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08/05/2012 - 17:59

Celso Frateschi protagoniza Processo de Giordano Bruno

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Processo de Giordano Bruno" - foto de João Caldas

Dirigido por Rubens Rusche, o espetáculo apresenta a trajetória do filósofo condenado à fogueira pela Inquisição

SÃO PAULO – A peça Processo de Giordano Bruno, do dramaturgo italiano Mário Moretti, apresenta momentos da vida do filósofo italiano que foi vítima da Inquisição, estreia nesta sexta-feira (11)o, às 21h, no SESC Vila Mariana. O personagem é vivido pelo ator Celso Frateschi.  Rubens Rusche é responsável pela direção e tradução do texto.

Processo de Giordano Bruno apresenta os últimos oito anos da vida do filósofo, astrônomo e matemático italiano, Giordano Bruno (1548-1600), o qual criou mais de 20 obras revolucionárias e que foi punido por defender que o universo é infinito e que a Terra girava em torno do Sol.

Para contar a história de Giordano Bruno, o autor Mário Moretti realizou minuciosa pesquisa dos processos dos tribunais da Inquisição de Veneza e Roma, o que dá as cenas um atrativo especial e faz um resgate histórico. Leia mais »

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30/11/2011 - 20:28

O Grande Inquisidor agora no SESC Pompeia

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"O Grande Inquisidor" - crédito Águeda Amaral

SÃO PAULO – Sucesso de público e crítica, o espetáculo O Grande Inquisidor tem adaptação e direção de Rubens Rusche, cenografia e figurinos de Sylvia Moreira e traz à cena o ator Celso Frateschi. A montagem está de volta, dessa vez no SESC Pompeia.

“Recentemente, encenadores, como Patrice Chéreau e Peter Brook, entre outros, realizaram versões teatrais da obra com grande sucesso. O que nos inspira montar esse texto nos dias de hoje é sua pertinência poética e a contundência das questões que ele concretiza para o homem e para a sociedade do início do século 21. Talvez esta seja a sua contribuição para o teatro”, diz Celso Frateschi.

Sobre a construção de seu personagem, Frateschi detalha: “Busco a complexidade de suas relações e suas múltiplas possibilidades, para depois sintetizar, em ações essenciais, signos poéticos que possam estimular o prazer e a reflexão da plateia. O nosso Grande Inquisidor, feliz e infelizmente, é aquilo que está em cada um de nós e que, se ainda nos resta alguma esperança, repudiamos. É mais fácil vê-lo nos outros do que em nós mesmos, mas ele está em cada um de nós, passiva ou ativamente. Essa é a grande provocação de Dostoievski”. Leia mais »

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18/08/2010 - 22:15

Monique Gardenberg volta à direção teatral

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Com longas metragens bem-sucedidos, caso de Jenipapo, Benjamim e Ó Pai Ó, além de incursões certeiras nos palcos – quem poderá esquecer-se do impactante Os Sete Afluentes do Rio Ota –, Monique Gardenberg volta à direção teatral em Inverno da Luz Vermelha, de Adam Rapp, cuja estreia será sexta-feira (20), em sessão para convidados, e sábado (21), para o público em geral, no Teatro Faap.

A peça se passa no “Bairro da Luz Vermelha” (“Red Light Distritic”), famosa zona de prostituição em Amsterdã, onde os amigos David (André Frateschi) e Matheus (Rafael Primot), em viajem turística conhecem e se relacionam com uma mesma mulher (interpretada por Marjorie Estiano). Um ano depois, já de volta a seu país de origem, cada qual a seu modo reage ao re-encontro.

Indicado ao Prêmio Pulitzer, Inverno da Luz Vermelha, do autor inédito no Brasil, Adam Rapp, busca um tom coloquial para, aos poucos, traçar a personalidade dos personagens e evidenciar as conseqüências de um triângulo amoroso em que sentimentos como o amor e o ódio geram um resultado devastador. Leia mais »

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19/05/2010 - 14:35

Ultrapassados ou não?

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

O ator Celso Frateschi comemora 40 anos de carreira no monólogo "O Grande Inquisidor"

Alguns espectadores que saem do Teatro Bibi Ferreira discutem se A Dança Final está ultrapassada ou não. Tudo por conta do Viagra. Em primeiro lugar a peça em cartaz no momento, com as maravilhosas interpretações de Denise Weinberg e Norival Rizzo, foi escrita por Plínio Marcos em 1993 e re-escrita em 2002, para a primeira montagem dirigida por Kiko Jaez, onde se incluía o Viagra que o protagonista não podia tomar.

O espetáculo atual se baseia no texto de 1993 e não inclui o medicamento propositadamente, pois menciona que alguém do mesmo prédio não podia tomá-lo por ser diabético. Leia mais »

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