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16/08/2012 - 18:21

Grupo Galpão mostra mais dois espetáculos de seu repertório

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

TILL, A SAGA DE UM HERîI TORTO - Grupo Galp‹o (Belo Horizonte/MG - Brasil)

SÃO PAULO – As apresentações de Till, A Saga de um Herói Torto e Tio Vânia integram as comemorações dos 30 anos do Grupo. As temporadas acontecem no mês de agosto: Till será encenado nos próximos sábado (18) às 19h e domingo (19) às 18h; 21 e 22 de agosto – terça e quarta – 17h, no SESC Belenzinho. Tio Vânia terá sessões entre 24 a 26 de agosto, no SESC Vila Mariana.

Além desses dois trabalhos, fazem parte da turnê Romeu e Julieta e Eclipse (inédito em São Paulo).

Tio Vânia (aos que vierem depois de nós) estreou no Festival de Curitiba, em abril de 2011. Participou de festivais, viajou por diversas cidades brasileiras e foi apresentado no Teatro Vascello (Roma/ Itália). Dr Morris assina a trilha sonora. Cenografia e Figurino: Márcio Medina. A direção é de Yara de Novaes.

A montagem apresenta personagens que por diversos motivos estão infelizes com a sua rotina numa propriedade rural. Tio Vânia e Sônia sempre cuidaram da fazenda e deixarem de lado as suas vidas particulares para assim manterem o sustento de seus familiares.

Grupo Galpão apresenta "Tio Vânia" no SESC Vila Mariana

Beirando os 50 anos de idade, Vânia percebe que não sua família não reserva a ele nem um pouco de gratidão e que a sua vida não rendeu grandes conquistas. Não há perspectivas de futuro e a sua alma dilacerada.

A chegada de Serebriákov, pai de Sônia, e sua jovem esposa, Helena, mexe com a estrutura familiar. Serebriákov, um escritor de renome está doente e a sua mulher Helena, é linda, cobiçada e ela acaba atiçando a desarmonia.
A peça começa com a família em torno de uma grande mesa de refeições e os próprios atores modificam o cenário, que se transforma em diversos ambientes, como sala de visitas, cozinhas e quartos. Leia mais »

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02/02/2012 - 15:58

Romeu e Julieta em montagem ao ar livre

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Cia. M.A.T.H.I.L.D.E. apresenta clássico de Shakespeare

SÃO PAULO – Para Shakespeare, a fonte imediata de inspiração para tragédia Romeu e Julieta foi o poema homônimo de Arthur Booke, além de uma versão da mesma história num dos contos do livro Palace of Pleasure, de Paynter. A partir deste sábado (4), no SESC Ipiranga, 18h, o público poderá conferir a nova montagem de Romeu e Julieta, a maior história de amor de todos os tempos, com a Cia. da M.A.T.I.L.D.E..

Dentre seus aspectos inéditos está o fato da montagem ser exibida ao ar livre no belo jardim da unidade, denominado PRAÇA VERMELHA. O espetáculo é uma realização do SESC SP com projeto artístico de Alexandre Brazil e Erike Busoni, fundadores da Cia. da M.A.T.I.L.D.E. a idealizadora do projeto, realizadores da grandiosa montagem de A Tempestade em 2011 (direção de Marcelo Lazzaratto, indicada ao prêmio da Cooperativa Paulista de Teat0ro).

A história tem como cenário a cidade de Verona. Duas famílias poderosas são inimigas mortais: a família Montéquio e a família Capuleto. Vivem em constantes conflitos, os quais perturbam a ordem e a paz da cidade. Tais acontecimentos provocam a ira do Príncipe, que determina severa punição aos envolvidos nos conflitos: caso as brigas e provocações não cessassem, seriam punidos com a morte. Leia mais »

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02/12/2009 - 16:38

Do Começo ao Fim: ausência de conflitos indica desejo utópico

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

 

 

 

Francisco e Thomás, amantes, irmãos

Francisco e Thomás, amantes, irmãos

 

Incomodo até aos mais acostumados aos temas que envolvem algum tabu, que dirão os moralistas-de-plantão?, o novo longa-metragem, de Aluízio Abranches, Do Começo ao Fim, coloca na telona o incesto e um relacionamento gay como temas de fundo. À medida que notamos a ausência de conflitos, que direcionaria o filme ao realismo cotidiano, mais nos convencemos estar diante de um manifesto do cineasta para a celebração de temas tabus, para quase todos os círculos sociais, de maneira natural. No foco do discurso cinematográfico está o Amor.

 

 

A questão do Amor que cresce do simples afeto entre os meio-irmãos, Francisco e Thomas, a sua efetiva identidade sexual não ecoa em conflitos familiares e/ ou sociais o quê, por um lado foge do lugar-comum que uma dose de realismo acarretaria, isso porque temas como homossexualidade e, mais ainda, não são aceitos com tanta facilidade. A opção de Aluízio Abranches não é, sobremaneira, a discussão da sexualidade nem de qualquer ponto polêmico da estrutura social – se a intenção for essa, o roteiro se revela quebradiço e insatisfatório –, mas provocar o espectador pessimista, descrente das relações inter-pessoais, de que a única possibilidade de seu fracasso reside no próprio agente da relação.  Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , ,
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