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03/08/2012 - 17:54

Amigas, Pero no Mucho está de volta

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Novo elenco de "Amigas, Pero no Mucho" - foto de Selma Morente

SÃO PAULO – Depois de três temporadas na capital paulista, apresentações no interior de São Paulo e Rio de Janeiro, a montagem de Amigas, Pero no Mucho volta com um novo elenco: Elias Andreato, Norival Rizzo, Nilton Bicudo, Alex Gruli. O texto é de Célia Regina Forte e a direção de José Possi Neto. Todas às terças feiras no Teatro Shopping Frei Caneca.  A re-estreia será na próxima terça-feira (7).

A peça apresenta a relação afetuosa e ao mesmo tempo conturbada de quatro amigas:  Debora(Norival Rizzo), Fram(Elias Andreato), Olívia (Nilton Bicudo) e Sara (Alex Gruli). Numa tarde as amigas se encontram e começam a colocar em questão todas as suas mágoas e neuroses.

Com humor e ironia, elas falam sobre as suas loucuras e expõem detalhes dos seus cotidianos. Não há julgamentos de suas atitudes. Leia mais »

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08/03/2012 - 23:37

Strindberg questiona o casamento tradicional

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Brincando com Fogo" - foto por Lígia Jardim

Com direção de Nelson Baskerville, a Cia Mamba de Artes apresenta Brincando Com Fogo, peça inédita no país, dentro das comemorações do centenário de morte do dramaturgo sueco

SÃO PAULO – Hoje em que se discute o modelo romântico de casamento, a montagem da Cia. Mamba de Artes da peça, inédita no Brasil, de August Strindberg, Brincando com Fogo, em cartaz na Caixa Cênica do SESC Pompeia, é mais do que bem-vinda.

Mesmo tendo sido escrita em 1891, a peça é atual justamente por colocar em cheque o casamento tradicional, muito conhecido e praticado por todos nós até hoje. Na montagem dirigida por Nelson Baskerville o público é surpreendido logo ao entrar: ao invés de uma sala comum de exibição, as pessoas se deparam com uma tenda inflável, em que os atores estão preparados para o início de uma cerimônia de casamento, e são, em seguida, conduzidas a se sentar nos dois lados da tenda. Somos ao mesmo tempo espectadores de teatro e convidados do casamento. Leia mais »

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31/08/2011 - 18:06

Uma Relação Tão Delicada

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Daniela Galli e Tania Bondezan em "Ciranda"

Ciranda é a confirmação de Célia Forte como um dos nomes mais expressivos da dramaturgia brasileira contemporânea. Em sua segunda obra teatral (Célia é autora do sucesso Amigas, Pero No Mucho) ela demonstra a capacidade de trabalhar muito bem com recursos sofisticados da escrita teatral.

O cerne da peça está na relação de Lena e Boina, mãe e filha que vivem um relacionamento às turras. Boina é uma executiva sóbria, que condena o comportamento da mãe, Lena,uma mulher libertária, tal qual uma hippie da década de 1970. A partir deste mote Célia, além de abordar os conflitos familiares, faz um belo inventário poético sobre os que lutaram contra a ditadura militar brasileira. Leia mais »

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29/07/2011 - 13:33

Célia Forte faz uma Ciranda na vida de mãe, filha e neta

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Com Tania Bondezan e Daniela Galli e direção de José Possi Neto, novo texto da jornalista e dramaturga mostra como o destino pode aprontar ciladas em nossas vidas

Daniela Galli e Tania Bondezan em "Ciranda"

Um retrato do universo feminino tendo como foco 15 anos na vida de três mulheres da mesma família, a mãe, sua filha e a neta. Esse o argumento da nova peça de Célia Forte, Ciranda, em cartaz no Teatro Eva Herz até 28 de agosto, com Tania Bondezan e Daniela Galli dando vida a essas três mulheres de gerações distintas.

Nesse segundo texto teatral, Célia Forte debruça-se novamente sobre o mundo feminino. Se em Amigas, pero no mucho a rivalidade entre quatro amigas (interpretadas por atores) era o mote central, dessa vez a essência da discussão fica para as diferenças de visão de mundo entre mãe e filha e como o destino provoca verdadeiras cirandas na vida das pessoas. Leia mais »

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25/07/2011 - 22:11

Ciranda nas voltas que a vida dá

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Daniela Galli, Célia Forte e Tânia Bondezan

Há um movimento singelo, perene e ambíguo nas voltas que a vida dá. Seguindo o trajeto da existência, Célia Regina Forte decalca emoção em doses cavalares, sem perder os recortes cômicos da vida-nossa-de-cada-dia, em seu segundo texto a ser encenado, Ciranda, dirigido por José Possi Neto, em cartaz de sexta a domingo no aconchegante Teatro Eva Herz.

Os figurinos, de beleza ímpar, assinados por Fábio Namatame (também o autor do cenário, a casa de Lena, formando um painel com colagens de fotos e cartazes de ídolos da juventude nos anos 1960/ 70, uma verdadeira obra de arte), deixa evidente a linha que norteia a concepção de Possi: as roupas de Lena (Tânia Bondezan), a mãe, dona de um restaurante vegetariano, remetem ao universo hippie, desapegado dos valores materiais, típicos de sua geração; já Boina (Daniela Galli), a filha que teve aos 17 anos, usa uma roupa sintética, uma espécie de tailleur preto, cabelos presos num coque, que definem bem sua personalidade oposta a da mãe. Ela é o produto de uma burguesia capitalista, ligada ao poder e aos benefícios obtidos com o dinheiro. Entretanto, o texto passa ao largo da discussão de ideologias opostas das personagens, sobrando espaço para situações cômicas que pontuam a vida entre gerações opostas.

Num segundo momento, Célia propõe um interessante jogo dramático: Leia mais »

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13/09/2010 - 13:58

Três anos de Teatro Eva Herz comemorados com programação especial e abertura de filiais

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Guilherme Leme apresenta adaptação de "O Estrangeiro", de Camus

Na última quarta-feira (8), o Teatro Eva Herz, com a estreia do monólogo Dos Escombros de Pagu, deu início às comemorações de seus três anos de atividade exemplar. Logo mais, com a leitura dramática de Ciranda, de Célia Forte, dirigida por José Possi Neto, começa uma semana de intensas atividades na unidade paulistana, culminando na inauguração de filiais do teatro em Brasília e Salvador.

Desde sua inauguração, dia 15 de setembro de 2007, que o Teatro Eva Herz, sob direção artística de Dan Stulbach, prima pela qualidade de sua programação, conforme declaração emocionada antes do início da estreia de Dos Escombros de Pagu, mais um espetáculo de inúmeras qualidades como a inspirada interpretação de Renata Zanetha e o belo texto de Tereza Silveira. Leia mais »

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