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01/06/2012 - 22:43

O Belo Indiferente agora no Espaço dos Satyros Um

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Djin Sganzerla em "O Belo Indiferente" - foto André Guerreiro Lopes

SÃO PAULO – O Belo Indiferente, do francês Jean Cocteau, sucesso de público e crítica, traz aos palcos a atriz Djin Sganzerla para contar a história da paixão entre uma cantora e seu amante, sob direção de André Guerreiro Lopes em parceria com Helena Ignez, mãe de Djin. A re-estreia será dia 2 de junho, sábado, às 21 horas, no Espaço dos Satyros Um.

O Belo Indiferente é um monólogo com dois personagens: Ela e Ele.  Apresenta a história de uma cantora que está à espera de seu amante, Emílio (Dirceu de Carvalho), num quarto de hotel. Como ele está demorando a chegar, ela fica aflita e tenta encontra-lo telefonando a amigos.

Quando finalmente Emílio chega, deita-se na cama, lê o jornal e está aparentemente alheio à mulher que está à sua frente e tenta, de todas as maneiras, chamar a sua atenção e não se abala mesmo quando o seu amor recebe um telefonema de outra mulher, provavelmente sua amante. Leia mais »

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02/05/2012 - 17:09

Saudades da Grande Mãe Célia Helena

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

A atriz Célia Helena - foto acervo Lilian Herrerias

SÃO PAULO – Daqui a alguns dias celebraremos o Dia das Mães. Tenho a sorte de ter diversas mães: Sueli, Sonia, Noemia e por aí vai. Mães artísticas, também, tenho um sem número, mas certamente minha Grande Mãe das artes é Célia Helena. Abaixo segue o breve perfil que escrevi para o jornal da VII Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo.

A Grande Mãe

Atriz, professora, amiga… Podemos definir essa Grande Mãe Artística com os  mais doces e inequívocos adjetivos superlativos, porque privilegiados, como eu, receberam dela o legado do amor ao teatro.

Pioneira em lançar uma escola de teatro dirigida aos adolescentes, Célia ousou abrir mão de uma carreira prodigiosa – atriz premiada, foi uma das fundadoras do Teatro Oficina – em favor da preocupação em formar atores mais preparados, ou como dizia, “pelo menos formar espectadores mais conscientes”. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags: , , , ,
10/01/2011 - 14:49

Direção que vem da escola

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Célia Helena e Raul Cortez, mãe e pai de Lígia Cortez

Artigo de Michel Fernandes para o jornal Diário de São Paulo publicado na edição impressa de 09/01/2011

Em 1977, a atriz Célia Helena notou certa dificuldade em encontrar um curso especializado em teatro para jovens. Buscava um caminho para que Lígia Cortez, sua filha com o ator Raul Cortez, iniciasse sua trajetória investigativa nas Artes Cênicas. Nascia o embrião do Teatro-escola Célia Helena que alguns anos depois se tornaria curso profissionalizante pioneiro, responsável pela profissionalização de grande número de artistas do teatro brasileiro (Carolina Kasting, Jay Vaquer, Antonio Caloni, Eric Nowinski, Hugo Picchi, Fabiano Augusto, Jiddú Pinheiro, são alguns exemplos) ou, no mínimo, grandes apaixonados pelo teatro, conforme desejo da atriz.

A morte prematura de Célia, com seu sorriso maternal afagando os jovens ansiosos pelo futuro que é tão incerto, ao mesmo tempo exigente feito mãe zelosa a incitar seu filho na entrega vertical do conhecimento, para que ele domine os instrumentais que tornam mais eloquente seu desempenho

Lígia Cortez

profissional, permanecem inalterados graças a competência de Lígia Cortez, atriz de qualidade insuspeita, que tomou a missão da mãe na formação de novos artistas com tal zelo e competência, que obteve a nota máxima do MEC garantindo que a escola ampliasse seu espectro educacional.

