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18/09/2012 - 23:52

Ingrid Guimarães mostra quais as Razões Para Ser Bonita

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

"Razões Para Ser Bonita"

SÃO PAULO – Razões Para Ser Bonita é mais uma produção teatral patrocinada pelo Projeto Vivo Encena e conta com a direção de João Fonseca, responsável pela encenação de espetáculos que estão em cartaz na capital paulista: Maria do Caritó, com Lilia Cabral, e Dorotéia, com Alinne Moraes.

A peça de Neil Labute, que foi sucesso de público e crítica na Broadway e em Londres, fala da obsessão pela beleza e questiona os seus limites. Um tema atual que permeia o cotidiano não somente das mulheres, mas também de vários homens.

Razões Para Ser Bonita integra uma trilogia, da qual fazem parte também Gorda e As Formas das Coisas, em que Neil Labute aborda questões relacionadas ao mundo atual.

A atriz Débora Evelyn indicou o texto à Ingrid Guimarães que se encantou com a qualidade da obra e o assunto que o autor discute.

¨É um texto de amor que fala sobre a obsessão da beleza e sobre o que o outro pensa de nós.  As pessoas vão se identificar muito¨, declara Ingrid, que produz a montagem em parceria com a Chaim Produções.

Ingrid conhece e admira o diretor João Fonseca desde o período em que ele trabalhava como assistente de direção de Antonio Abujamra na Cia Os Fodidos Privilegiados, companhia na qual a atriz fez cursos de teatro assim que começou a morar no Rio de Janeiro. Desde que conseguiu os direitos do texto, o convidou para esse trabalho. Uma parceria que se estabeleceu há mais de um ano. Leia mais »

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20/08/2012 - 00:31

Lilia Cabral traz a São Paulo o sucesso Maria do Caritó

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Lília Cabral é "Maria do Caritó"

De Newton Moreno e direção de João Fonseca, a comédia mostra a atriz como uma solteirona virgem que quer se casar. Com Lilia no elenco estão Eduardo Reyes, Dani Barros, Fernando Neves e Silvia Poggetti

SÃO PAULO – Diversos prêmios, indicações a outros e uma temporada de nove meses de sucesso no Rio de Janeiro, a comédia de Newton Moreno Maria do Caritó acaba de estrear no Teatro FAAP. Lilia Cabral não só vive a protagonista como solicitou a peça ao autor e é uma das produtoras. Envolvimento e entrega totais a um projeto, marca registgrada da atriz, assim como já fez com Divã, sucesso teatral que saltou para as telonas e depois virou série de TV.

Depois de interpretar mulheres densas e sofridas nas telenovelas, desta vez Lilia volta para a comédia, mas com uma personagem que vive um drama. Maria nasceu de um parto difícil, em que a mãe não sobreviveu e seu pai a prometeu a São Djalminha se ela vingasse. Moral da história: a moça permanece virgem até os 50 anos, tem fama de fazer milagres, porém sonha em se casar e faz de tudo para encontrar seu príncipe.

“É cômico para quem vê e trágico para quem vive! A Maria do Caritó sente uma frustração imensa por não ter se realizado como mulher. O que mais me encantou neste texto é que ele fala sobre fé. A personagem não deixa de acreditar”, explica a atriz. Leia mais »

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09/08/2012 - 02:12

Lília Cabral celebra grande encontro em sua terra natal

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Lília Cabral é "Maria do Caritó" - foto de Claudia Ribeiro

SÃO PAULO – Não é apenas a estreia de Maria do Caritó, escrita por Newton Moreno e dirigida por João Fonseca, que chega ao Teatro Faap na próxima sexta-feira (10), depois de quase dois anos de distancia de sua estreia e temporada carioca, que é motivo de festa para Lília Cabral, personagem título da peça. Nascida na Lapa, capital paulista, ela re-encontra no palco “dois grandes amigos”: os atores Fernando Neves e Sílvia Poggetti.

