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26/05/2012 - 00:38

Escritório das Artes anuncia montagem de Ricardo III protagonizada por Leonardo Brício

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Marco Antonio Rodrigues dirige texto de Shakespeare

SÃO PAULO – Sob direção de Marco Antonio Rodrigues , diretor da aclamada montagem de Otelo, com o grupo Folias D’ Arte, o Escritório das Artes – que, recentemente, produziu Casting, A Tempestade e Romeu e Julieta – soltou hoje o flyer de divulgação de sua nova empreitada, seu terceiro Shakespeare: Ricardo III que será protagonizado pelo ator Leonardo Brício.

Paulo Goulart Filho, Nicolas Trevijano, Heitor Goldflus e Fernando Nitsch também estão no elenco; Davi de Brito e Vânia Jaconis assinam a iluminação; o cenário fica à cago de Ulisses Cohn e os figurinos são de Beth Filipeck e Renaldo Machado. É esperar para conferir.

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17/05/2012 - 18:06

Elias Andreato e Leonardo Miggiorin em interpretações vigorosas

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus"

SÃO PAULO – Alan Strang (Leonardo Miggiorin) cegou cinco cavalos com estilete, sem um motivo plausível, e está condenado à prisão. Para tentar salvar a vida do menino, a advogada (Mara Carvalho) conta com a ajuda de um famoso psiquiatra, Martin Dysart ( Elias Andreato) . O destino desse menino está nas mãos desse médico que precisa entender os motivos do crime para ajudá-lo. Eis a base da trama do inglês Peter Schaffer em Equus, cartaz do Teatro Folha.

Leonardo Miggiorin e Patrícia Gasppar em "Equus"

Dysart narra o encontro com o menino e divaga sobre a sua profissão. A solução do caso que tem em mãos é como um quebra-cabeças.  Alan é internado e o público acompanha as sessões com o psiquiatra, as lembranças do rapaz e sua relação com os pais. Aparentemente,  sua vida é normal, com os percalços comuns a qualquer ser humano, mas,  aos poucos, desvendamos seus traumas, suas paixões e fatos que demonstram um comportamento cotidiano a delinear perturbações psicológicas. Leia mais »

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10/05/2012 - 20:49

Incrível como Equus continua atual

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil/ iG (aplaobrasil@aplausobrasil.com)

"Equus", de Peter Schafer, direção de Alexandre Reinecke

SÃO PAULO – A peça Equus, de Peter Shaffer, estreou em São Paulo em 1975, sob direção de Celso Nunes, protagonizada por Paulo Autran e Ewerton de Castro. Ficou dois anos em cartaz por aqui, com mudança de elenco, e depois fez também grande sucesso no Rio. Posteriormente foi montada por outros diretores. O espanto é que mesmo depois de tantos anos é super atual. Não enfoca apenas o psicótico (Leonardo Miggiorin), mas os transtornos que ele causa em seu psiquiatra (Elias Andreato). Um texto imperdível e com excelentes atores, inclusive como coadjuvantes, há nomes de peso como Patrícia Gaspar e Mara Carvalho.

Dirigida por Alexandre Reinecke, além de caprichar na atuação do elenco, a montagem tem excelente cenário que se movimenta quando os envolvidos mudam, criado por André Cortez,  figurinos cem por cento adequados de Renata Young. Leia mais »

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11/04/2012 - 22:49

Cia. Hiato chega ao rol dos melhores coletivos de teatro

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil/ iG (michelfernandes@superig.com.br)

"O Jardim" - foto de Annelize Tozetto

CURITIBA – Desde 2008, com seu primeiro trabalho – Cachorro Morto –, a renomada crítica teatral Mariangela Alves de Lima chamou minha atenção para essa jovem Cia. Hiato, destacando que o grupo “apresentava um trabalho bastante interessante”, à procura de uma dramaturgia que dialogasse com a cena que desejavam realizar. Assisti ao espetáculo e me encantei pelo que vi: jovens talentosos e com muita disciplina na realização do trabalho. Por questões que não interessam ser abordadas aqui, perdi Escuro, segundo trabalho do grupo, e graças ao Festival de Curitiba, tive o prazer de assistir O Jardim, texto e direção de Leonardo Moreira, que estreou ano passado e, sem dúvidas, se a tivesse assistido seria voto certo no prêmio em que sou jurado, o APCA.

