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03/03/2012 - 18:24

Teatro do Incêndio apresenta uma São Paulo Surrealista

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"SP Surrealista" - -foto de Bob Sousa

SÃO PAULO – A Cia. Teatro do Incêndio apresenta seu novo espetáculo São Paulo Surrealista, ritual teatral dirigido por Marcelo Marcus Fonseca, montagem inaugural da programação teatral da casa noturna Madame (antiga Madame Satã que reabriu suas portas totalmente reformada e sob nova direção).

Este novo projeto da companhia, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, é uma ode à cidade e seus personagens, confrontando – em um jogo de imagens sobrepostas – as contradições e fantasias da metrópole. Em São Paulo Surrealista o público confere o resultado da primeira fase desta pesquisa do Teatro do Incêndio.

O espetáculo não conta, necessariamente, uma história. Para revelar a cidade real, nada é realista. Os textos são colagens emolduradas por imagens e figuras da metrópole, sejam elas reais ou distorcidas, tendo na música ao vivo um elemento essencial para traduzir sua pulsação.

“Esta montagem propõe também que o público perceba a cidade pelos olhos de André Breton, um dos criadores do surrealismo, em um jogo que ressaltapontos turísticos, monumentos, terreiros, restaurantes e bordeis paulistanos”, explica o diretor Marcelo Marcus Fonseca. Leia mais »

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31/05/2011 - 17:11

Joana d’Arc de Schiller é apresentado pela primeira vez no Brasil

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Teatro do Incêndio apresenta texto de Schiller inédito no Brasil

Joana D’Arc é citada na dramaturgia pela primeira vez, ao que parece, em uma das peças históricas de William Shakespeare. Depois disso, virou protagonista de um número incrível de autores. Para citar os mais conhecidos: Friedrich Schiller, Jean Anouilh, Jean Cocteau, Voltaire, George Bernard Shaw e Bertold Brecht.

Isso se deve à polêmica de que poderia ela ser uma farsante bem como uma iluminada. De um modo ou de outro ninguém discorda de que ela comandou as tropas dos franceses que acabaram vencendo os ingleses na guerra dos trinta anos (período medieval). A Igreja Católica só a canonizou em 1920, quinhentos anos após sua morte. Antecipando-se a isso, Schiller (1759-1805) escreveu uma peça em sua homenagem colocando-a não apenas como comandante dos exércitos vencedores, mas como comandada por Deus. Leia mais »

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17/05/2011 - 22:17

Inédito no Brasil, texto de Schiller conta a história de Joana D’Arc

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Liz Reis vive Joana D'Arc

A Cia. Teatro do Incêndio estreia texto inédito no Brasil do alemão Friedrich Von Schiller quarta-feira (18), 21h, no Teatro Bibi Ferreira. Com direção de Marcelo Marcus Fonseca, Joana D’ Arc tem Liz Reis como protagonista.

Joana D’Arc” conta a peculiar história da guerreira herética tornada santa e mito, que há séculos atrai multidões. O texto inédito, do alemão Friedrich Von Schiller, de 1801, foi traduzido por Mario Vitor Santos especialmente para esta encenação. A peça traz uma visão particular da trajetória da heroína francesa, cognominada de a “Virgem de Orleans”, que foi acusada, julgada e queimada viva por heresia. Na obra de Schiller, ela é perdoada em vida e tem uma morte gloriosa no campo de batalha. O autor recria poeticamente a história para fazer uma reflexão sobre guerra, paz, fé e amor. Leia mais »

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18/11/2009 - 21:14

Última semana de Na Selva das Cidades

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Teatro do Incêndio encena <i>Na Selva das Cidades</i>

Teatro do Incêndio encena Na Selva das Cidades

 

Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

 

 Na iminência de encerrar o terceiro mês de uma pródiga temporada 2009 – domingo (22) –, Na Selva das Cidades, do Teatro do Incêndio já tem retorno programado para meados de fevereiro de 2010, no Teatro Aliança Francesa, onde cumpre sua segunda temporada neste ano – a primeira, sempre com platéia lotada, estreou no emblemático 11 de setembro, no Teatro da Funarte. E não voltará sozinha, mas, segundo Marcelo Marcus Fonseca, diretor-fundador da companhia, o espetáculo escrito pelo alemão Bertold Brecht, ancorará um “sonhado repertório do grupo” que, também, trará “outros dois autores em peças nunca traduzidas para o português”,  além de um ciclo de leituras de obras transgressoras, “o que faz parte da história do Teatro do Incêndio”.

Escrita na juventude de Bertold Brecht, em 1922, Na Selva das Cidades, embora anti-capitalista, nada tem do didatismo marxista que o autor alemão empregaria em suas peças da maturidade, mas, mesmo assim, trata do capital de maneira franca e crua.

 “Na Selva das Cidades traz assuntos correlatos ao cotidiano do espectador que observa, assustado, a fraqueza moral em suas calçadas”, diz Fonseca, também integrante do elenco do Teatro do Incêndio.

 

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