de Paulínia, interior paulistano.

Na pele do otimista Herr Schultz (judeu-alemão que acredita que o nazismo seja  molecagem), o ator Marcos Tumura que concedeu esta entrevista em  vídeo e conta sobre sua amizade de mais de duas décadas com Claudia Raia, sobre seu personagem em Cabaret e sobre a evolução do gênero musical no Brasil.

Marcos Tumura

Parte 1 – Onde tudo começou

Parte 2 – O dono da voz de Herr Schultz

Parte 3 – “Brasileiro é um povo musical”

Confira:

Jarbas Homem de Mello introduz estética Dzi Croquettes

Chris Aizner e Fábio Namatame firmam marca de qualidade

Uma Diva chamada Claudia Raia

As marcas de 2011, só algumas Leia mais »

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11/01/2012 - 13:19

Xanadu estreia no Rio de Janeiro

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Xanadu" é o novo musical dirigido por Miguel Falabella

RIO DE JANEIRO – Com direção de Miguel Falabella e versão de Artur Xexéo, a superprodução Xanadu aposta na tecnologia e terá mais de 15 cenários, uma centena de figurinos, pássaros robotizados, telões de fibra óptica e até um voo de Danielle Winitis e Thiago Fragoso sobre a plateia. A Estreia sexta-feira (13), no Oi Casa Grande (RJ).

A trajetória de Xanadu já o transformou num clássico. Começou com o filme, um dos símbolos mais representativos da iconoclastia de excessos da década de 1980. Recebido com expectativa e capitaneado por uma estrela à época, Olivia Newton-John, o longa eternizou canções que povoam o imaginário coletivo até hoje.

Thiago Fragoso, Danielle Winits e Sidney Magal protagonizam "Xanadu"

Além disso, tornou-se cult com o passar do tempo e serviu como base para o musical homônimo que estreou na Broadway em 2007.

Com libreto de Douglas Carter e música de Jeff Lyne e John Farrar, esta encenação obteve um imenso sucesso, tendo sido indicada inclusive a quatro prêmios Tony e ganho o importante Prêmio Drama Destak.

Desta montagem vem a inspiração para a superprodução (em todos os sentidos) dirigida por Miguel Falabella – e co-dirigida por Cininha de Paula – com versão de Artur Xexéo (em sua segunda incursão teatral), que traz Danielle Winits, Thiago Fragoso e Sidney Magal à frente do elenco. Enquanto a matriz americana usa e abusa dos cânones máximos da cafonice oitentista, a releitura brasileira também o faz, só que com ‘‘uma pimenta, um molho todo nosso”, segundo Falabella.

E o diretor segue à risca a premissa do escritor Umberto Eco de que ‘’o kitsch é a comunicação que tende à provocação do efeito’’ e conduz um espetáculo que ri de si mesmo: Leia mais »

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06/12/2011 - 17:46

Falabella apresenta Xanadu

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella em "A Gaiola das Loucas"

RIO DE JANEIRO – Imortalizado no cinema por Olivia Newton-John na década de 1980, o musical Xanadu recebeu em 2007 a sua primeira montagem na Broadway. Acabou se tornando um dos maiores sucessos das últimas temporadas por lá, com mais de 500 apresentações invariavelmente lotadas. Quatro anos depois, o espetáculo ganha sua primeira encenação brasileira com uma ficha técnica de respeito. A direção é de Miguel Falabella, que já assinou a direção de excelentes musicais como A Gaiola das Loucas, Hairspray, entre outros.

As versões das músicas ficaram a cargo de Artur Xexéo (o jornalista estreou em musicais com A Garota do Biquíni Vermelho, onde biografou a vedete Sônia Mamede).

Encabeçando o elenco de Xanadu estão Danielle Winits, Thiago Fragoso e Sidney Magal. As atrizes Gottsha e Sabrina Korgut também são destaques do elenco.

Seguindo os padrões do original americano, a superprodução nacional terá figurinos de Marcelo Pies, cenários de Nello Marrese e Paulo César Medeiros como iluminador.

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Vídeo da montagem que estreou em 2007 na Broadway

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02/08/2011 - 18:05

Uma Comédia que é uma obra-prima

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Crítica de "Mais Respeito Que Sou Tua Mãe"

Cláudia Jimenez e Miguel Falabella, juntos, já nos legaram grandes momentos da comédia brasileira. Quem, como eu, assistiu à Como Encher um Biquíni Selvagem, texto de Miguel, onde a atriz em um monólogo interpretava com maestria dez personagens, sabe do que estou falando. Agora, esta maravilhosa dupla nos apresenta outra comédia deliciosa. Mais Respeito que sou Tua Mãe, texto de Hernán Casciari, cuja versão teatral foi realizada pelo ator Antônio Gasalla. O segundo ficou conhecido recentemente, no Brasil, por sua atuação no filme argentino Dois Irmãos. E coube a Miguel a adaptação e direção do original argentino, o que resultou em mais um feliz encontro teatral da dupla Falabella/ Jimenez.

A trama da peça gravita em torno de Nalva, uma dona de casa que vive às voltas com os problemas cotidianos tão comuns entre as famílias latino-americanas. A falta de dinheiro, a ausência de uma perspectiva de melhora financeira, os problemas com os filhos são alguns dos dramas vivenciados pela protagonista. Claudia vivendo Nalva hipnotiza a plateia. Não é exagero afirmar isso. Seu total domínio da cena, seu tempo de comédia único, a ruptura com a quarta parede- traço esse que a faz uma de nossas melhores intérpretes brechtianas- são algumas das diversas qualidades de seu trabalho como atriz na montagem. Leia mais »

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11/05/2011 - 16:59

Miguel Falabella autografa livro de memórias

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Falabella lança "Vivendo em Voz Alta"

Miguel Falabella é mesmo incansável. Dramaturgo, diretor, ator, autor de telenovelas crônicas, produtor, entre outros, encontra tempo para reunir suas memórias em Vivendo em Voz Alta, pela editora Lua de Papel, que terá sessão de autógrafos hoje, a partir das 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

Em Vivendo em Voz Alta, Miguel Falabella nos convida a fazer curiosas reflexões sobre temas cotidianos. Escreve na velocidade de suas emoções, como quem traz cada cena viva no coração. Um cachorro branco, sabores da infância, pensamentos na coxia, lembranças de um tempo distante.

