Publicidade

Publicidade

02/05/2012 - 17:09

Saudades da Grande Mãe Célia Helena

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

A atriz Célia Helena - foto acervo Lilian Herrerias

SÃO PAULO – Daqui a alguns dias celebraremos o Dia das Mães. Tenho a sorte de ter diversas mães: Sueli, Sonia, Noemia e por aí vai. Mães artísticas, também, tenho um sem número, mas certamente minha Grande Mãe das artes é Célia Helena. Abaixo segue o breve perfil que escrevi para o jornal da VII Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo.

A Grande Mãe

Atriz, professora, amiga… Podemos definir essa Grande Mãe Artística com os  mais doces e inequívocos adjetivos superlativos, porque privilegiados, como eu, receberam dela o legado do amor ao teatro.

Pioneira em lançar uma escola de teatro dirigida aos adolescentes, Célia ousou abrir mão de uma carreira prodigiosa – atriz premiada, foi uma das fundadoras do Teatro Oficina – em favor da preocupação em formar atores mais preparados, ou como dizia, “pelo menos formar espectadores mais conscientes”. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags: , , , ,
10/01/2011 - 14:49

Direção que vem da escola

Compartilhe: Twitter

Célia Helena e Raul Cortez, mãe e pai de Lígia Cortez

Artigo de Michel Fernandes para o jornal Diário de São Paulo publicado na edição impressa de 09/01/2011

Em 1977, a atriz Célia Helena notou certa dificuldade em encontrar um curso especializado em teatro para jovens. Buscava um caminho para que Lígia Cortez, sua filha com o ator Raul Cortez, iniciasse sua trajetória investigativa nas Artes Cênicas. Nascia o embrião do Teatro-escola Célia Helena que alguns anos depois se tornaria curso profissionalizante pioneiro, responsável pela profissionalização de grande número de artistas do teatro brasileiro (Carolina Kasting, Jay Vaquer, Antonio Caloni, Eric Nowinski, Hugo Picchi, Fabiano Augusto, Jiddú Pinheiro, são alguns exemplos) ou, no mínimo, grandes apaixonados pelo teatro, conforme desejo da atriz.

A morte prematura de Célia, com seu sorriso maternal afagando os jovens ansiosos pelo futuro que é tão incerto, ao mesmo tempo exigente feito mãe zelosa a incitar seu filho na entrega vertical do conhecimento, para que ele domine os instrumentais que tornam mais eloquente seu desempenho

Lígia Cortez

profissional, permanecem inalterados graças a competência de Lígia Cortez, atriz de qualidade insuspeita, que tomou a missão da mãe na formação de novos artistas com tal zelo e competência, que obteve a nota máxima do MEC garantindo que a escola ampliasse seu espectro educacional.

Agora, além do curso técnico profissionalizante, há a Escola Superior de Artes Célia Helena que, agora, oferece um curso de pós-graduação, Lato Sensu, em direção, com profissionais do mais alto gabarito (Cida Moreira, Denise Weinberg, Flávio Desgranges, Marco Antonio Rodrigues, Ulisses Cohn, Antonio Araújo, Marcelo Lazzaratto, entre outros). As aulas são das 9h ao meio-dia e das 13 às 18 horas, sempre aos sábados, durante um ano e meio. As inscrições vão até o dia 13 de janeiro e são apenas 30 vagas. A aula inaugural, com o prof. Dr. Márcio Aurélio (Unicamp), será no dia 29 de janeiro de 2011.

Em entrevista exclusiva a Michel Fernandes, Lígia Cortez falou mais sobre o curso e projetos da Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH). Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , , ,
30/08/2010 - 17:33

Lígia Cortez dirige peça mexicana inédita no Brasil

Compartilhe: Twitter

Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Depois de "Estrelas do Orinoco", Lígia Cortez dirige mais um texto latino-americano: "Mulheres Que Bebe, Vodka"

Empenhada em aproximar a dramaturgia latino-americana do público brasileiro, a atriz Lígia Cortez dirige Mulheres Que Bebem Vodka, do autor mexicano Victor Hugo Ráscon Banda, cuja estreia será nesta terça-feira (31), 19h30, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo.

Mulheres Que Bebem Vodka, pertencente ao grupo de autores nomeados Nova Dramaturgia Mexicana, conta, de maneira bem-humorada, a história de mulheres que emigraram da Polônia para o México atrás da própria sobrevivência, fugindo da guerra política ou, simplesmente, em busca de uma nova vida. Ewa (Selma Egrei) é produtora de casting para cinema e está escolhendo o elenco para o longa Estação Varsóvia, adaptação do romance de Joanna (Patrícia Gasppar) numa co-produção com o México e Estados Unidos. Ambas são amigas antigas que se perderam de vista na Europa e estão se reencontrando, após muitos anos, neste projeto. Aniela (Maria Manoella) e Bárbara (Martha Nowill) são atrizes candidatas ao papel de protagonista do filme. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , ,
Voltar ao topo