"O Jardim" - foto de Annelize Tozetto


Conteúdo e forma são aliados em O Jardim que traz um delicado, comovente, hilário e tenso exercício de memórias esparsas, de épocas diferentes e cruzadas, da vida de um senhor, preso na catatonia de seu Mal de Alzheimer e prestes a ser levado a um asilo. Leia mais »

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03/04/2012 - 23:14

Equus faz sessão extra no Festival de Curitiba

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Da Assessoria de Imprensa do Festival de Curitiba

"Equus"

CURITIBA  – Com as duas sessões regulamentares lotadas, o espetáculo Equus terá uma apresentação extra nesta quarta (4), às 19h, no Teatro Sesc da Esquina. A outra apresentação ocorre às 21 horas.

O texto de Peter Shaffer é um dos clássicos do teatro mundial. A montagem dirigida porAlexandre Reinecke tem Leonardo Miggiorin e Elias Andreato no elenco. Miggiorin faz o jovem atormentado e retraído, fortemente marcado por influência religiosa. Andreato é o psiquiatra que tenta entender o rapaz – num momento delicado, ele cega seis cavalos pelos quais é fascinado.

A perturbadora história invade o campo da psicanálise, das relações familiares e da descoberta da sexualidade adolescente.

No meio disso tudo ainda há espaço para algum burburinho. O jovem astro Miggiorin aparece nu – cena que em 2007 gerou polêmica com o ator inglês Daniel Radcliffe (o Harry Potter da série), que protagonizou uma montagem inglesa da peça. O nudismo de Harry Potter, no entanto, logo perdeu espaço para a performance bastante elogiada do ator, que abriu ali um novo capítulo de sua carreira.

Ingressos

Os ingressos para sessão extra custam R$ 50 e R$ 25 e podem ser comprados nos quiosques dos shoppings Mueller, Palladium e ParkShoppingBarigui , pela internet ou na bilheteria do teatro (que abre uma hora antes da apresentação.

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26/03/2012 - 20:32

Paulo Goulart Filho protagoniza ótima montagem

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Quarto 77" - em cena - Paulo G.Filho e Maria Laura - foto de Demian Golovat

SÃO PAULO – Quarto 77, de Leonardo Alkmim, é um texto interessante, na linha expressionista, enfocando um personagem recém separado da esposa e, talvez, em surto, cuja temporada, de sexta-feira à domingo, segue em cartaz no Teatro Augusta até o próximo dia 8.

Roberto Lage, quem assina a direção, cria um espetáculo extremamente convincente, com pouquíssimos recursos cênicos e acerta também no elenco.

Paulo Goulart Filho está arrasando, envolvendo a plateia o tempo todo. Um sério candidato a melhores do ano. Contracena com ele, Maria Laura Nogueira que também convence o público. Em papel menos extenso há Gisa Guttervil. Leia mais »

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23/03/2012 - 00:03

Teatro Augusta abriga dois bons autores bissextos

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Elenco de "Esconderijo" - foto de Fábi Ghrun

SÃO PAULO – Com tantas estréias acontecendo neste primeiro trimestre, duas presenças interessantes, as dos autores Leonardo Alkmin (Quarto 77) e Leo Chacra (Esconderijo), correm o risco de passar despercebidas. O que seria no mínimo injusto, face às boas qualidades  dos seus trabalhos.

Vivemos tempos de babel estética e formalística, com muitos dos atuais diretores de grupo querendo “marcar território” nessa onda supostamente novidadeira, com releituras, desconstruções ou narrativas fragmentadas de preguiçosa criatividade. Realmente, é muito mais cômodo demolir, que recriar com os instrumentos da  modernidade. Colocam, então, esses encenadores,  autores consagrados de todas as épocas e todos os quadrantes na condição ultrajante de “mera paisagem” em suas discutíveis carnavalizações sem eira nem beira, onde impera o grotesco da graça(?) de mico de circo, entre outras enganações.

Daí o alívio ao nos depararmos com esses dois involuntários arautos do bom uso do palco como plataforma dos questionamentos existenciais, sociais e transcendentais que justificam a  permanência do teatro como  bússola civilizatória.

O PULSANTE REALISMO FANTÁSTICO  DE QUARTO 77

Pouco conhecíamos de Leonardo Alkmin, autor deste instigante exercício de realismo fantástico, cartaz do Augusta 1. Em seu currículo desponta um premiado Cárcere Privado, nas antigas Jornadas SESC de Teatro. Antes Alkmin cursou Artes Cênicas na ECA/USP, mas não há informação em qual delas se formou.

