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20/06/2012 - 18:28

Glória Menezes se apresenta no CEU Três Lagos

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Ensina-me a Vver"

SÃO PAULO – No fim de semana tem diva do teatro em cartaz no CEU é Show. Glória Menezes apresenta a peça Ensina-me a Viver, de Colling Higgins, nos Centros Educacionais Unificados de São Paulo pelo segundo ano consecutivo. De sexta-feira (22) a domingo (24) é a vez do CEU Três Lagos (zona Sul).

No espetáculo, a atriz dá vida a Maude, uma octogenária que vive uma bela história de amor com um jovem de apenas 20 anos, obcecado pela morte. A personagem de Glória, ao contrário, tem uma paixão incomparável pela vida. Aproveita cada segundo de sua existência como se fosse o último. O contato entre esses dois não poderia ser mais inusitado e improvável. No entanto, quando se encontram, a sintonia é imediata. Maude, cheia de alegria e positividade, ensina ao deslocado Harold os prazeres da liberdade e da vida. “Essa peça já me deu muitas alegrias, mas essa (estar nos CEUs) é a maior de todas”, diz Glória.

Veja o depoimento completo da atriz no  vídeo abaixo.
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O CEU TRÊS LAGOS fica na Estrada do Barro Branco, s/nº, Informações pelos telefones 5976-5642 e 5976-5643

Autor: - Categoria(s): DESTAQUE, Multimídia, Notas e Oportunidades Tags: , , , , , , , , , ,
10/11/2011 - 18:41

“Alegres Humoristas” versus “Tristes Piadistas”

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Afonso Gentil*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Marcelo Médici e Ricardo Rathsam na hilária "Eu Era..."

SÃO PAULO – Nossa vã filosofia jamais iria supor que o humor fosse virar caso de polícia. Consequência lógica do assustador uso da linguagem chula, da atitude cafajeste e do excesso de escatologia ao gosto de adolescentes, que dominam a maioria dos shows (?) da chamada Comédia em Pé (Stand Up-comedy)? Com certeza: muitos desses piadistas brotam da Internet com a rapidez dos coelhos,  minando a saúde do riso.

Bom lembrar que espetáculo solo, de um comediante de fato, tem toda uma logística de encenação que vai muito além da “roupa do corpo” e do microfone, a começar por um texto cuidadosamente selecionado.  Daí nos determos hoje em dois  exemplares do gênero: Eu Era Tudo Para Ela e Ela Me Deixou no Teatro da FAAP e Solidão,  A Comédia no N.Ex.T.

Esses piadistas, sem a indispensável graça natural, ou seja, de talento raquítico, deveriam embarcar conosco, num passeio icônico  pelo humor dos ídolos  das ultimas décadas até agora. Desde os antológicos solos dos intrépidos e corajosos Chico Anísio e Juca Chaves, passando pelos donos insuperáveis da piada de cunho deslavadamente surreal Ary Toledo e José Vasconcelos. Ou prestando a maior das atenções nos ingênuos do “pau oco” (duplo sentido) Mazzaropi, no cinema e Ronald Golias, na televisão. Ou ainda nas contundentes  sátiras de Jô Soares, herdadas naturalmente, pelo estilo espontâneo de Hugo Possolo.

HUMOR BURILADO POR AUTORES TALENTOSOS

À  maneira do famoso James Bond, vamos à apresentação: o nome dele é Boechat, Emílio Boechat. Assim deveria ser tratado esse talentoso autor, de poucas obras teatrais, mas centenas de roteiros para televisão. Boechat é o responsável primeiro  pelo concorrido cartaz do Teatro Faap, Eu Era Tudo Para Ela e Ela Me Deixou,  veículo para a cachoeira de risos em que se tornou o ator Marcelo Médici  desde Cada um Com Seus Pobrema.

Emilio Boechat está à espera de um ensaísta que se debruce sobre a sua tão verdadeira quanto cruel visão da contemporaneidade. Mas já dá para entrevê-la pelos tipos, pelos diálogos e pelo calvário percorrido pelo protagonista, a partir do momento em que sua entediada esposa despeja-o, literalmente, do seu próprio lar. Vamos acompanhar o desmonte impiedoso de um homem, como o fizeram Kafka (O Processo) e Brecht (Um Homem é um Homem). Dito assim,  parece um  tragicomédia existencialista. Que ela é! Mas, nas incontáveis mãos de Marcelo Médici e de seu surpreendente colega de cena, Ricardo Rathsam em formidável desempenho, o riso, involuntário ou não, é irreprimível, fazendo da montagem do FAAP um das melhores comédias em safras recentes.

