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13/07/2012 - 16:01

Sonhos Para Vestir volta ao cartaz no Rio de Janeiro

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Sara Antunes apresenta "Sonhos para Vestir"

RIO DE JANEIRO – Considerada pela crítica como uma das melhores peças do Festival de Curitiba de 2011, Sonhos para Vestir tem a sua dramaturgia construída a partir da relação da autora com o seu pai, que faleceu há cinco anos.

Através de palavras e sonhos, numa troca constante com o espectador, o texto estabelece um diálogo entre o vivido e o sonhado, o dia e a noite, a vida e a morte.

É possível materializar um sonho? A partir do diálogo com o público, que é delicadamente convidado a entrar no jogo, Sara Antunes conduz o espetáculo, costurando um novo roteiro a cada apresentação. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias, MICHEL FERNANDES RECOMENDA Tags: , , , , , , , , ,
29/01/2012 - 19:44

Palácio do Fim: os horrores de uma guerra

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Vera Holtz emociona em "Palácio do Fim"

Baseada em fatos do conflito do Iraque, a peça de Judith Thompson mostra o drama de uma iraquiana vítima de tortura, o dilema de um cientista britânico que denunciou a farsa das armas de destruição em massa e o relato de uma recruta norte-americana acusada de abuso aos prisioneiros de Abu Ghraib. Direção de José Wilker, com Vera Holtz, Antonio Petrin e Camila Morgado

SÃO PAULO – Independe do período da história da humanidade: guerra é sempre indefensável. Os horrores que ela causa — seja para uma pessoa, para uma família, uma nação ou para todo o planeta — são sempre devastadores. A arte retrata, invariavelmente, os conflitos armados; na maioria das vezes, como forma de denúncia das atrocidades geradas por eles.

A dramaturga canadense Judith Thompson em Palácio do Fim, em cartaz no SESC Consolação até 11 de março, não fez diferente. Partiu de fatos reais da Guerra do Iraque e criou três monólogos, que na montagem dirigida por José Wilker, são intercalados nos 90 minutos de duração do espetáculo. As três histórias relatam experiências de personagens que, mesmo em campos opostos, tiveram suas vidas brutalmente alteradas com o advento da guerra. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , ,
20/11/2010 - 13:40

Veja galeria de fotos de “O Estrangeiro”

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Monólogo é dirigido pela excelente atriz Vera Holtz

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Guilherme Leme esbanja segurança e talento em “O Estrangeiro

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17/11/2010 - 13:12

Guilherme Leme esbanja segurança e talento em “O Estrangeiro”

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Monólogo é dirigido pela excelente atriz Vera Holtz

O que realmente me encanta numa peça teatral é quando a proposta parece estar de acordo com as ambições dos artistas envolvidos na representação. Tudo é uma questão de comunicação. Dois pólos: um que emite, outro que recebe. Esse é o caminho seguido em “O Estrangeiro”, romance de Alberto Camus, cartaz do Teatro Eva Herz (só até domingo!), em que o ator Guilherme Leme esbanja segurança e talento alicerçado pela sólida direção da atriz Vera Holtz.

Tudo é simples e direto: Meursault, personagem interpretado por Leme, narra sua trajetória enquanto veste um sóbrio terno preto sobre camisa e regata branca, uma cueca samba-canção branca e meias, também, brancas. O claro e o escuro permeiam toda a trajetória da personagem.

A simplicidade do cenário – uma cadeira de madeira giratória, o teto e um linóleo brancos, que delimitam o claustrofóbico espaço cênico onde Meursault está confinado -, a iluminação formada por luzes sem outra cor senão o branco, além da sombra que sua diminuição provoca, contribui para a edificação da simplicidade e para que o público seja enlaçado pela narrativa, sem, no entanto, provocar uma catarse de comiseração por Meursault. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , , , , , , , ,
11/11/2010 - 17:37

Montagem inédita coloca romance de Albert Camus em cena

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Guilherme Leme apresenta adaptação de "O Estrangeiro", de Camus

Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Guilherme Leme é o protagonista do monólogo “O Estrangeiro” e divide a direção com Vera Holtz

Com inúmeras atrações na cidade, como a Bienal Internacional de Artes, a Mostra Internacional de Cinema, o Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual, além de filmes concorridos em cartaz (“Tropa de Elite 2”, por exemplo), o público paulistano não pode deixar de assistir, no Teatro Eva Herz, à inédita montagem do clássico romance francês “O Estrangeiro”, de Albert Camus, com Guilherme Leme, que divide a direção com Vera Holtz e é o protagonista da peça.

Com uma linguagem direta, Meursault, um funcionário discreto que vive na cidade de Argel nos anos 1940, narra sua trajetória de vida com objetividade. Numa cadeira giratória, o ator está de camiseta e cueca brancas e à medida que relata sua experiência vai se vestindo. Aos poucos o espectador entende que ele vivia com a mãe e por necessidade precisou colocá-la no asilo. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , ,
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