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15/05/2012 - 20:40

Grupo Dragão 7 representa o Brasil em Festival angolano

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Grupo Dragão 7 leva "O Auto da Barca do Inferno" à Luanda

LUANDA – Depois de turnê por diversas cidades brasileiras e apresentações na Europa e África, o espetáculo Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, fará apresentações no Festival de Teatro e Artes, em Angola. O festival, que acontecerá entre quinta-feira (17) e 31 de Maio em Luanda, é organizado pelo Elinga Teatro, em parceria com o Ministério da Cultura de Angola e o Governo Provincial de Luanda.

Os artistas do Grupo Dragão 7, que tem a direção de Creusa Borges, terão a oportunidade de estabelecer intercâmbio com países lusófonos. Grupos de Angola, Cabo Verde, Moçambique e Portugal estarão presentes nesta segunda edição do evento.

Em Auto da Barca do Inferno, escrita em 1517, personagens estão num lugar imaginário e ao morrerem procuram pela barca que julgam merecer por direito: A do Céu ou do Inferno. Leia mais »

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02/02/2010 - 17:46

Diretores veteranos celebram elegância cênica

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (afonsogentil@aplausobrasil.com)

Com texto de Neil Simon, comédia está em cartaz no Teatro Folha

Com texto de Neil Simon, comédia está em cartaz no Teatro Folha

Nocauteando uma considerável porção de renitentes, presunçosos e bisonhos adeptos de última hora do processo colaborativo (aquele em que todos dão palpites, geralmente, para o desastre final), método “moderno”, “contemporâneo” de uma montagem teatral, tão em voga ultimamente, para, é bom acrescentar, suplício do público bem informado e bem formado e da crítica mais atenta às investidas estéreis dos sem-talento contra (ora veja!) a competência hegemônica, desde sempre, dos espetáculos onde um diretor congrega e comanda toda a sua equipe para servir às idéias do autor eleito, os  experientes diretores Celso Nunes e José Rubens Siqueira  retornam com dois magníficos exemplos de elegância cênica: Estranho Casal e O Inferno Sou Eu, respectivamente.

Estes dois espetáculos elegantes (como elegância leia-se competência, bom-gosto, equilíbrio técnico-artístico, garbo e todos os demais sinônimos do Aurélio), livram-nos do pesadelo da lembrança do “colaborativo” mais recente, o abominável e irritante DDP-4469, visto em dezembro, mas ainda ocupando o mítico palco do Teatro de Arena, tornando a Funarte uma vítima involuntária e distraída da incompetência do “coletivo” contemplado para usar o espaço. Leia mais »

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