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19/03/2012 - 15:23

Paulo Goulart Filho surpreende em Quarto 77

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Quarto 77" - em cena - Paulo G.Filho e Maria Laura - foto de Demian Golovat

Com direção de Roberto Lage, a peça de Leonardo Alkmim retrata o universo de um homem que se refugia num quarto de hotel e recebe a inesperada visita de uma mulher. Mistério, alucinação, realidade se entrelaçam com um final impactante

SÃO PAULO – Hotel abandonado do centro da cidade. O personagem central de Quarto 77 — peça de Leonardo Alkimm que acaba de estrear no Teatro Augusta — escolhe este local para se refugiar. Sem nome, este Homem, vivido por Paulo Goulart Filho, chega à noite ao hotel fugindo sabe-se lá do quê e, com receio, instala-se para descansar.

“O sono da razão gera monstros”
Para sua surpresa, o Homem acorda e, assustado, vê uma Mulher (interpretada por Maria Laura Nogueira) dormindo na cama ao lado da sua. Aparentemente a cena retrata uma realidade — ela diz que não tinha mais vaga no hotel e como o quarto 77 possui duas camas foi encaminhada para lá. No entanto, o público a partir da repetição da mesma cena (chegada ao quarto, descanso, surpresa ao acordar e diálogo entre os personagens) é levado ao universo misterioso, surreal e angustiante daquele casal. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , ,
14/10/2011 - 23:14

O Prometeu da Cia. Balagan entra em cartaz no TUSP

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

"Prometheus - A Tragédia do Fogo" - Creditos Mônica Côrtes

SÃO PAULO – Depois de anos de pesquisa, incluindo apresentações públicas que permitiram afinar ainda mais o espetáculo, a Cia. Teatro Balagan apresenta Prometheus – A Tragédia do Fogo, dramaturgia de Leonardo Moreira e direção de Maria Thaís, além de uma série de atividades paralelas, no TUSP, para celebrar os 12 anos do grupo.

Na mitologia grega, Prometeu pertence aos mitos de fundação e origem da raça humana. Quando Zeus instaura seu novo reinado, incumbe seu aliado, o titã Prometeu (aquele que pensa antes) e seu irmão Epimeteu (aquele que pensa depois), da distribuição dos dons entre os seres vivos. Epimeteu o faz sozinho e esquece do homem. Prometeu rouba o fogo dos deuses e entrega aos humanos. Castigado, ele é preso ao Cáucaso onde uma águia, durante os dias devora-lhe o fígado, que se regenera durante as noites. Mais tarde, Prometeu é libertado por Héracles.

"Prometheus - A Tragédia do Fogo" - Creditos Fernando Martinez

Prometheus – A Tragédia do Fogo faz uma arqueologia desse mito. As vozes dos atores-narradores, das personagens do mito e do coro se sobrepõem e se articulam no relato dos diversos acontecimentos que compõem a narrativa – a criação do homem, a separação dos deuses e dos homens, do homem e da natureza, dos irmãos Prometeu/ Epimeteu, o roubo do fogo, a condenação do titã ao Cáucaso e sua libertação entre outros.

A encenação, ainda que tenha a palavra como principal meio expressivo, traça relações, paralelos e fricções com outras formas de expressão, como o canto e a dança – mais especificamente com os atos, gestos que compõem as danças dos orixás. Assim, ao lado das narrativas, por meio do espaço cênico, da sonoridade, dos cantos gregos e danças afro-brasileiras, o espetáculo estabelece um espaço de cruzamento entre mundos que, aparentemente, são apartados – o passado e o presente, o tempo mítico e o tempo cronológico, as mitologias grega e africana, entre outros.

Em entrevista ao Aplauso Brasil, Maria Thaís fala sobre a construção do espetáculo, a linha de pesquisa da Balagan e projetos vindouros.

Aplauso Brasil – O que deu início ao desejo em mergulhar nos estudos da tragédia de Prometeu?

Maria Thaís – Leia mais »

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25/02/2011 - 14:39

Rasgo poético no rito de passagem

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Alessandra Negrini e Joaquim Lopes em "A Senhora de Dubuque"

Crítica de Michel Fernandes para a peça A Senhora de Dubuque publicada na edição impressa do Diário de São Paulo de 22 de fevereiro de 2011.

Obsessão do autor Edward Albee, ou simplesmente a busca desesperada que satisfaça a eterna interrogação “quem somos?”, é o barco que conduz A Senhora de Dubuque para um poético rito de passagem.

Sob a capa do coloquialismo naturalista, em que amigos se reúnem na casa do casal Jo (a convincente Alessandra Negrini) e Sam (Joaquim Lopes, em interpretação excelente) – à beira da morte pela debilidade causada por uma doença terminal –, símbolos de extremada beleza poética emergem dando toques metafísicos e atemporais ao que é apresentado como possível cópia do mundo real. Leia mais »

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