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30/05/2012 - 14:47

Peça para você criar, estreia hoje

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Espontânea" no Teatro Folha

SÃO PAULO – O que pode acontecer quando você mesmo sugere o conteúdo para uma peça e acompanha o desenrolar da história? Certamente um espetáculo nunca será igual ao outro. Essa é a proposta do espetáculo Espontânea, que usa a técnica de improvisação, projeto do Núcleo EsTeP – Núcleo de Estética Teatral Popular que estreia hoje, no Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis.

Espontânea utiliza a técnica de improvisação para que o público aponte o rumo e contribua com estímulos para o desenvolvimento do espetáculo. Leia mais »

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17/05/2012 - 18:06

Elias Andreato e Leonardo Miggiorin em interpretações vigorosas

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus"

SÃO PAULO – Alan Strang (Leonardo Miggiorin) cegou cinco cavalos com estilete, sem um motivo plausível, e está condenado à prisão. Para tentar salvar a vida do menino, a advogada (Mara Carvalho) conta com a ajuda de um famoso psiquiatra, Martin Dysart ( Elias Andreato) . O destino desse menino está nas mãos desse médico que precisa entender os motivos do crime para ajudá-lo. Eis a base da trama do inglês Peter Schaffer em Equus, cartaz do Teatro Folha.

Leonardo Miggiorin e Patrícia Gasppar em "Equus"

Dysart narra o encontro com o menino e divaga sobre a sua profissão. A solução do caso que tem em mãos é como um quebra-cabeças.  Alan é internado e o público acompanha as sessões com o psiquiatra, as lembranças do rapaz e sua relação com os pais. Aparentemente,  sua vida é normal, com os percalços comuns a qualquer ser humano, mas,  aos poucos, desvendamos seus traumas, suas paixões e fatos que demonstram um comportamento cotidiano a delinear perturbações psicológicas. Leia mais »

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10/05/2012 - 20:49

Incrível como Equus continua atual

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil/ iG (aplaobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus", de Peter Schafer, direção de Alexandre Reinecke

SÃO PAULO – A peça Equus, de Peter Shaffer, estreou em São Paulo em 1975, sob direção de Celso Nunes, protagonizada por Paulo Autran e Ewerton de Castro. Ficou dois anos em cartaz por aqui, com mudança de elenco, e depois fez também grande sucesso no Rio. Posteriormente foi montada por outros diretores. O espanto é que mesmo depois de tantos anos é super atual. Não enfoca apenas o psicótico (Leonardo Miggiorin), mas os transtornos que ele causa em seu psiquiatra (Elias Andreato). Um texto imperdível e com excelentes atores, inclusive como coadjuvantes, há nomes de peso como Patrícia Gaspar e Mara Carvalho.

Dirigida por Alexandre Reinecke, além de caprichar na atuação do elenco, a montagem tem excelente cenário que se movimenta quando os envolvidos mudam, criado por André Cortez,  figurinos cem por cento adequados de Renata Young. Leia mais »

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18/04/2012 - 03:42

Elias Andreato e Leonardo Miggiorin magnetizam plateia em Equus

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Leonardo Miggiorin e Patrícia Gasppar em "Equus"

Com adaptação e direção de Alexandre Reinecke, texto de Peter Shaffer retrata a difícil relação entre o psiquiatra e seu paciente, o rapaz que é internado depois de cegar cinco cavalos

SÃO PAULO – A montagem de Equus encenada no Teatro Folha não dá trégua aos espectadores. Começando pelo cenário, assinado por André Cortez — um haras estilizado lembrando grades de prisão —, a tensão e os conflitos marcam todo o espetáculo.

Já no prólogo, Dr. Maritn Dysart, o psiquiatra interpretado com brilhantismo por Elias Andreato, dá o tom denso e misterioso da trama: o que levaria o adolescente Alan (vivido por Leonardo Miggiorin), de classe média e aparentemente saudável, a cometer crime tão violento e sem justificativas aparentes? Como o garoto que tinha verdadeira fixação por cavalo chegaria a cegar cinco animais?