Lília Cabral é "Maria do Caritó" - foto de Claudia Ribeiro

Além dos dois atores, J.C. Serroni (quem assina os figurinos do espetáculo) também integra a trupe de Maria do Caritó. Eles se conheceram no final dos anos 1970, no campus da USP. Lília iniciava carreira cursando a Escola de Artes Dramáticas (EAD). Trabalharam juntos em um grupo e depois cada um deu diferente rumo a sua carreira, “apesar de manterem a amizade, sempre nos comunicando”, segundo Lília Cabral, não voltaram a trabalhar juntos, até que a atriz “encomendou” um texto a Newton Moreno:

“Encomendei uma peça ao Newton e o único pedido que fiz foi que ele criasse um personagem para a Sílvia e o Fernando. Ele me entregou o texto e assim que acabei de ler liguei para a Maria (Siman, produtora de Maria do Caritó) e disse que tínhamos um pequeno tesouro nas mãos”, conta a atriz.

Newton Moreno, pernambucano, um dos fundadores do grupo Os Fofos Encenam – do qual Neves, Poggetti e Eduardo Reyes fazem parte –, escreveu, com enorme sucesso, Agreste e As Centenárias, além de adaptar e dirigir Assombrações do Recife Velho e Memória da Cana que, também localizam seus personagens no sertão nordestino e o texto de Maria do Caritó, localizada  no interior do nordeste, traz a mesma poesia da simplicidade focada pelas talentosas lentes do autor.

À beira de completar seu 50ª aniversário, Maria deseja cair nos braços de um amor e se livrar do Caritó – segundo explicação de Newton, “Caritó é uma das prateleiras do mobiliário nordestino que fica escondida o suficiente para que as mães escondam remédios, tesoura, entre outros, de seus filhos. No interior do nordeste, Caritó é o apelido dado às solteironas” –, mas enfrenta a sina de cumprir a promessa de seu pai – a entregar virgem a São Djalminha pela graça de tê-la salvo da morte em seu parto, que custou a vida da mãe – e a “fama” de santa, concedida pelo povo de sua cidade. Até que chega à cidade um circo e seu picadeiro reserva múltiplas surpresas que revelam verdades guardadas em umCaritó que revira a vida de Maria. Leia mais »

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03/03/2012 - 18:24

Teatro do Incêndio apresenta uma São Paulo Surrealista

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"SP Surrealista" - -foto de Bob Sousa

SÃO PAULO – A Cia. Teatro do Incêndio apresenta seu novo espetáculo São Paulo Surrealista, ritual teatral dirigido por Marcelo Marcus Fonseca, montagem inaugural da programação teatral da casa noturna Madame (antiga Madame Satã que reabriu suas portas totalmente reformada e sob nova direção).

Este novo projeto da companhia, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, é uma ode à cidade e seus personagens, confrontando – em um jogo de imagens sobrepostas – as contradições e fantasias da metrópole. Em São Paulo Surrealista o público confere o resultado da primeira fase desta pesquisa do Teatro do Incêndio.

O espetáculo não conta, necessariamente, uma história. Para revelar a cidade real, nada é realista. Os textos são colagens emolduradas por imagens e figuras da metrópole, sejam elas reais ou distorcidas, tendo na música ao vivo um elemento essencial para traduzir sua pulsação.

“Esta montagem propõe também que o público perceba a cidade pelos olhos de André Breton, um dos criadores do surrealismo, em um jogo que ressaltapontos turísticos, monumentos, terreiros, restaurantes e bordeis paulistanos”, explica o diretor Marcelo Marcus Fonseca. Leia mais »

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29/02/2012 - 15:21

Assista vídeo com cenas de Tim Maia, Vale Tudo – O Musical

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Tiago Abravanel vive Tim Maia

SÃO PAULO – Depois de estrondoso sucesso na temporada carioca de 2011, Tim Maia, Vale Tudo – O Musical, de Nelson Motta, dirigido por João Fonseca, estreia no dia 09 de março de 2012, no Teatro Procópio Ferreira. Quem dá vida ao ídolo da MPB, o carioca de voz exuberante Tim Maia, é o paulistano de apenas 24 anos Tiago Abravanel.