FICHA TÉCNICA
ISBN 978-85-63066-50-3

FORMATO 16×23
PÁGINAS 160
PREÇO R$ 24,90

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06/01/2011 - 18:01

Falabella volta com “A Gaiola das Loucas” e solta o verbo em entrevista exclusiva

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella em "A Gaiola das Loucas"

Esbanjando simpatia e alto-astral, o ator, autor e diretor Miguel Falabella concedeu entrevista exclusiva em que tece alguns pontos marcantes de sua trajetória, fala sobre A Gaiola das Loucas, superprodução musical que volta ao Teatro Bradesco hoje, e se entusiasma ao falar sobre seu novo projeto: a adaptação musical de Memórias de um Gigolô.

Michel Fernandes – No excelente livro Isto é Besteirol: O Teatro de Vicente Pereira, de Luís Francisco Wasilewiski (Coleção Aplauso), você aparece como um dos autores do movimento denominado “Teatro Besteirol”, mas você não gosta do substantivo. Por quê?

Miguel Falabella – O título besteirol não traduz efetivamente o que foi esse movimento que aconteceu no mundo inteiro (na década de 1980). Em Madri houve a Movida Madrilena, o Ridiculous Theater em Nova York, mas aqui chega como uma coisa detratora, que deseja colocar o teatro pra baixo, e é preciso pensar sobre isso, porque não se sabe o motivo do teatro ser tão maltratado nesse país. Não gosto do termo besteirol e considero aquele, um momento de vital importância para o teatro brasileiro.

Michel Fernandes – No documentário sobre o Dzi Croquettes (grupo de teatro-dança da década de 1970) há um consenso de como eles influenciaram o Besteirol (inclusive a musa do Dzi Croquettes, a atriz Duse Nacarati, foi, também, a musa do Besteirol). Como se deu isso?

Miguel Falabella – O Dzi Croquettes era a transgressão, e a transgressão era o que pautava o besteirol. Não era apenas a subversão dos temas. Na primeira peça que fiz com Guilherme Karam, Eu Viverei Amanhã, de Vicente Pereira, em que fazíamos duas existencialistas francesas, falávamos quase metade da peça em inglês.

Michel Fernandes – Qual o diferencial que podemos Leia mais »

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17/12/2010 - 11:45

Superproduções musicais: um novo gênero?

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Albin ou Zazá e Georges no cabaré "A Gaiola das Loucas"

que já recebeu a alcunha pejorativa de “modismo das superproduções musicais” se estabelece, cada dia mais, como gênero que movimenta o teatro com vistas na mera diversão da plateia.

Mesmo contrário ao esquema industrial como é tratado esse tipo de espetáculo, cujos valores altíssimos corroboram para a elitização da arte, uma coisa não se pode negar: depois da vinda dos musicais enlatados (mas com tempero brasileiro) apresentados no Teatro Abril, o público está mais exigente quando há a associação do, adjetivado, nome “superprodução” ao espetáculo.

Nesse quesito “A Gaiola das Loucas”, versão brasileira e direção de Miguel Falabella, produzida por Sandro Chaim, é, por incrível que pareça, superior ao “Mamma Mia!”, nova produção apresentada no Teatro Abril. Motivo: os luxuosos e magníficos figurinos de Cláudio Tovar mais o cenário com efeitos extraordinários dos painéis de LEDS (aquelas luzes no fundo do palco que formam diferentes imagens) dão o glamour a “A Gaiola das Loucas”, diferente do despojo que “Mamma Mia!” apresenta.

Quem é o pai de Sophie em "Mamma Mia!"?

O musical do Teatro Abril é o retrato da alegria e simplicidade dos protagonistas da década de setenta do século passado, com seus valores anti-convencionais.

Em lugar de desmerecer um ou outro espetáculo, tais diferenças tornam o programa de assistir a ambos muito interessante, pois são duas produções que merecem o prefixo super.

E você o que acha desse gênero? Seu comentário é valioso para o avanço do teatro. Leia mais »

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28/10/2010 - 02:52

Uma celebração ao amor gay

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Diogo Villela e Miguel Falabella protagonizam "A Gaiola das Loucas"

Quando a cortina se abre entra em em cena um dos mais importantes artistas brasileiros. Ele sabe o fascínio que uma frase sua causa naquele enorme público e que (ele) o público está em suas mãos. É  Miguel Falabella que está em cena. Ele já está naquele patamar dos grandes artistas populares brasileiros. Um lugar que já foi de Oscarito, Zé Trindade e Dercy Gonçalves.

Agora, Miguel é o Georges de “A Gaiola das Loucas”. Tem ao  seu lado, um dos atores mais importantes de sua geração, Diogo Vilela. Miguel e Diogo revivem a dupla que outrora fez a glória de Jorge Dória e Carvalhinho, dois dignos representantes da comédia popular brasileira.

Eles são Georges e Albin/ Zazá, o tresloucado casal gay de uma comédia escrita pelo francês Jean Poiret em 1973, e que virou Musical na Broadway nos anos 1980, talvez a década mais difícil da história do movimento gay mundial. Um período em que a homossexualidade estava associado ao  estigma da AIDS. Leia mais »

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