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21/03/2012 - 01:05

Confira a lista dos vencedores do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo 2011

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"O Jardim", da Cia. Hiato, vencedora em duas categorias

SÃO PAULO – Na noite da última terça-feira, os espetáculos que estrearam na temporada de 2011 receberam seus devidos destaques, conforme a comissão julgadora – formada por Alexandre Mate (professor e pesquisador teatral), Valmir Santos (jornalista),    Marici Salomão (autora teatral e jornalista), Mario Bolognesi (professor e pesquisador de teatro) e Noemi Marinho (atriz, dramaturga e diretora) – do Prêmio Shell de Teatro que revelou os vencedores do mesmo.

Autor: Leonardo Moreira por O Jardim.

Diretor: Nelson Baskerville por Luis Antonio – Gabriela

Atriz: Roberta Estrela D’Alva por Orfeu Mestiço – Uma Hip-Hópera Brasileira Leia mais »

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12/03/2012 - 19:21

Reynaldo Gianecchini volta em Cruel

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Reynaldo Gianecchini e Maria Manoella em "Cruel"

SÃO PAULO – Há pouco menos de um ano, o ator Reynaldo Gianecchini dividia a cena com a atriz Maria Manoella e o ator Erik Marmo na adaptação de Os Credores, de August Strindberg, que, sob direção e adaptação de Elias Andreato, inaugurou um horário alternativo no Teatro Faap com a peça rebatizada como Cruel. E nos bastidores de uma das sessões da peça que, sentindo fortes dores, Gianecchine procurou o médico e, após uma bateria de exames, recebeu o diagnóstico que o tirou do palco e das telas. Após cumprir a peregrinação do tratamento do linfoma, que acompanhamos pelo noticiário, ele volta de onde interrompeu sua trajetória artística: amanhã, 21h, re-inicia a temporada de Cruel.

Reynaldo Gianecchini. Maria Manoella e Erik Marmo em "Cruel"

Um triângulo nada convencional marca a trama da peça que traz os atores Erik Marmo como Adolfo, atual marido de Tekla, interpretada por Maria Manoella, os dois dividem a cena com Gianecchini, que dá vida à Gustavo, ex-marido de Tekla.

O dramaturgo sueco coloca em cena Tekla, uma escritora, casada com Adolfo, artista plástico, que decidem passar uma temporada numa ilha. Lá está Gustavo (Gianecchini), ex-marido de Tekla, que ocultando sua identidade para Adolfo, começa um jogo de crueldade para vingar-se destruindo o casal.

Para Gianecchini, sua busca como intérprete é o desafio. “Não sou acomodado, vivo em eterna busca, sempre quero dar um  novo passo”. Leia mais »

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23/11/2011 - 16:31

Maria Bethânia homenageia Chico Buarque de Holanda no Circuito Cultural Banco do Brasil

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Edson Júnior,  especial para o Aplauso Brasil (Edson@aplausobrasil.com)

SÃO PAULO – Maria Bethânia homenageou na noite de ontem um de seus letristas prediletos: Chico Buarque de Holanda em um projeto especial , o Circuito Cultural Banco do Brasil, na casa de espetáculos Via Funchal.

A cantora que nos anos 1980 se intitulou como a melhor interprete de Buarque –  e teve sua afirmação corroborada pelo compositor -, trouxe à cena um recorte da obra  entre os anos 1960 e 1980 que povoou  e ampliou o universo  das artes em nosso país.

Sim, pois a criação de Chico vai além da música e ocupa o cinema, ballet e teatro , como bem lembrado  através de um fragmento da peça Gota D’Água , em que Bethânia vive Joana, a vingativa Medeia tropical, e emenda, ferida, a canção que dá título à peça de 1974.

De Calabar- o elogio da traição (1973), escrito em parceria com Ruy Guerra, Bethânia interpretou Não existe pecado ao sul do equador, Tire as mãos de mim, Cala a Boca Bárbara, Tatuagem. Do símbolo de resistência contra a ditadura escrito em 1967, Roda Viva, estiveram no repertório Sem Fantasia e a canção que dá título ao espetáculo.

Em 1974, intérprete e compositor estiveram juntos no palco do Canecão, no espetáculo Chico Buarque e Maria Bethânia (registrado pela gravadora Philips no ano seguinte). Deste show, Olê, Olá, Quem te viu, quem te vê, Noite dos Mascarados, foram inclusos e renderam os melhores momentos da apresentação marcada por saudosismo e pelo resgate histórico de clássicos do cancioneiro popular.

Bethânia compôs um repertório para além da criação individual, destacando os principais parceiros, como Ruy Guerra em Sonho impossível (versão de Impossible Dream) e Vinicius de Moraes em Gente Humilde, que pareceu tão triste e solitária, numa interpretação- lamento, de uma realidade social ainda desigual e pouco diferente desde sempre. Leia mais »

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21/11/2011 - 15:07

Sandy, Bethânia e Lulu formam a tríade do Circuito Cultural Banco do Brasil

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Maria Bethânia canta Chico Buarque - foto Leo Aversa

SÃO PAULO – O Via Funchal recebe a partir desta segunda-feira (21), a série de shows do Circuito Cultural Banco do Brasil com shows inéditos de Sandy, Maria Bethânia e Lulu Santos, sob direção e idealização de Monique Gardenberg, que divide a curadoria com Toni Platão. Depois da capital paulistana, os shows do circuito seguem para Ribeirão Preto (6 a  8 de dezembro), Goiania (16 a 18 de dezembro) e Recife (18 a 20 de janeiro de 2012).