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Ficha Técnica:

Texto: Nelson Motta

Direção: João Fonseca

Direção musical: Alexandre Elias

Elenco: Tiago Abravanel, Izabella Bicalho, Lilian Valeska, Pedro Lima, Andreh Viéri, Bernardo La Rocque, Reiner Tenente, Evelyn Castro, Pablo Ascoli, Aline Wirley e Leticia Pedroza.

Coreografias: Sueli Guerra

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Cenário: Nello Marrese

Figurinos: Rui Cortez

Fotos: Caio Gallucci

TIM MAIA – VALE TUDO, O MUSICAL

Teatro Procópio Ferreira (671 lugares)

Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César

Informações: 3083-4475

Vendas: www.ingressorapido.com.br e tel.: 4003-1212.

Reservas e grupos: (11) 3064-7500

Bilheteria: de terça à domingo, das 14h até o início do espetáculo. Acesso a deficientes físicos, ar condicionado e entrega de ingressos a domicílio.

Estacionamento conveniado na Rua Augusta, 2.673 – R$ 10,00 (período de 4 horas. Retirada de selo do estacionamento na bilheteria).

Quinta e Sábado às 21h.

Sexta às 21h30.

Domingo às 18h

Quintas e sextas
Setor Premium: R$ 120,00
Setor I: R$ 100,00
Setor II: R$ 50,00

Sábados e Domingos
Setor Premium: R$ 150,00
Setor I: R$ 130,00

Setor II: R$ 70,00

Ingressos já estão à venda

Duração: 160 minutos

Classificação 14 anos

Estreia para convidados: dia 12 de março, segunda-feira, às 21h.

Estreia dia 09 de março.

Temporada: até 24 de junho

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07/12/2011 - 21:17

Bruce Gomlevsky é Cyrano de Bergerac

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Bruce, Julia e Sérgio em "Cyrano de Bergerac"

SÃO PAULO – Destaque depois de viver Renato Russo em monólogo homônimo, o ator Bruce Gomlevsky vive o personagem-título de Cyrano de Bergerac, clássico do francês Edmond Rostand, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo.

Sob direção de João Fonseca, a peça já foi encenada exitosamente por Flávio Rangel na direção e Antonio Fagundes como o protagonista, apaixonado por sua prima, Roxane (Julia Carrera).

Dono de belas palavras e soberbo nariz prefere ditar os versos do mais sincero amor ao pé do ouvido do jovem Christian (Sérgio Guizé), também apaixonado por Roxane.

A atual montagem traz em sua bagagem elogiosas críticas cariocas, onde estreou.

Ficha Técnica

Direção: João Fonseca / Tradução: Marcos Daud / Elenco: Bruce Gomlevsky, Julia Carrera, Sérgio Guizé, Gaspar Filho, Gláucio Gomes, Ricardo Tostes, Dida Camero, Ricardo Ventura, Gustavo Damasceno, Alexandre Contini, Arthur Brandão, Ivan Vellame, Daniel Zubrinsky, Yasmin Gomlevsky / Cenografia: Nello Marrese / Figurino: Inês Salgado / Maquiagem: Vavá Torres / Direção Musical: Marcelo Alonso Neves / Mestre de Armas e Esgrima: Gaspar Filho / Direção de Movimento: Johayne Hildefonso / Design: Maurício Grecco / Direção de Produção: Carlos Grun.

Cyrano de Bergerac – CCBB (Rua Álvares Penteado, 112). Tel. (011) 3113-3651, metrô Sé. 6ª e sáb., 19h30; dom., 18 h. R$ 6. Até 5/2.

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02/10/2011 - 15:57

Relicário Inventado marca estreia de Bernardo Fonseca Machado e Vitória Cohn

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Ator e mestrando em Antropologia na USP e filha de Lígia Cortez e Ulisses Cohn, iniciam carreira profissional co o dramaturgo/ diretor e atriz, respectivamente

Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

SÃO PAULO – Em lugar do desconforto que o esquecimento pode provocar, Relicário Inventado, primeiro texto escrito e dirigido pelo ator e pesquisador Bernardo Fonseca Machado, cuja estreia será na próxima sexta-feira (7), no Teatro Coletivo, o foco da peça é encontrar prazer na possibilidade de inventar uma memória. Relicário Inventado marca, também, a estreia profissional da atriz Vitória Cohn, filha de Lígia Cortez e Ulisses Cohn.

