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28/03/2012 - 01:05

Começa o 21º Festival de Curitiba

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Macksen Luiz, especial para o Blog do Macksen Luiz , parceiro do Aplauso Brasilmacksenr@gmail.com)

"Julia", dirigido por Christiane Jatay

CURITIBA – De hoje até o dia 8 de abril, a capital paranaense abrigará o festival de teatro que, na sua 21ª edição , mantém o gigantismo de números e o papel de  vitrine da produção cênica brasileira. Se na edição anterior houve predominância de montagens cariocas, este ano não será diferente. O volume se ampliou com A Peça do Casamento, texto de Edward Albee, direção de Pedro Brício, com Guida Vianna e Dudu Sandroni, em estréia nacional; remontagem de O Casamento, com o mesmo elenco da original, e com os mesmos diretores – João Fonseca e Antonio Abujamra e Escravas do Amor, ambos textos de Nelson Rodrigues; o musical Judy Garland – O Fim do Arco-Íris; Nem Um Dia se Passa Sem Notícias Suas, de Daniela Pereira de Carvalho, direção de Gilberto Gawronski, que também estará como intérprete de Ato de Comunhão;Palácio do Fim, direção de José Wilker; De Verdade, com Kika Kalache e Guilerme Piva, direção de Márcio Abreu, em estréia nacional; Deus É Um DJ, com Maria Ribeiro e Marcos Damigo; Julia, cine-teatro de Christiane Jathay; Obituário Ideal, texto de Rodrigo Nogueira; Rosa, monólogo com Débora Oilivieri; e Estamira, em visceral interpretação de Dani Barros.

Gerald Thomas apresenta Gargólios, espetáculo que estreou em Londres, e o núcleo paulista da sua Cia Ópera Seca, lança o inédito Licht + Licht, com direção de Caetano Vilela.

O Galpão de Minas leva a Curitiba Ecllipse, baseado em Tchekhov, com assinatura do russo Jurij Alschitz. Gabriel Villela exibe Hécuba, Lázaro Ramos, Namíbia, Não!, e Cibele Forjaz, O Idiota – Uma Novela Teatral.

De São Paulo marcam presença Luis Antonio – Gabriela; O Jardim; Equus e O Libertino.

O teatro pernambucano estará representado por Essa Febre Que Não Passa, da Companhia Angu de Teatro, de Recife. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , ,
25/03/2012 - 20:33

Pina Bausch no Cinema: Encruzilhada Onírica de Linguagens

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Macksen Luiz, especial para o Blog do Macksen Luiz , parceiro do Aplauso Brasilmacksenr@gmail.com)

"Dance, Dance, Senão Estaremos Perdidos", Pina Bausch

SÃO PAULO – O documentário de Wim Wenders sobre as criações de Pina Bausch é bem mais do que o registro das coreografias de uma das artistas mais instigantes do século 20. Pina 3D, filme de 130 minutos, que utiliza o 3D para aproximar o espectador da pulsão de gestos, que expressam feixe de tensões dramáticas num cenário de sentimentos em permanente fricção, justifica a definição da fundadora da companhia de Wuppertal de que seus bailarinos dançavam o teatro, teatralizavam a dança.

Na captação das imagens de coreografias e de depoimentos de membros da companhia e, mais parcamente, da própria Pina, Wenders é econômico nas palavras. Os closes e o olhar invadem, tridimensionalmente, a tela, como se a platéia pudesse penetrar na cena, perceber suores, ouvir arfares, acompanhar ritmos retirados de mãos batidas nos corpos. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , , , , , ,
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