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22/03/2012 - 00:44

Núcleo de Dramaturgia SESI estreia o espetáculo Coração na Bolsa

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Coração na Bolsa"

SÃO PAULO – Coração na Bolsa é dirigida pelo premiado Ruy Cortez e escrita por Marcus Leoni, autor do Núcleo de Dramaturgia Sesi – British Council. A peça entra em cartaz hoje, no Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

A peça traz ao palco artistas revelados pelo Núcleo de Dramaturgia SESI –
British Council e o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP, comemorando quatro anos de atividades. Leia mais »

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03/03/2012 - 18:24

Teatro do Incêndio apresenta uma São Paulo Surrealista

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"SP Surrealista" - -foto de Bob Sousa

SÃO PAULO – A Cia. Teatro do Incêndio apresenta seu novo espetáculo São Paulo Surrealista, ritual teatral dirigido por Marcelo Marcus Fonseca, montagem inaugural da programação teatral da casa noturna Madame (antiga Madame Satã que reabriu suas portas totalmente reformada e sob nova direção).

Este novo projeto da companhia, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, é uma ode à cidade e seus personagens, confrontando – em um jogo de imagens sobrepostas – as contradições e fantasias da metrópole. Em São Paulo Surrealista o público confere o resultado da primeira fase desta pesquisa do Teatro do Incêndio.

O espetáculo não conta, necessariamente, uma história. Para revelar a cidade real, nada é realista. Os textos são colagens emolduradas por imagens e figuras da metrópole, sejam elas reais ou distorcidas, tendo na música ao vivo um elemento essencial para traduzir sua pulsação.

“Esta montagem propõe também que o público perceba a cidade pelos olhos de André Breton, um dos criadores do surrealismo, em um jogo que ressaltapontos turísticos, monumentos, terreiros, restaurantes e bordeis paulistanos”, explica o diretor Marcelo Marcus Fonseca. Leia mais »

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22/06/2010 - 21:40

FILO 2010: Kabul impacto com excesso de virtuosismo

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Michel Fernandes, do Aplauso  – à convite do FILO – Festival Internacional de Londrina

michel@aplausobrasil.com)

"Kabul", espetáculo da Amok Teatro

Por um lado temos um impacto, sem qualquer concessão, com os horrores cotidianos sofridos pelos afegãos sob a égide do regime Talibã, derrubado em outubro de 2001 pela Otan, em Kabul (RJ/ 2009) apresentado pela companhia carioca Amok Teatro; por outro, o espetáculo se torna cansativo e previsível com o acento excessivo no virtuosismo técnico dos intérpretes.

A vida de dois casais afegãos, vivendo sob o rigoroso e miserável regime imposto pelos Talibãs, em 1997, serve de pano de fundo para que se deflagre a estupidez do fanatismo, das incoerências da guerra, da demarcação entre os sexos masculino e feminino, entre outros. Leia mais »

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16/10/2009 - 23:40

Na Selva das Cidades re-estreia no Teatro Aliança Francesa

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

<I>Na Selva das Cidades</I>, um dos primeiros textos de Brecht

Na Selva das Cidades, um dos primeiros textos de Brecht

 

Depois de um mês de bem-sucedida temporada na Funarte, o espetáculo Na Selva das Cidades, de Bertold Brecht, chega ao Teatro Aliança Francesa neste sábado (17), 21h.

A direção é de Marcelo Marcus Fonseca e conta a história de dois homens e a destruição que provocam, sem motivo a não ser o desejo de possuir um a alma do outro, na sociedade em que fazem parte.

Em cena, 13 atores da companhia Teatro do Incêndio apresentam sua terceira incursão na obra do  dramaturgo alemão B. Brecht – as outras foram Baal – O Mito da Carne e A Boa Alma de Setsuan – propondo uma releitura que dialogue com o momento atual da realidade social.

“Convidei o Mario Vitor Santos pra meu debatedor em ensaios. Não pra essa coisa careta de a peça está boa ou não, mas no sentido de se está falando ou não sobre nós hoje. E levantamos questões relevantes com o elenco sobre isso. Por exemplo, por que colocar uma peça em cartaz e pra quê?”, conta o diretor Marcelo Marcus Fonseca, também integrante do elenco.

Um dos desejos do diretor, que inseriu um poema do próprio Brecht na montagem (Lenda de um Soldado Morto), é levar o público a reflexão.

“Acho pertinente se falar em “pensar”, mas mais importante é estar. Quem está pensa. Por isso a arte tem que ser superior ao social. Ela fica, o discurso passa”, conclui.

Com músicas especialmente compostas, melodias roqueiras inspiradas na Floresta do Amazonas, de Heitor Villa-Lobos e a voz em off de José Celso Martinez Corrêa, diretor da antológica versão de Na Selva das Cidades, de Brecht, há 40 anos, Marcelo Marcus Fonseca, diretor da nova montagem da peça, falou a Michel Fernandes sobre o processo de montagem. Leia mais »

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28/09/2009 - 06:01

Novatos bem-sucedidos

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 Crítica de Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (mlcandeias@aplausobrasil.com)

Silvanah Garcia dirige <i>Safo</i>, novo texto de Ivam Cabral

Silvanah Garcia dirige Safo, novo texto de Ivam Cabral

 

Quem costuma ir ao Espaço dos Satyros, certamente já viu Silvanah Santos em cena e agora poderá ver como encenadora. Sua estréia como diretora dá indícios de que tem jeito para essa atividade. Um aquário e um recepiente com areia branca são suficientes para alguns efeitos mágicos conseguidos também pela atriz Patrícia Vilela que apresenta excelente interpretação corporal.

É um espetáculo de 45 minutos (vapt vupt) apresentando texto de Ivam Cabral (a partir de Virginia Woolf e Marguerite Duras), com o título de Safo, que se apresenta às quintas-feiras, 21h30. Tem lá suas qualidades.

Mas o novato mais bem sucedido em cartaz é sem discussão Bertolt Brecht. Na Selva das Cidades foi uma de suas primeiras peças, escrita antes de sua conversão ao marxismo e, por isso mesmo, até desconsiderada pelo autor.

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