O enredo coloca Ícaro, um garoto que perdeu mãe e namorada, Joana e Clarissa respectivamente, tentando se lembrar de ambas, contando com a ajuda de seu amigo, Ulisses. Mas a memória real das relações entre eles é afetada pela invenção de novas realidades ou memórias.

No elenco estão, além de Vitória, Adriano Merlini, Bianca Sgai Franco e Rodrigo Duarte.

Ficha Técnica Leia mais »

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16/10/2009 - 23:40

Na Selva das Cidades re-estreia no Teatro Aliança Francesa

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

<I>Na Selva das Cidades</I>, um dos primeiros textos de Brecht

Na Selva das Cidades, um dos primeiros textos de Brecht

 

Depois de um mês de bem-sucedida temporada na Funarte, o espetáculo Na Selva das Cidades, de Bertold Brecht, chega ao Teatro Aliança Francesa neste sábado (17), 21h.

A direção é de Marcelo Marcus Fonseca e conta a história de dois homens e a destruição que provocam, sem motivo a não ser o desejo de possuir um a alma do outro, na sociedade em que fazem parte.

Em cena, 13 atores da companhia Teatro do Incêndio apresentam sua terceira incursão na obra do  dramaturgo alemão B. Brecht – as outras foram Baal – O Mito da Carne e A Boa Alma de Setsuan – propondo uma releitura que dialogue com o momento atual da realidade social.

“Convidei o Mario Vitor Santos pra meu debatedor em ensaios. Não pra essa coisa careta de a peça está boa ou não, mas no sentido de se está falando ou não sobre nós hoje. E levantamos questões relevantes com o elenco sobre isso. Por exemplo, por que colocar uma peça em cartaz e pra quê?”, conta o diretor Marcelo Marcus Fonseca, também integrante do elenco.

Um dos desejos do diretor, que inseriu um poema do próprio Brecht na montagem (Lenda de um Soldado Morto), é levar o público a reflexão.

“Acho pertinente se falar em “pensar”, mas mais importante é estar. Quem está pensa. Por isso a arte tem que ser superior ao social. Ela fica, o discurso passa”, conclui.

Com músicas especialmente compostas, melodias roqueiras inspiradas na Floresta do Amazonas, de Heitor Villa-Lobos e a voz em off de José Celso Martinez Corrêa, diretor da antológica versão de Na Selva das Cidades, de Brecht, há 40 anos, Marcelo Marcus Fonseca, diretor da nova montagem da peça, falou a Michel Fernandes sobre o processo de montagem. Leia mais »

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28/09/2009 - 06:01

Novatos bem-sucedidos

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 Crítica de Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (mlcandeias@aplausobrasil.com)

Silvanah Garcia dirige <i>Safo</i>, novo texto de Ivam Cabral

Silvanah Garcia dirige Safo, novo texto de Ivam Cabral

 

Quem costuma ir ao Espaço dos Satyros, certamente já viu Silvanah Santos em cena e agora poderá ver como encenadora. Sua estréia como diretora dá indícios de que tem jeito para essa atividade. Um aquário e um recepiente com areia branca são suficientes para alguns efeitos mágicos conseguidos também pela atriz Patrícia Vilela que apresenta excelente interpretação corporal.

É um espetáculo de 45 minutos (vapt vupt) apresentando texto de Ivam Cabral (a partir de Virginia Woolf e Marguerite Duras), com o título de Safo, que se apresenta às quintas-feiras, 21h30. Tem lá suas qualidades.

Mas o novato mais bem sucedido em cartaz é sem discussão Bertolt Brecht. Na Selva das Cidades foi uma de suas primeiras peças, escrita antes de sua conversão ao marxismo e, por isso mesmo, até desconsiderada pelo autor.

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