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01/02/2011 - 14:41

Peça traz morte como tema central

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Maurício Mellone, colunista colaborador do Aplauso Brasil

Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Sob direção de Leonardo Medeiros, peça traz Karin Rodrigues, Alessandra Negrini, Joaquim Lopes e Edson Montenegro nos papéis centrais

Se há algo de certo nessa vida é a morte. Por mais que todos saibam dessa máxima, poucos lidam

Elenco de "A Senhora Dubuque"

bem ou enfrentam essa verdade. O dramaturgo norte-americano Edward Albee tem a morte como tema em várias de suas peças e, em A Senhora de Dubuque, — texto inédito no Brasil que acabou de estrear no SESC Pinheiros, Teatro Paulo Autran—, novamente tem a finitude humana como centro da discussão.

Sob a direção do ator Leonardo Medeiros, a peça inicia com o casal Jo e Sam, vividos por Alessandra Negrini e Joaquim Lopes, recebendo em sua casa dois casais de amigos. Cansados do joguinho de adivinhações e com o nível alcoólico bem elevado, vêm à tona as desavenças, intrigas e conflitos entre eles. Jo, que está seriamente doente, não tem papas na língua e solta todas as verdades e venenos. Leia mais »

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01/12/2010 - 02:33

Autor de “Rua do Medo” faz jus a antecessores ilustres da comédia

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Afonso Gentil, especial para Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Comédia de Leonardo Cortes tem direção de Marcelo Lazzaratto

Temos bons dramaturgos habitando regularmente os teatros dos circuitos alternativos ou dos mais compromissados comercialmente.  Um exemplo disso é a presença maciça de 10 autores conhecidos ( e reconhecidos) num espetáculo sugestivo já a partir do título, “Te Amo, São Paulo”, cartaz dos fins de semana no Teatro Folha. Este espaço conta com o apoio publicitário da empresa que lhe dá o nome. Resultado: a sala vive lotada e as temporadas são, com freqüência, prolongadas.  Mas este caso é exceção: a maioria absoluta dos grupos e cias. costuma ter dificuldade em divulgar na grande imprensa, falada ou escrita.

Assim, recentemente, bons espetáculos de autores novos (Camila Appel de “A Pantera”) ou um bissexto Hugo Possolo com “A Meia Hora de Abelardo” tiveram temporadas semi-anônimas, muito aquém do resultado artístico, pela mais absoluta impossibilidade de investimento publicitário. Resultado: autores talentosos, que no tempo dos “tijolinhos” dos jornais eram logo consagrados, ficam patinando indefinidamente (salvo raros deles) no limbo dos  “sem sem” (sem anúncio e sem chance).

Entenda, assim, por que tal circunstância nos faz apresentar a vocês, como novíssimo, um talento em plena maturação há mais de 10 anos: LEONARDO CORTEZ,  que tem seus adeptos entre programadores culturais (SESI, SESC, CCSP), na classe teatral e continua injustamente preterido por setores da crítica teatral. Porém, pelo que se depreende do seu currículo, amado por onde passa com seus espetáculos. Leia mais »

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