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19/07/2012 - 07:05

Comédia romântica revela o talento da jovem atriz Julia Gomes

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Garota do Adeus"

SÃO PAULO   – A Garota do Adeus apresenta o dia-a-dia de uma bailarina que é obrigada a dividir o seu apartamento com  Hélio, um desconhecido, depois que é abandonada pelo namorado.

Paula (Gabriela Duarte) vive com a filha Luci (Julia Gomes), de dez anos, e não tem sorte nos seus relacionamentos. Como o título da peça sugere, ela é sempre deixada pelas pessoas que ama.

Num primeiro momento, Hélio e Paula não conseguem se entender devido às diferenças de personalidade, mas aos poucos os dois personagens vão se aproximando e o amor é inevitável. São duas pessoas sozinhas, em busca do sucesso profissional e que apesar das diferenças começam se encantar um pelo outro. Leia mais »

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23/09/2011 - 19:47

Cabaré Stravaganza tem estreia virtual nesta terça

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Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Elenco de "Cabaré Stravaganza"

Radicalizando a pesquisa sobre o que nomeiam de Teatro Expandido, inaugurado com o espetáculo Hipóteses Sobre o Amor e a Verdade (2009), a cia. de teatro Os Satyros faz a estreia digital do espetáculo Cabaret Stravaganza, dirigido por Rodolfo García Vázquez. O evento começa às 19h30 no Restaurante Rose Velt e a distribuição de ingressos começa uma hora antes, com debate, coletiva de imprensa e a presença dos atores.

A pesquisa do denominado Teatro Expandido busca promover a interação entre os corpos físicos e as diversas próteses cibernéticas, de celulares a operações cirúrgicas, de identidades físicas a digitais. Na noite de lançamento, uma das cenas da peça será exibida pelo hotsite e o público poderá interagir com o elenco por meio das redes sociais, já ativadas com informações, fotos e curiosidades postadas pelo elenco.

“O ator do novo teatro se expandirá em apetrechos tecnológicos que completarão sua performance cênica. O conceito de atuação se ampliará. O corpo físico do ator será sua realidade carnal original e suas próteses incorporadas, tornando-se plataforma a partir da qual o ator expandido realizará suas investigações reais e virtuais”, afirma o grupo.

O espetáculo físico  Cabaret Stravaganza entra em cartaz, dia Leia mais »

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02/09/2011 - 03:58

Beatriz Segall vive mãe de Herson Capri em SP

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Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Beatriz Segall e Herson Capri dividem o palco em "Conversando Com Mamãe"

Beatriz Segall e Herson Capri dividem o palco em "Conversando Com Mamãe"

Além de terem vivido arqui-vilões em telenovelas de Gilberto Braga e do talento superlativo, eles são mãe e filho em Conversando Com Mamãe, adaptação de Jordi Galceran para obra homônima de Santiago Carlos Oves, cuja estreia paulistana será às 21h de hoje, no Teatro Folha. Beatriz Segall vive a mãe de Herson Capri na peça que vem de uma bem-sucedida temporada carioca.

Susana Garcia, casada com Capri na vida real, dirige essa história, concebida para premiado longa-metragem, que aborda a relação entre mãe e filho e o que disso decorre.

Segundo o ator Herson Capri, “a empatia é imediata porque a peça é simples e engraçada, além disso, Beatriz, com seu carisma, conquista a simpatia da plateia desde o começo. A trama atinge a todos, pois fala de mãe, filho, sogra, netos, esposa e marido, enfim, relações familiares, com humor e sensibilidade” Leia mais »

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14/12/2010 - 06:15

Saiba em primeira mão os vencedores do Prêmio APCA de Teatro 2010

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

"Doze Homens e Uma Sentença", eleito o Melhor Espetáculo de Teatro de 2010 pela APCA

A noite da última segunda-feira reuniu críticos da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de diferentes áreas artísticas para a escolha dos artistas premiados por seus respectivos trabalhos realizados em 2010. Como faço parte dos votantes da área Teatro, divulgo em primeira mão a lista dos vencedores do prêmio.