O autor, por meio do método minucioso e criterioso da psiquiatria, vai levantando hipóteses sobre as razões do crime e assim envolve o público do início ao fim. Leia mais »

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03/04/2012 - 00:58

Passagem pelo Festival de Curitiba e re-inauguração do Teatro Folha marcam trajetória de Equus

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus", de Peter Schafer, direção de Alexandre Reinecke

Clássico do inglês Peter Schaffer fica em cartaz até quarta-feira (4) no Festival d Curitiba  e sexta-feira (6) re-inaugura o Teatro Folha

SÃO PAULO – Após reforma, o Teatro Folha será re-inaugurado nesta sexta-feira (6) com a estreia do espetáculo Equus (até quarta na 21ª edição do Festival de Curitiba. No elenco estão os atores Elias Andreato, Leonardo Miggiorin, Patrícia Gasppar, Jorge Emil, Mara Carvalho, Léo Steinbruch, Gustavo Malheiros, Bruna Thedy e Fernanda Cunha. A peça fez temporada em Campinas e ficará na capital paulista até1º de julho. A direção é de Alexandre Reinecke.

O texto, de Peter Shaffer, é um clássico do teatro mundial. A ideia para a obra surgiu a partir do relato feito por um amigo do autor, que lhe revelou, durante uma viagem que realizavam pela Inglaterra, um fato de repercussão na sociedade local.

O amigo faleceu pouco tempo depois sem relatar o lugar, o tempo ou os protagonistas do fato, mas a história chamou a atenção de Shaffer e este resolveu transformá-la em ficção. Leia mais »

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11/01/2012 - 19:46

Eu Te Amo: filme de Arnaldo Jabor ganha montagem teatral

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Maurício Mellone* (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Eu te Amo"

Os cineastas e diretores Rosane Svartman e Lírio Ferreira fazem sua estreia no teatro com texto que teve a primeira versão no cinema. Alexandre Borges e Juliana Martins vivem os personagens que buscam se reencontrar no amor

SÃO PAULO – Se pudesse definir numa única frase a nova montagem da peça de Arnaldo Jabor, Eu Te Amo, em cartaz no Teatro Folha, seria esta: do cinema para o palco e, no palco, a interação com a sétima arte. E não poderíamos esperar outra coisa, já que os diretores da peça, Rosane Svartman e Lírio Ferreira, são cineastas e estão debutando no teatro; por sua vez, o autor fez a primeira versão desta trama para o cinema, em 1981 com Sônia Braga e Paulo César Pereio nos papéis centrais. A trama pulou para o palco sete anos depois, com Bruna Lombardi e Paulo José.

Desta vez, Maria e Paulo, personagens frustrados emocionalmente, são vividos por Juliana Martins e Alexandre Borges. Para deixar a trama contemporânea, os diretores fizeram com que os dois se encontrassem numa sala de bate-papo da internet: Paulo é um cineasta em crise depois que sua mulher, a protagonista de seu filme, fugiu com o diretor de fotografia e Maria cansou da relação que mantém com um homem casado e resolve transar “com o primeiro homem que aparecer”.

Eles mentem e no primeiro encontro ela se passa por garota de programa e ele por um cineasta famoso e premiado. As máscaras caem logo depois da primeira transa entre eles. Leia mais »

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09/09/2011 - 14:51

Ajuste de contas entre mãe e filho em Conversando com Mamãe

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Mauricio Mellone* (aplauso@gmail.com)

Beatriz Segall e Herson Capri vivem mãe e filho em "Conversando Com Mamãe"

Beatriz Segall e Herson Capri vivem mãe e filho em peça do argentino Santiago Carlos Oves, com direção de Susana Garcia. O espetáculo fica em cartaz até dezembro no Teatro Folha

Sempre se fala que nós brasileiros olhamos pouco para nossos vizinhos da América do Sul. No entanto, cada vez mais produções culturais dos países vizinhos chegam até nós e, invariavelmente, fazem muito sucesso. Filmes da Argentina e do Uruguai já são bem conhecidos dos brasileiros. E agora o teatro desses países também começa a ser encenado por aqui. É o caso de Conversando com Mamãe, peça do argentino Santiago Carlos Oves, que a diretora Susana Garcia tomou conhecimento primeiramente na versão cinematográfica e resolveu montá-la no Brasil. Com a versão do dramaturgo espanhol Jordí Galcerán e tradução de Pedro Freire, a peça chega a São Paulo (em cartaz no Teatro Folha até dezembro) depois de temporada de êxito entre os cariocas, com atuação brilhante de Beatriz Segall e Herson Capri.

