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30/11/2011 - 20:28

O Grande Inquisidor agora no SESC Pompeia

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"O Grande Inquisidor" - crédito Águeda Amaral

SÃO PAULO – Sucesso de público e crítica, o espetáculo O Grande Inquisidor tem adaptação e direção de Rubens Rusche, cenografia e figurinos de Sylvia Moreira e traz à cena o ator Celso Frateschi. A montagem está de volta, dessa vez no SESC Pompeia.

“Recentemente, encenadores, como Patrice Chéreau e Peter Brook, entre outros, realizaram versões teatrais da obra com grande sucesso. O que nos inspira montar esse texto nos dias de hoje é sua pertinência poética e a contundência das questões que ele concretiza para o homem e para a sociedade do início do século 21. Talvez esta seja a sua contribuição para o teatro”, diz Celso Frateschi.

Sobre a construção de seu personagem, Frateschi detalha: “Busco a complexidade de suas relações e suas múltiplas possibilidades, para depois sintetizar, em ações essenciais, signos poéticos que possam estimular o prazer e a reflexão da plateia. O nosso Grande Inquisidor, feliz e infelizmente, é aquilo que está em cada um de nós e que, se ainda nos resta alguma esperança, repudiamos. É mais fácil vê-lo nos outros do que em nós mesmos, mas ele está em cada um de nós, passiva ou ativamente. Essa é a grande provocação de Dostoievski”. Leia mais »

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19/05/2010 - 14:35

Ultrapassados ou não?

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

O ator Celso Frateschi comemora 40 anos de carreira no monólogo "O Grande Inquisidor"

Alguns espectadores que saem do Teatro Bibi Ferreira discutem se A Dança Final está ultrapassada ou não. Tudo por conta do Viagra. Em primeiro lugar a peça em cartaz no momento, com as maravilhosas interpretações de Denise Weinberg e Norival Rizzo, foi escrita por Plínio Marcos em 1993 e re-escrita em 2002, para a primeira montagem dirigida por Kiko Jaez, onde se incluía o Viagra que o protagonista não podia tomar.

O espetáculo atual se baseia no texto de 1993 e não inclui o medicamento propositadamente, pois menciona que alguém do mesmo prédio não podia tomá-lo por ser diabético. Leia mais »

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