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07/07/2012 - 12:29

A Doença da Morte faz um check-up na relação amorosa

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"A Doença da Morte"

Peça de Marguerite Duras dirigida por Marcio Aurelio retrata o embate do amor entre um homem e uma mulher. No elenco, Paula Cohen e Eucir de Souza

SÃO PAULO – Texto escrito há 30 anos e que traz em seu posfácio o desejo da escritora Marguerite Duras em vê-lo transposto ao palco, A Doença da Morte acaba de estrear no Teatro Augusta e é extremamente contemporânea, pois põe a nu o amor entre um homem e uma mulher. Num momento em que se vê as pessoas evitando qualquer tipo de vínculo mais íntimo, não se permitindo amar, a peça de Duras vem para questionar ainda mais este tipo de atitude egoísta.

Com tradução de Vadim Nikitin,  direção e iluminação assinadas por Marcio Aurelio, a montagem começa com o casal separado fisicamente: o homem, interpretado por Eucir de Souza, está no palco, sentado numa cadeira colocada em cima de uma grande mesa e a mulher, vivida por Paula Cohen, está na extremidade oposta, no final da plateia.

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Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores, DESTAQUE Tags: , , ,
05/08/2010 - 15:24

Veja galeria de fotos de Morte e Vida Severina

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Serviço:

Morte e Vida Severina

Oficina Cultural Mazzaropi  (onde funciona também a SP Escola de Teatro), à Avenida Rangel Pestana, 2401, Brás/ fones 2292-7071 e 2292-7711 SOMENTE NESTE SÁBADO (7 DE AGOSTO) ÀS 20 HORAS E NO DIA SEGUINTE ÀS 19 HORAS.

Autor: - Categoria(s): Multimídia Tags: , , , ,
05/08/2010 - 14:49

Morte e Vida Severina faz o Brás tremer

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Morte e Vida Severina" apenas neste sábado e domingoComo dizia uma mítica Maria José de Carvalho, nos lendários tempos da Escola de Arte Dramática do Dr. Alfredo Mesquita, “no teatro, inspiração é tudo!”. Ou como diríamos nós hoje em dia, “quase tudo”, porque fazer teatro está “pela hora da morte!”.

Esta empolgante montagem de Morte e Vida Severina (veja “serviço”), na Oficina Cultural Amácio Mazzaropi (onde funciona também a SP Escola de Teatro), no Brás, é uma inequívoca demonstração da criatividade e da inspiração plenas de que é senhor  o diretor Moisés Miastkwosky, figura inexplicavelmente preterida pelos produtores, mas ,invariável e merecidamente ,premiada em festivais de teatro local e alhures. Os jovens de hoje já devem ter ouvido falar do poema (ou Auto de Natal), Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, um dos expoentes da safra literária poética do Nordeste brasileiro, que reinou no panorama cultural desde meados do século 20.  João Cabral percorre os misteriosos caminhos onde a Morte precede a Vida Severina, aquela “que é a morte onde se morre de velhice aos trinta, de  emboscada antes dos vinte, de  fome um pouco por dia.” Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , ,
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