Como uma mãe reage ao pedido do filho que quer vender o apartamento onde ela vive para resolver suas dificuldades financeiras? Esse é o mote inicial de Conversando com Mamãe, mas a trama proposta pelo autor é mais profunda. Em função da crise emocional e profissional em que se encontra — acaba de perder o emprego e seu casamento não anda bem das pernas — Jaime vê como solução de seus problemas a venda do apartamento em que sua mãe vive. Leia mais »

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05/09/2011 - 17:47

Ria das Futilidades Públicas

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Mauricio Mellone* (aplauso@gmail.com)

Comédia solo de Patrícia Gasppar

Ao completar 18 anos e depois de ter sido apresentada por diversas cidades, a peça de Patrícia Gasppar está de volta ao Teatro Folha, com direção de Elias Andreato. Temporada até 27 de setembro

Há algo mais encantador do que a pessoa, abalada pela perda de um ente querido, transformar essa tristeza em arte? E melhor ainda, num monólogo de extrema comicidade? É exatamente isso que fez a atriz Patrícia Gasppar, há 18 anos: incentivada pela amiga, a atriz Rosi Campos, buscou forças e, da crise existencial porque passava em razão da morte do pai, criou a comédia Futilidades Públicas — em cartaz somente às terças-feiras, no Teatro Folha —, em que uma mulher, presa num banheiro de uma agência bancária que estava sendo assaltada, reflete sobre sua vida, a inusitada situação em que se encontra e questiona as injustiças e ironias da vida. Para Patrícia, uma catarse, e para nós, os espectadores da peça, um deleite e uma comédia que provoca reflexões.

No escuro e somente com o som do que ocorria durante o assalto ao banco é que o público toma conhecimento do drama daquela mulher de meia-idade. Depois de se refugiar no pequeno e sujo banheiro do banco, ela começa seu devaneio. E desde os primeiros gestos e primeiras falas o espectador percebe que está diante de uma comédia rasgada. Leia mais »

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02/09/2011 - 03:58

Beatriz Segall vive mãe de Herson Capri em SP

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Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Beatriz Segall e Herson Capri dividem o palco em "Conversando Com Mamãe"

Beatriz Segall e Herson Capri dividem o palco em "Conversando Com Mamãe"

Além de terem vivido arqui-vilões em telenovelas de Gilberto Braga e do talento superlativo, eles são mãe e filho em Conversando Com Mamãe, adaptação de Jordi Galceran para obra homônima de Santiago Carlos Oves, cuja estreia paulistana será às 21h de hoje, no Teatro Folha. Beatriz Segall vive a mãe de Herson Capri na peça que vem de uma bem-sucedida temporada carioca.

Susana Garcia, casada com Capri na vida real, dirige essa história, concebida para premiado longa-metragem, que aborda a relação entre mãe e filho e o que disso decorre.

Segundo o ator Herson Capri, “a empatia é imediata porque a peça é simples e engraçada, além disso, Beatriz, com seu carisma, conquista a simpatia da plateia desde o começo. A trama atinge a todos, pois fala de mãe, filho, sogra, netos, esposa e marido, enfim, relações familiares, com humor e sensibilidade” Leia mais »

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25/01/2010 - 17:31

Convencional imperdível

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

<i>Estranho Casal</i>, de Neil Simon, direção de Celso Nunes

Estranho Casal, de Neil Simon, direção de Celso Nunes

Neil Simon é o autor mais bem sucedido da Broadway. É claro que quem só gosta dos experimentais, off e off off Broadway, não o valoriza tanto assim e até chama suas peças de teatrão.

Mesmo nesse caso, talvez não devesse deixar de ir ao Teatro Folha para assistir Estranho Casal, ainda que já tenha visto no cinema ou no teatro. A direção de Celso Nunes é perfeita e não é à toa. Afinal o grupo do Celso, o Pessoal do Vitor, ficou famoso nos anos 1970, pois foi dos primeiros a montar texto surrealista. Esteve na vanguarda dos anos 1970 e hoje, como todos nós com o tempo, ficou mais convencional, quando as inovações são incorporadas por todos. Além da brilhante carreira de encenador, foi quem fundou o Departamento de Artes Cênicas da Unicamp, aposentado, virou Rolfista,  ou seja, terapeuta corporal. Leia mais »

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