Agora, além do curso técnico profissionalizante, há a Escola Superior de Artes Célia Helena que, agora, oferece um curso de pós-graduação, Lato Sensu, em direção, com profissionais do mais alto gabarito (Cida Moreira, Denise Weinberg, Flávio Desgranges, Marco Antonio Rodrigues, Ulisses Cohn, Antonio Araújo, Marcelo Lazzaratto, entre outros). As aulas são das 9h ao meio-dia e das 13 às 18 horas, sempre aos sábados, durante um ano e meio. As inscrições vão até o dia 13 de janeiro e são apenas 30 vagas. A aula inaugural, com o prof. Dr. Márcio Aurélio (Unicamp), será no dia 29 de janeiro de 2011.

Em entrevista exclusiva a Michel Fernandes, Lígia Cortez falou mais sobre o curso e projetos da Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH). Leia mais »

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11/05/2010 - 23:20

Célia Helena ganha biografia pela Coleção Aplauso

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Célia Helena com a filha Elisa Ohtake

“O essencial é identificar-me com a personagem, pois como atriz sou meio bicho, totalmente intuitiva, não adianta querer racionalizar as coisas. Senti, captei, e pronto, interpreto”. As palavras são da atriz Célia Helena, uma das mais importantes da história do teatro brasileiro, ao definir a forma como desenvolvia seu trabalho, reconhecido nos palcos e também no ensino das artes cênicas aos jovens. Na essência, ela era “Uma atriz visceral”, tal qual sugere o perfil descrito pela também atriz e escritora Nydia Licia na obra da Coleção Aplauso, produzida pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, com lançamento marcado para a próxima quinta-feira (13), na livraria Cultura do Conjunto Nacional. Na oportunidade também será lançada a revista Olhares, da Escola Superior de Artes Célia Helena, editada por Luiz Fernando Ramos, crítico de teatro e um dos editores da revista Sala Preta, da Universidade de São Paulo, onde é professor da Escola de Artes e Comunicação.

Uma das dez filhas do casal Octaviano Raymundo Silva e Lygia Camargo Silva, Célia Helena sempre procurou usar a intuição para nortear seus passos como artista. Aos 15 anos decidiu ser atriz, opção ousada para os padrões da época. O fato incomum de escolher o rumo de sua vida tão cedo denotava uma independência não usual em famílias burguesas nos idos dos anos 1950.

Celinha, como é denominada por Nydia, enfrentou críticas e conselhos contrários a sua escolha. Convicta, mesmo não podendo ser aceita na Escola de Arte Dramática (EAD) pela pouca idade, se inscreveu no Centro de Estudos Cinematográficos de São Paulo com o intuito de aprender a arte de representar.

Começa então a história de uma das mais elogiadas atrizes brasileiras, dona de uma beleza, talento e personalidade inquietantes. Seu legado ficou em suas mais de cem interpretações, que incluem 80 peças de teatro e produções de TV e cinema. Além, é claro, da criação de sua escola de ensino de artes cênicas, que hoje se tornou uma faculdade. Leia mais »

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25/10/2009 - 20:57

A Festa do Teatro na Mostra de Cinema

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Cena de <i><b>O Velho Ciumento</b></i>, com Ítalo Rossi e Fernanda Montenegro

Cena de O Velho Ciumento, com Ítalo Rossi e Fernanda Montenegro

Na próxima quarta-feira (28), a Coleção Aplauso da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, comemora mais uma façanha: Serão lançados, como parte integrante da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, 39 títulos que fazem a recuperação da memória do teatro e do cinema brasileiro. Também é o momento em que a Coleção comemora os seus cinco anos de existência.

 

 

Entre os destaques desta leva de livros estão: As biografias de Fernanda Montenegro, Célia Helena, Naum Alves de Souza, José Renato, Isolda Cresta e tantos outros. Haverá também, a edição dos textos dramáticos de autores importantes do teatro brasileiro como Abílio Pereira de Almeida e Chico de Assis.

“A Coleção Aplauso vem cumprindo com rigor a proposta da Imprensa Oficial de contar a história da dramaturgia brasileira por meio de depoimentos de seus principais personagens e a marca dos 200 títulos é a prova mais concreta disso”, conta Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial e idealizador da Coleção. Leia mais »

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