Como podemos escolher os vencedores em apenas sete categorias, as discussões sobre quem deveria receber o APCA de Teatro se estenderam por mais de duas horas. A chuva torrencial que caiu pela cidade de São Paulo fez com que figuras sempre presentes nas votações como Paschoal XVIII, Celso Curi e Edgar Olímpio de Souza não estivessem presentes à mesa de votantes, esta composta por Afonso Gentil, Erika Riedel, Evaristo Martins de Azevedo, Jefferson Del Rios, Luiz Fernando Ramos, Maria Lúcia Candeias, Mauro Fernando Mello, Michel Fernandes e Vinício Angelici. Leia mais »

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10/09/2010 - 16:45

Roberto Zucco em cena panorâmica

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Peça de Koltès retrata últimos dias de Zucco

Que Rodolfo Garcia Vázques está entre os melhores encenadores brasileiros não há quem duvide. Mas, desta vez, ele consegue surpreender mesmo o público assíduo de suas montagens. Coloca em cena o texto de Bernard-Marie Koltès, Roberto Zucco, sobre o criminoso Roberto Zucco (que esteve em cartaz há alguns anos, dirigido por Beatriz Azevedo, com tradução de Fernando Peixoto).

Só que desta vez foi adaptado com brilho pelo próprio diretor, que não contente com isso, faz dos Satyros, um teatro inusitado: As cenas transcorrem ao redor de toda a sala sucessivamente, dando ao espectador a sensação de que se encontra rodeado pela violência, como está na vida real atualmente, mesmo que nem sempre esteja consciente. Leia mais »

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01/05/2010 - 06:28

Transexuais, “Teatro Expandido” e “Teatros do Real” em Hipóteses Para o Amor e a Verdade n’ Os Satyros

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Phedra D' Córdoba e Esther Antunes em HIPÓTESES PARA O AMOR E A VERDADE

Estreia logo mais um instigante trabalho da Cia. de Teatro Os Satyros com propostas que prometem abalar a forma tradicional em que o teatro se apresenta. Hipóteses Para o Amor e a Verdade, texto de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, que também assina a direção, busca investigar a linguagem que batizaram de “Teatro Expandido”.

No elenco atores, não atores e três transexuais: uma delas a diva da companhia, a deliciosa e dona de talento ímpar, Phedra D’ Córdoba. A trama e personagens surgiram nas entrevistas realizadas com a população que circunda a Praça Roosevelt. E posso garantir que a fauna de tipos humanos é bastante diversificada.

Antes de entrar no enredo da peça, peço licença ao senhor leitor para observar um dos motivos que mais me instiga a assistir a peça: no artigo “Teatros do Real”, um dos brilhantes textos de Teatralidades Contemporâneas, escrito por Sílvia Fernandes – uma de nossas mais competentes teóricas de teatro –, é apontado como característica da linguagem teatral contemporânea essa mescla de ficção e verdade, apoiada numa representação que rejeita o naturalismo, bem como o engajamento político didático, o foco da ação no indivíduo e como ele dialoga com seu meio social. E essa parece ser a proposta de Hipóteses Para o Amor e a Verdade que tem como mote a vida de pessoas anônimas do centro de São Paulo, suas crenças e seus afetos diante da Nova Humanidade. Leia mais »

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21/09/2009 - 03:07

Espetáculo musical de Phedra D. Córdoba celebra 20 anos d’ Os Satyros

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

phedrastranger

Phedra D. Córdoba, a Diva d' Os Satyros, estreia solo musical

 

Transexual, Phedra nasceu Rodolfo em Havana (Cuba) e, no final dos anos 1950, depois de ir ao Baile dos Enxutos no Rio de Janeiro (antigo baile carnavalesco como o Gala Gay), decidiu sair do casulo e desabrochar sua, já clara, alma feminina. Bailava, à época, dança flamenca com a bailarina, também cubana, Lupe Sevilla, com o nome artístico Felipe de Córdoba, em Revistas do antológico Walter Pinto. Agora, sob direção do premiadíssimo diretor Rodolfo García Vázquez, o lado vedete da atriz volta ao foco em espetáculo com releituras de músicas de Mercedes Sosa, La Lupe, Raul Seixas, U2, entre outras, como parte das comemorações dos 20 anos do grupo.

“Phedra: A Mulher Que Nunca Existiu”, título que deu aos manuscritos de seus diários, existe há muito mais tempo que sua matriz, Rodolfo Acebal, sobrinho(a) do ator Sergio Acebal,intérprete do famoso personagem Negrito no Teatro Allambra, um dos mais importantes de Cuba, além de renomada carreira cinematográfica  no início do século 20.

Ainda estudando em Havana, em plena puberdade, já se destacava nos bailados flamencos e dançou no corpo de baile da famosa Lola Flores e em diversos espetáculos até formar dupla com Lupe e tornar-se Felipe de Córdoba, dançando em Miami, Nova York, Buenos Aires, Panamá, em shows da dupla ou como atração de espetáculos de personalidades como Dalva de Oliveira.

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