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14/01/2011 - 17:56

A gaiola do Miguel

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Albin ou Zazá e Georges no cabaré "A Gaiola das Loucas"

Crítica escrita para o jornal Diário de São Paulo publicado na edição impressa de 12 de dezembro de 2010

Miguel Falabella sobe muitos degraus na escada da qualidade ao assinar a versão brasileira e a direção de “A Gaiola das Loucas”, dando um tom mais suave nos “cacos” que insere no texto, alcançando, assim, um equilíbrio entre o humor refinado e o caricatural.

A co-direção de Cininha de Paula parece decisiva para a contenção nas piadas que extrapolam os limites entre o vulgar e o requinte, mas o domínio técnico adquirido por

Versão brasileira é assinada por Miguel Falabella

Falabella no gênero, dão o vigor e a sincronia exata que faz de cada detalhe seja uma peça que encaixe com perfeição e dinamize o ritmo da engrenagem. Leia mais »

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06/01/2011 - 18:01

Falabella volta com “A Gaiola das Loucas” e solta o verbo em entrevista exclusiva

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella em "A Gaiola das Loucas"

Esbanjando simpatia e alto-astral, o ator, autor e diretor Miguel Falabella concedeu entrevista exclusiva em que tece alguns pontos marcantes de sua trajetória, fala sobre A Gaiola das Loucas, superprodução musical que volta ao Teatro Bradesco hoje, e se entusiasma ao falar sobre seu novo projeto: a adaptação musical de Memórias de um Gigolô.

Michel Fernandes – No excelente livro Isto é Besteirol: O Teatro de Vicente Pereira, de Luís Francisco Wasilewiski (Coleção Aplauso), você aparece como um dos autores do movimento denominado “Teatro Besteirol”, mas você não gosta do substantivo. Por quê?

Miguel Falabella – O título besteirol não traduz efetivamente o que foi esse movimento que aconteceu no mundo inteiro (na década de 1980). Em Madri houve a Movida Madrilena, o Ridiculous Theater em Nova York, mas aqui chega como uma coisa detratora, que deseja colocar o teatro pra baixo, e é preciso pensar sobre isso, porque não se sabe o motivo do teatro ser tão maltratado nesse país. Não gosto do termo besteirol e considero aquele, um momento de vital importância para o teatro brasileiro.

Michel Fernandes – No documentário sobre o Dzi Croquettes (grupo de teatro-dança da década de 1970) há um consenso de como eles influenciaram o Besteirol (inclusive a musa do Dzi Croquettes, a atriz Duse Nacarati, foi, também, a musa do Besteirol). Como se deu isso?

Miguel Falabella – O Dzi Croquettes era a transgressão, e a transgressão era o que pautava o besteirol. Não era apenas a subversão dos temas. Na primeira peça que fiz com Guilherme Karam, Eu Viverei Amanhã, de Vicente Pereira, em que fazíamos duas existencialistas francesas, falávamos quase metade da peça em inglês.

Michel Fernandes – Qual o diferencial que podemos Leia mais »

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28/10/2010 - 02:52

Uma celebração ao amor gay

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Diogo Villela e Miguel Falabella protagonizam "A Gaiola das Loucas"

Quando a cortina se abre entra em em cena um dos mais importantes artistas brasileiros. Ele sabe o fascínio que uma frase sua causa naquele enorme público e que (ele) o público está em suas mãos. É  Miguel Falabella que está em cena. Ele já está naquele patamar dos grandes artistas populares brasileiros. Um lugar que já foi de Oscarito, Zé Trindade e Dercy Gonçalves.

Agora, Miguel é o Georges de “A Gaiola das Loucas”. Tem ao  seu lado, um dos atores mais importantes de sua geração, Diogo Vilela. Miguel e Diogo revivem a dupla que outrora fez a glória de Jorge Dória e Carvalhinho, dois dignos representantes da comédia popular brasileira.

Eles são Georges e Albin/ Zazá, o tresloucado casal gay de uma comédia escrita pelo francês Jean Poiret em 1973, e que virou Musical na Broadway nos anos 1980, talvez a década mais difícil da história do movimento gay mundial. Um período em que a homossexualidade estava associado ao  estigma da AIDS. Leia mais »

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24/10/2010 - 14:58

Miguel Falabella quer estrear “Memórias de um Gigolô” em São Paulo

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Michel Fernandes para o jornal O Diário de São Paulo

matéria publicada dia 21 de outubro na edição impressa do jornal

Miguel Falabella em "A Gaiola das Loucas"

A superprodução musical “A Gaiola das Loucas” chega a São Paulo (Teatro Bradesco) espalhando no ar o doce perfume de uma bem-sucedida temporada carioca (concorre ao Prêmio Shell de Teatro com os figurinos de Cláudio Tovar). E um sorridente Miguel Falabella (quem assina direção, adaptação e, também, protagoniza a peça, ao lado de Diogo Vilela) já planeja com entusiasmo sua próxima empreitada: a adaptação do romance “Memórias de um Gigolô”, de Marcus Rey. “Tenho certeza que será um musical excelente e precisa estrear em São Paulo, porque tem tudo a ver com a história da cidade”, (a obra de Rey é ambientada no fim dos anos 1920 em São Paulo) disse um empolgado Falabella.

