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17/02/2012 - 15:48

12 Homens e Uma Sentença comemora 200 apresentações e faz sessão extra

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Peça faz sessão segunda

SÃO PAULO – Não é qualquer espetáculo que completa 200 apresentações com um histórico de prêmios, elogios da crítica e bem-sucedidas temporadas como 12 Homens e Uma Sentença, sob a enxuta e inteligente direção de Eduardo Tolentino de Araújo, que se apresenta hoje, 21h, no Tucarena, comemorando sua ducentésima apresentação. Na segunda-feira (20) de carnaval terá sessão extra, às 21h.

Em 1957, pelas mãos de Sidney Lumet, 12 Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose, chegava às telas para perpertuar-se como clássico cinematográfico. Mais de 50 anos se passaram e, espantosamente, a crise ética impulsionada pelo texto de Rose parece ecoar velhas crises em novos tempos.

“É possível”, essa singela frase disparada por um dos personagens da peça, dirigida por Eduardo Tolentino de Araújo (notório diretor do Grupo TAPA), detona a ambiguidade do veredicto.

Doze componentes do corpo de jurados de um parricídio estão numa sala para efetivar a sentença. Num primeiro momento, pelo menos onze deles estão convictos de que o filho que havia discutido com o pai minutos antes do assassinato era o culpado pelo crime.

Mas para a condenação à morte é preciso unanimidade dos votos e eis que um dos jurados coloca a culpabilidade do réu em cheque. Esse é o estopim para que a semente da dúvida germine e revele os pré-julgamentos embutidos nas decisões anteriores. Leia mais »

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26/01/2011 - 17:17

A possibilidade abala veredicto de “Doze Homens…”

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Crítica de Michel Fernandes para O Diário de São Paulo publicada dia 22 de janeiro de 2011

“12 Homens e Uma Sentença”, crédito Zineb Benchekchou

Em 1957, pelas mãos de Sidney Lumet, “Doze Homens e Uma Sentença”, de Reginald Rose, chegava às telas para perpertuar-se como clássico cinematográfico. Mais de 50 anos se passaram e, espantosamente, a crise ética impulsionada pelo texto de Rose parece ecoar velhas crises em novos tempos.

“É possível”, essa singela frase disparada por um dos personagens da peça, dirigida por Eduardo Tolentino de Araújo (notório diretor do Grupo TAPA), detona a ambiguidade do veredicto.

Doze componentes do corpo de jurados de um parricídio estão numa sala para efetivar a sentença. Num primeiro momento, Leia mais »

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09/12/2010 - 22:06

E o palco do CCBB aguenta o peso de tantas feras!?

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

crédito Zineb Benchekchou

Não é questão de gordura, mas de competência. Nunca vi uma montagem com tantos grandes atores ao mesmo tempo. É o que acontece em “12 Homens e Uma Sentença”, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil de quinta a domingo. Uma maravilha.

A peça traz como trama uma reunião de jurados para resolver se um réu é inocente ou culpado. A discussão começa com Genézio de Barros e Norival Rizzo e se alastra por todo o grupo. São eles José Renato (ator que fundou o Teatro de Arena), Oswaldo Mendes (um dos fundadores do Arte e Ciência na Palco), Brian Penido (do Grupo TAPA). Além deles, André Garolli, Eduardo Semerjian, Ivo Müller, Ricardo Dantas, Augusto César, Marcelo Pacífico, Riba Carlovich e ainda, o guarda, Fernando Medeiros. Leia mais »

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02/12/2010 - 17:44

“12 Homens e Uma Sentença”: texto brilhante para interpretações sublimes

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“12 Homens e Uma Sentença”, crédito Zineb Benchekchou

Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Peça de Reginald Rose, com direção de Eduardo Tolentino de Araújo, fica em cartaz até 19 de dezembro no CCBB-SP

Uma história instigante e envolvente com um elenco de 12 atores afinadíssimos e de muito talento. Essa é a impressão de quem assiste “12 Homens e Uma Sentença”, que fica em cartaz no CCBB até 19 de dezembro.
Originalmente a história foi criada para uma série de TV dos EUA nos anos 50, mas ganhou, pelas mãos do ator Henry Fonda, uma versão para o cinema, com direção de Sidney Lumet. Só em 1963 chegou aos palcos do mundo, sempre com muito sucesso. E pela primeira vez é encenada no Brasil, graças aos produtores Ana e Mário Paz, que convidaram Eduardo Tolentino de Araújo para a direção. Leia mais »

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08/04/2010 - 05:20

Mônica Martelli de volta a São Paulo

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Mônica Martelli em cena

Ela está de volta a São Paulo com a sua deliciosa comédia que completou cinco anos em cartaz e foi vista por mais de um milhão de espectadores. Mônica Martelli volta a São Paulo, onde nos anos de 2007 e 2008 reinou absoluta no palco do Teatro Procópio Ferreira, no Teatro do Shopping Frei Caneca nesta sexta-feira (9).

Sua peça Os Homens são de Marte… E é pra lá que eu vou! trata do grande dilema vivido pelas mulheres solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é, ou será protagonista desta história de aventuras, encontros, desencontros, solidões, equívocos, adrenalinas, ilusões, alegrias, dúvidas. Leia mais »

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