Hoje, Sandy interpreta clássicos do ídolo Michael Jackson, com quem dividiu o palco em 1993, quando a dupla Sandy & Júnior fez participação especial nas apresentações brasileiras do rei do pop; parte integrante de quase todos os álbuns (e são tantos!) da carreira da “abelha rainha”, uma das mais importantes intérpretes da música popular brasileira, Maria Bethânia,o compositor carioca Chico Buarque, bardo da alma feminina, ganha interpretação, somente de seu repertório, na voz de Bethânia,  no segundo (e já esgotado) show do circuito; Leia mais »

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14/10/2011 - 23:14

O Prometeu da Cia. Balagan entra em cartaz no TUSP

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

"Prometheus - A Tragédia do Fogo" - Creditos Mônica Côrtes

SÃO PAULO – Depois de anos de pesquisa, incluindo apresentações públicas que permitiram afinar ainda mais o espetáculo, a Cia. Teatro Balagan apresenta Prometheus – A Tragédia do Fogo, dramaturgia de Leonardo Moreira e direção de Maria Thaís, além de uma série de atividades paralelas, no TUSP, para celebrar os 12 anos do grupo.

Na mitologia grega, Prometeu pertence aos mitos de fundação e origem da raça humana. Quando Zeus instaura seu novo reinado, incumbe seu aliado, o titã Prometeu (aquele que pensa antes) e seu irmão Epimeteu (aquele que pensa depois), da distribuição dos dons entre os seres vivos. Epimeteu o faz sozinho e esquece do homem. Prometeu rouba o fogo dos deuses e entrega aos humanos. Castigado, ele é preso ao Cáucaso onde uma águia, durante os dias devora-lhe o fígado, que se regenera durante as noites. Mais tarde, Prometeu é libertado por Héracles.

"Prometheus - A Tragédia do Fogo" - Creditos Fernando Martinez

Prometheus – A Tragédia do Fogo faz uma arqueologia desse mito. As vozes dos atores-narradores, das personagens do mito e do coro se sobrepõem e se articulam no relato dos diversos acontecimentos que compõem a narrativa – a criação do homem, a separação dos deuses e dos homens, do homem e da natureza, dos irmãos Prometeu/ Epimeteu, o roubo do fogo, a condenação do titã ao Cáucaso e sua libertação entre outros.

A encenação, ainda que tenha a palavra como principal meio expressivo, traça relações, paralelos e fricções com outras formas de expressão, como o canto e a dança – mais especificamente com os atos, gestos que compõem as danças dos orixás. Assim, ao lado das narrativas, por meio do espaço cênico, da sonoridade, dos cantos gregos e danças afro-brasileiras, o espetáculo estabelece um espaço de cruzamento entre mundos que, aparentemente, são apartados – o passado e o presente, o tempo mítico e o tempo cronológico, as mitologias grega e africana, entre outros.

Em entrevista ao Aplauso Brasil, Maria Thaís fala sobre a construção do espetáculo, a linha de pesquisa da Balagan e projetos vindouros.

Aplauso Brasil – O que deu início ao desejo em mergulhar nos estudos da tragédia de Prometeu?

Maria Thaís – Leia mais »

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11/10/2011 - 23:03

Peça apresenta história de superação incrível

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Maria Lúcia Candeias, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

"Depois Daquela Viagem"

SÃO PAULO – Depois Daquela Viagem é um diário escrito por Valéria Piassa Polizzi, há treze anos, lido por mais de 100 mil pessoas, publicado no Brasil, Itália, Alemanha e México. Esse sucesso todo se deve à inteligência da autora, aliada a sua juventude e delicadeza para tratar do fato de ter contraído HIV e do processo de aceitação e aprendizado de convivência bastante tranqüila com essa situação, dela e de outros jovens, auxiliados por profissionais experientes. Impossível não ficar boquiaberto e não sair acreditando na vida, no mundo e em muitas pessoas.

É claro que tudo isso não seria possível se ver no palco não fosse a perfeita adaptação feita pelo consagrado Dib Carneiro. Digo consagrado porque ele é um jornalista que escreve para teatro há muitos anos e é campeão de estreias deste semestre: adaptação desta e, também, da excelente Crônica da Casa Assassinada. Não há nada, no momento, com dupla autoria de nenhum dramaturgo.