SOLIDÃO, A COMÉDIA

Não é novidade, mas o tempo decorrido entre a montagem de Diogo Vilela e esta, com Mauricio Machado, recria com frescor e comedida melancolia, às vezes, um louco passeio pela solidão de diferentes tipos humanos, saído da mente criativa do saudoso Vicente Pereira, de vida breve, autor de Solidão. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , ,
08/09/2011 - 16:27

Ensina-me a Viver volta ao cartaz com Ilana Kaplan no elenco

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Ensina-me a Viver"

É nesta sexta-feira (9) que a re-estreia do espetáculo Ensina-me a Viver marca a re-abertura do Teatro Sérgio Cardoso, após a sala ter passado por uma reforma que durou um ano. Sob direção de João Falcão, Glória Menezes vive Maude, uma senhora de 80 anos ao lado de Arlindo Lopes e grande elenco. Um dos destaques da nova temporada do espetáculo é o retorno da excelente Ilana Kaplan ao elenco.

A peça é uma das mais inusitadas e emocionantes histórias de amor do século 20. É a adaptação teatral do filme Harold and Maude, estrondoso sucesso de público e crítica, assinado por Coling Higgins, e narra o encontro amoroso, aparentemente improvável, entre Harold e Maude. Ele com quase vinte anos, e ela com quase oitenta.

Sensível, inteligente e rico, o jovem Harold passa por diversos problemas. Convive com uma mãe indiferente e autoritária, numa relação desprovida de qualquer contato afetuoso. Atormentado, Harold tenta chamar a atenção materna simulando tragicômicas tentativas de suicídio.

A quase octogenária Maude, ao contrário, tem uma paixão incomparável pela vida. Aproveita cada segundo de sua existência de forma alegre e juvenil.

O contato entre esses dois não poderia ser mais inusitado, mas quando se encontram, a sintonia é imediata. Maude, cheia de alegria e positividade, ensina ao deslocado Harold os prazeres da vida e da liberdade. Leia mais »

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14/02/2011 - 19:26

Duas peças exóticas

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Maria Lúcia Candeias, colunista e crítica teatral do Aplauso Brasil

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Em cartaz no Miniteatro da praça Roosevelt Decifra-te ou me Devora mistura vídeo e poesia. Claro que de

"Decrifra-te ou me Devora" - foto de João Caldas

teatro mantém a presença dos atores que declamam, ou melhor, dizem versos calmamente. O tema é lindíssimo: a paixão cega e incontrolável, dessas que não possibilita conhecer o outro porque a emoção é forte demais.

O roteiro é dos dois ótimos atores (Helô Cintra e João Paulo Lorenzon) e do diretor como sempre competente Elias Andreato.

O cenário é também de Elias, os belos figurinos de Laura Andreato, e a iluminação eficiente de Marcelo Lazzaratto.

É um mínimo teatro e uma peça curta, mas vale ver.

AíPod, em cartaz no Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca), Leia mais »

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08/02/2011 - 16:12

Decifre e devore as relações amorosas no Miniteatro

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Maurício Mellone, colunista colaborador do Aplauso Brasil

Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Diretor assina ainda o cenário e divide o roteiro com os atores Helô Cintra e João Paulo Lorenzon

O amor entre duas pessoas, com seus encontros e

"Decrifra-te ou me Devora" - foto de João Caldas

desencontros que são superdimensionados nesses tempos de uso de recursos virtuais, como a internet e os celulares. Com esse mote Elias Andreato, Helô Cintra e João Paulo Lorenzon criaram o espetáculo Decifra-te ou me Devora, utilizando poemas e textos de autores como Jean Tardieu, Cacaso, Paul Celan e Herberto Helder, entre outros. A peça estreou nesse final de semana no Miniteatro.

Num espaço intimista, tendo como cenário uma cama de casal que serve também como tela para que sejam projetadas imagens, o público entra, atravessa o palco e fica como voyeur daquela relação amorosa. Inicialmente o casal só se comunica de forma virtual, por meio de poemas, com o objetivo de se conhecerem. Depois partem para os celulares e a voz passa a ser o novo dado para se conhecerem melhor. O último passo para saber quem é a pessoa amada é o encontro real. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , ,
13/01/2011 - 20:23

Pedro Brício coloca relação e o gênero musical em xeque

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

'Me Salve, Musical', foto de Daniela Dacorso

É preciso que fique claro: Pedro Brício, autor e diretor de Me Salve, Musical, que estreia hoje no Oi Futuro Flamengo (RJ), não se ocupa de uma crítica que detrata o gênero musical. Antes, pretende refletir sobre as possibilidades do gênero por meio da metalinguagem, ou seja, utilizando um casal de artistas, de gêneros diferentes, em crise conjugal.

O elenco da Zeppelin Cia, de A Incrível Confeitaria do Senhor Pellica e Cine-teatro Limite, coloca em cena a rocambolesca história de George Simmas (Gustavo Gasparini) e Alma Duran (Susana Ribeiro), ele um diretor de musicais em seu apogeu – carismático, egocêntrico, competitivo e mulherengo e plagiador, elauma atriz dramática cuja bem-sucedida e inesquecível interpretação da heroína trágica Medeia a deixou afastada dos palcos por três anos – devido ao estigma da atuação da personagem -, os dois rumo a Nova Iorque. Ele para conferir – e, por que não, plagiar boas ideias – a nova temporada de musicais. Ela na tentativa de salvar o casamento. Leia mais »

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