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09/11/2010 - 18:05

Ney Matogrosso: o poeta da voz

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Ney Matogrosso em terno de Ocimar Versolato para o show "Beijo Bandido"

Em show de seu 29º trabalho solo, “Beijo Bandido”, Ney Matogrosso revela, mais uma vez, a diferença entre cantar e a arte da interpretação, o que fica evidente em sua performance, com alta voltagem dramática, no show que encerra temporada popular no próximo domingo (14), no Teatro Paulo Autran (SESC Pinheiros). Ao dedilhar cada sílaba das canções que interpreta, ele atinge uma arte outra. Ney é uma espécie de poeta da voz.

Herivelto Martins, Cazuza, Geraldo Azevedo, Vítor Ramil, Chico Buarque e Edu Lobo, Roberto e Erasmo Carlos, Luís Bonfá, Herbert Vianna e Paula Toller, entre outros nomes, figuram na lista dos compositores que oferecem farta riqueza para Ney interpretar e, também, para os estupendos arranjos criados por Leandro Braga, que dosam com inventividade e beleza ímpar.

Braga conjuga em seus arranjos sonoridades populares a eruditas, utilizando para isso instrumentos como violão e violoncelo (Lui Coimbra), violino e bandolim (Ricardo Amado), percussão (Felipe Roseno), além do piano que ele mesmo toca. São esses talentosos músicos que acompanham Ney Matogrosso em cena garantindo prazer total a quem confere o show. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas, Dança, Música e Cinema, Multimídia Tags: , , , , , , , ,
05/07/2010 - 18:09

Dzi Croquettes chega aos cinemas

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Dzi Croquettes, os internacionais

“Eu não sabia direito o que eles eram. Na minha visão de criança eles eram palhacinhos”. Estas são as falas iniciais do documentário sobre o revolucionário grupo de teatro-dança Dzi Croquettes – O Documentário, dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez que, felizmente, chega, agora, dia 16 de julho aos cinemas brasileiros.

Tatiana criou o filme a partir de sua memória afetiva. Quando criança ela, junto de seu pai, o cenógrafo Américo Issa, conviveu com a trupe.  Portanto, recuperar a história da companhia é, também, recuperar a história de Américo, que foi um cenógrafo importante do teatro brasileiro.

O Dzi Croquettes era formado pelos seguintes artistas: Lennie Dale, Wagner Ribeiro, Cláudio Tovar, Cláudio Gaya, os irmãos Rogério de Poly e Reginaldo de Poly, Bayard Tonelli, Paulo Bacellar, Benedictus Lacerda, Carlos Machado, Eloy Simões, Roberto Rodrigues e Ciro Barcelos. Essa foi a formação original do grupo. Depois, nomes como Dario Menezes, Fernando Pinto e Jorge Fernando farão parte da companhia.

Deles, estão vivos apenas Tovar, Reginaldo, Bayard, Benedictus, Ciro, Jorge e Dario. Isso foi um dos fatores que dificultou o trabalho de Tatiana e Raphael para a realização do filme, a falta de material sobre as encenações do grupo e a ausência da maior parte dos seus integrantes.

No livro Ela é Carioca, o escritor Ruy Castro fala de uma maldição que aconteceu ao grupo, o fato de a maior parte dos integrantes terem morrido precocemente.

Eles surgiram no momento mais violento do regime militar brasileiro. A obra de Tatiana e Raphael contextualiza bem essa época com depoimentos de Ney Matogrosso, Aderbal Freire Filho, Elke Maravilha, entre outros. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
14/12/2009 - 12:14

Documentário recupera a história das fabulosas Dzi Croquettes

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

<i>Dzi Croquettes</i>, os internacionais

Dzi Croquettes, os internacionais

 

DZI! DZI! Croquettes

, as internacionais. Este era o grito de guerra do grupo de teatro-dança, que trouxe importantes modificações para a cena artística brasileira, mas cuja importância havia sido esquecida pela nossa história. Agora, os bravos Tatiana Issa e Raphael Alvarez nos trazem este presente que é o documentário Dzi Croquettes, onde através de depoimentos dos que trabalharam com eles ou foram influenciados pela estética do grupo, além das poucas imagens em vídeo das apresentações da trupe é feito o resgate da trajetória das fabulosas Dzi.

 O Dzi Croquettes era formado pelos seguintes artistas: Lennie Dale, Wagner Ribeiro, Cláudio Tovar, Cláudio Gaya, os irmãos Rogério de Poly e Reginaldo de Poly, Bayard Tonelli, Paulo Bacellar, Benedictus Lacerda, Carlos Machado, Eloy Simões, Roberto Rodrigues e Ciro Barcelos. Essa foi a formação original do grupo. Depois, nomes como Dario Menezes, Fernando Pinto e Jorge Fernando farão parte da companhia.

Deles, estão vivos apenas Tovar, Reginaldo, Bayard, Benedictus, Ciro, Jorge e Dario. Isso foi um dos fatores que dificultou o trabalho de Tatiana e Raphael para a realização do filme, a falta de material sobre as encenações do grupo e a ausência da maior parte dos seus integrantes. No livro Ela é Carioca, o escritor Ruy Castro fala de uma maldição que aconteceu ao grupo, o fato de a maior parte dos integrantes terem morrido. Leia mais »

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