A ótima direção é assinada por Abigail Wimer e Alcione Alves (assistente) com cenografia e figurinos nota dez do tarimbadíssimo Márcio Medina, assim como a iluminação de Domingos Quintiliano. Menos conhecido, Ed Côrtes se responsabilizou pela bela trilha sonora. Leia mais »

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30/08/2011 - 22:32

Confira galeria de fotos de As Bruxas de Eastwick

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Maria Clara Gueiros e Sabrina Korgut em "As Bruxas de Eastwick"

Um musical cheio de números coreografados magnificamente por Alonso Barros, figurinos deslumbrantes de Marcelo Pies e atuações vigorosas de Sabrina Korgut e Eduardo Galvão são ingredientes que, juntamente com os efeitos especiais, fazem explodir a nova produção da Time For Fun, As Bruxas de Eastwick, que leva a assinatura de Charles Möeller e Cláudio Botelho, em cartaz no Teatro Bradesco.

CONFIRA AS FOTOS

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Sabrina Korgut é uma d’ As Bruxas de Eastwick

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04/07/2011 - 19:59

Em Cruel, Reynaldo Gianecchini vive novo vilão

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Eric Marmo e Reynaldo Gianecchini em "Cruel"

Inaugurando o horário das 21h de segundas e terças do Teatro FAAP, estreou, semana passada, o espetáculo Cruel, uma tradução e adaptação de Elias Andreato da peça Os Credores, de August Strindberg.

Nada como uma boa história bem contada. Desde a primeira cena o público é fisgado pela trama muito bem articulada do mestre da dramaturgia sueca e mundial. O casal, a traição e o sentimento de vingança: o clássico triângulo amoroso é a matéria prima do enredo de Strindberg.

Com um texto cortante e certeiro, o espectador logo toma conhecimento dos objetivos do vingativo Gustavo, interpretado por Reynaldo Gianecchini. Traído pela esposa Tekla (Maria Manoella), ele se faz passar por confidente do artista plástico Adolfo, vivido por Erik Marmo, atual marido da bela mulher. Aos poucos Gustavo ganha a confiança do inseguro pintor e o manipula, insuflando sentimentos de posse e ciúme, facilmente absorvidos pelo influenciável artista. Leia mais »

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23/06/2011 - 17:29

Gianecchini: o galã cruel

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Reynaldo Gianecchini e Maria Manoella em "Cruel"

O ator Reynaldo Gianecchini tem uma trajetória pautada pela “fuga do estereótipo”, conforme afirma, e sempre se dispõe a enfrentar desafios no teatro. Assim é em sua nova empreitada: o galã das telenovelas promete surpreender na pele de um personagem do sueco August Strindberg de Cruel, adaptação de Os Credores, do mesmo autor, assinada pelo ator Elias Andreato, quem dirige a peça, cuja estreia, para convidados, é hoje e a temporada

Erik Marmo e Maria Manoella em "Cruel"

Um triângulo nada convencional marca a trama da peça que traz, também, os atores Erik Marmo e Maria Manoella dividindo a cena com Gianecchini. Tekla (Manoella), uma escritora, casada com Adolfo (Marmo), artista plástico, vão passar uma temporada numa ilha. Lá está Gustavo (Gianecchini), ex-marido de Tekla, que ocultando sua identidade para Adolfo, com ela um jogo de crueldade para vingar-se destruindo o casal.

Em entrevista exclusiva a Michel Fernandes, o ator Reynaldo Gianecchini fala sobre seu percurso no teatro e na televisão, sobre seu trabalho em Cruel, sua decisão em dedicar-se apenas ao teatro em 2011, entre outros.

Michel Fernandes – O que o move a realizar projetos ousados, como montar um clássico de Strindberg, tendo carreira televisiva de destaque? Leia mais »

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26/03/2011 - 16:01

Blog de Bethânia vira assunto em Alta Ajuda

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Paula Picarelli (apresentadora) divulgação

Nada melhor que o quadro Alta Ajuda do programa Entrelinhas, cujo foco é dar dicas da boa literatura, para centrar a discussão sobre a polêmica em torno da aprovação pela Lei Rouanet para captar R$ 1,3 milhões para a criação e manutenção de um blog de poesias pela cantora Maria Bethânia. O programa dessa semana vai ao ar às 21h30 de amanhã na TV Cultura. Com humor, o escritor Frederico Barbosa mostra como alguns trechos de prosa e poesia podem ajudar Bethânia a enfrentar essa onda de turbulências.

O jornalista Matthew Shirts é a outra novidade do programa. A equipe o entrevistou durante o trajeto da editora Abril, onde comanda a edição nacional da National Geographic, até a cantina Pasquale, reduto apreciado pelo mais brasileiro dos norte-americanos. Matthew, que prefere ser chamado de Mateus dada a sua longa estada no Brasil, onde mora há 35 anos, nasceu no sul da Califórnia e veio pra cá nos idos dos anos 1970 como aluno de intercâmbio da Universidade de São Paulo (USP). O, também, cronista do jornal O Estado de S. Paulo revela gostar de algo pouco quisto pelos paulistanos: o transporte público. “Gosto de ônibus porque nele eu posso ler. Eu li todo o Pornopopeia [livro de Reinaldo Moraes]”. Leia mais »

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