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27/12/2011 - 13:44

Leia entrevista exclusiva com o cenógrafo Márcio Vinicius

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Márcio Vinícius no cenário de "Hécuba"

SÃO PAULO – Discípulo de Gabriel Villela, com quem trabalha há mais de 10 anos, Márcio Vinicius tem conquistado tanto o mundo artístico como o corporativo com sua recém-inaugurada Mais Cenografia. Em cenários para teatro (HécubaCrônica da Casa Assassinada, etc), empresas (Lojas Marisa e Riachuelo) e eventos (Colégio Vértice), Márcio Vinicius faz questão de trabalhar pela inclusão social. Um dos meninos de seu galpão é ex-presidiário. No passado, preso por tráfico de drogas, hoje é apresentado a uma profissão e aprende a trabalhar com motivação e pró-atividade. Marcio Vinicius também investe na carreira de novos profissionais, sempre contratando recém-formados para a equipe.

Em entrevista exclusiva ao Aplauso Brasil, Márcio Vinicius fala sobre seu trabalho com Gabriel Villela e a Mais Cenografia.

Aplauso Brasil – Como surgiu a parceria com Gabriel Villela?

Márcio Vinicius – No sentido poético nossa parceria surgiu em 2000 ao ver a Ópera do malandro no TBC, quando acabou o espetáculo eu pensei: “Se vim para São Paulo para continuar a fazer teatro, este é o teatro que quero”. No sentido concreto em 2003 quando Gabriel me convidou para fazer o Auto da Liberdade, em Mossoró. Foi uma das experiências mais fantásticas que tive, Gabriel confiou em mim e deu liberdade para trabalhar com os artesãos de Mossoró. Foi uma confiança mútua, e ele só me conhecia por ver meu trabalho no Espaço Cenográfico do Serroni.

AB – Gabriel é um diretor bastante autoral. Como você trabalha a criação da cenografia nos espetáculos dele? Leia mais »

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21/01/2011 - 17:44

Marcelo Médici volta em dose dupla

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Marcelo Médici como a Mãe Jatira

Mal acaba de gravar a telenovela Passione, o ator Marcelo Médici volta a todo vapor com seus projetos teatrais. Em um deles, A Noviça Mais Rebelde, que re-estreia amanhã no Teatro Renaissance, assina a direção, e em Cada Um Com Seus Pobrema, que faz duas semanas de temporada – a partir de hoje – no Citibank Hall, onde ele apresenta os mais hilários tipos sob atenta e dinâmica direção de Ricardo Rathsman.

Em Cada Um Com Seus Pobrema, a espinha dorsal é a história de um ator de teatro que desiste de fazer seu espetáculo aquela noite e, enquanto tira a maquilagem, recorda de sua tumultuada trajetória teatral, de personagens que já viveu – como a deliciosa apresentadora infantil, Tia Penha, que, entre outras particularidades, detesta crianças.

LEIA TAMBÉM: Piada é com ele; porrada, se for o caso

A Noviça Mais Rebelde Leia mais »

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15/10/2010 - 19:20

Celebração de felicidade e voluntariado com João Carlos Martins ..,

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Adriano de Oliveira, especial para o Aplauso Brasil (adriano@aplausobrasil.com)

O maestro João Carlos Martins

Amanhã, o Movimento Mais Feliz, em parceria com o projeto Mackenzie Voluntário, apresenta o concerto “Educação, Cidadania e Felicidade”, sob regência do maestro João Carlos Martins, no Campus Mackenzie, às 21 horas.

O espetáculo conta com a presença do tenor Jean William e a participação especial da bateria da Escola de Samba Vai-vai, que prometem impressionar o público com a mistura de música clássica e samba. Leia mais »

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03/05/2010 - 12:57

Ele é um Espetáculo

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

A NOVIÇA MAIS REBELDE

Meu Querido e saudoso Miguel Magno o chamava de “Nossa Rosalind Russel”. Uma referência à célebre atriz norte-americana. Da minha parte, posso dizer que depois de assistir à  montagem de Noviças Rebeldes com a Cia. Baiana de Patifaria (E lá se vão doze anos) que eu persigo Wilson dos Santos. Lembro do fascínio que sentia em vê-lo tendo o total domínio da plateia com seu delicioso humor malicioso e um olhar que só de me lembrar, já começo a gargalhar. Vários espetáculos se passaram, onde pude aplaudir (de pé) a sua interpretação como A Bofetada e Advocacia Segundo os Irmãos Marx. Por mais que em algum deles ele fosse o ator coadjuvante, o seu talento acabava se sobrepujando.

Agora, ele está no monólogo A Noviça Mais Rebelde, de Dan Goggin, o mesmo autor de Noviças Rebeldes. A partir de um simples mote, o do atraso da madre superiora do convento, Wilson revive a sua tresloucada irmã Maria José e satiriza os assuntos do cotidiano, que podem tanto ser o Governo Lula, o filme sobre Chico Xavier, como uma hilária imitação da cantora Ana Carolina. Uma prova de que ele pertence àquela linhagem que fez a glória do Teatro de Revista Brasileira: Atores que se consagraram fazendo a sátira da política e dos assuntos cotidianos. E tal qual os atores da Revista, Wilson transforma a plateia em sua cúmplice. Leia mais »

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