Mesmo sem data certa para sua estreia – “ainda não fechamos patrocínio” –, Falabella se diz mais preparado para realizar musicais – “traduzir, dirigir e atuar nesses clássicos dos musicais me tornam mais ciente de sua estrutura, dramaturgia etc.” Leia mais »

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23/10/2010 - 15:32

Um cabaré chamado “A Gaiola das Loucas”

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella e Diogo Vilela protagonizam "A Gaiola das Loucas"

SÃO PAULO – O cabaré “A Gaiola das Loucas”, orgulho de St. Tropez, ergue suas cortinas para o público paulistano hoje, 21h, no Teatro Bradesco. Trata-se da estreia do musical homônimo dirigido por Miguel Falabella, protagonizado por ele e Diogo Vilela.

Baseado na peça “Le Cage Aux Folles”, do francês Jean Poiret, o espetáculo “A Gaiola das Loucas” conta a história de Georges (Miguel Falabella), dono de um cabaré – que dá nome à peça – famoso por seus shows em que transformistas cantam e dançam em diversos cenários com luxuosos figurinos, e Albin (Diogo Vilela), casado há 20 anos com Georges e estrela principal dos shows do cabaré, a vedete Zazá. Uma aventura de Georges nos bastidores do Lido de Paris resultou no nascimento de Jean Michel (Davi Guilherme) que, por inexperiência da mãe, recebeu o, nada convencional, lar de Georges e Albin/ Zazá como berço de criação.

Zazá/ Albin (Diogo Vilela) e Georges (Miguel Falabella)

Tudo corre perfeitamente bem quando, aos 20 anos de idade, Jean Michel se apaixona por Anne (Carla Martelli) e decide se casar.

Até aí o único problema é a preocupação normal de pais que acham o menino jovem demais para se casar: ele tem 20 anos. Só que Anne é filha única de Édouard Dindon (Maurício Moço), presidente do PTFM (Partido da Família, Tradição e Moralidade) e, uma de suas promessas de campanha, é acabar com os homossexuais da região. Leia mais »

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17/10/2010 - 19:05

Sábado “A Gaiola das Loucas” aporta no Teatro Bradesco

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Diogo Vilela e Miguel Falabella

SÃO PAULO – Depois da longa espera dos fãs de musicais, sobretudo os que são assinados por Miguel Falabella, podem iniciar contagem regressiva, “A Gaiola das Loucas”, mega-produção musical protagonizada pelo diretor e pelo ator Diogo Vilela, estreia neste sábado (23), no Teatro Bradesco. Na segunda-feira (25), como havia divulgado, será uma sessão especial para convidados.

O musical norte-americano criado em 1983 para a Broadway por Harvey Fierstein (texto) e Jerry Hermann (músicas) é baseado na peça “La Cage Aux Folles”, do autor francês Jean Poiret, e serviu de material de base para que a montagem brasileira de “A Gaiola das Loucas” surgisse.

Versão brasileira é assinada por Diogo Vilela e Miguel Falabella

Mais de 40 trocas de cenários, cerca de 300 figurinos e uma centena de perucas, a produção do musical promete 350 mudanças de luzes, contando para isso com cinco painéis de leads, além da orquestra de 14 músicos. Leia mais »

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10/10/2010 - 20:46

Confirmado: “A Gaiola das Loucas” dia 25 de outubro em SP

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Versão brasileira é assinada por Diogo Vilela e Miguel Falabella

Agora é pra valer: a superprodução musical de Miguel Falabella, A Gaiola das Loucas, estreia dia 25 de outubro no Teatro Bradesco em São Paulo.

Sucesso nos teatros de diversos países e, também, nas telas cinema do mundo todo com o mesmo nome, A Gaiola das Loucas é uma adaptação da peça La Cage Aux Folle, do francês Jean Poiret, por Harvey Fierstein, com músicas de Jerry Herman, que estreou em 1983 na Broadway, dez anos depois da peça de Poiret estrear em Paris.



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21/09/2010 - 23:42

Prepare-se: A Gaiola das Loucas em São Paulo

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<a href="“>Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Diogo Villela e Miguel Falabella protagonizam "A Gaiola das Loucas"

Essa breve nota é para avisar que a versão brasileira, assinada por Miguel Fallabela, protagonizada por ele e Diogo Villela, estreia em outubro no Teatro Bradesco.

Falabella divide a direção do espetáculo com Cininha de Paula e deve substituir o musical Jekyl & Hyde – O Médico e o Monstro que deixa a sala no próximo dia 26.


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