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09/07/2012 - 19:45

Luiz Tatit estreia série de shows com convidados no CCBB-SP

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil(aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Jonas e Luiz Tatit por alessandra Fratus

Ao lado do filho, o violonista Jonas Tatit, o cantor e compositor recebe a cada semana um convidado: serão Ná Ozzetti, Zélia Duncan, Zé Miguel Wisnick e Marcelo Jeneci. As apresentações acontecem às terças de julho em dois horários, às 13 e às 20h

SÃO PAULO – A Canção Sem Fim: Luiz Tatit e seus convidados é o nome da série de shows que o cantor e compositor paulistano apresenta a partir desta terça, no CCBB-SP, bem no centro da cidade. Os shows serão em dois horários: o primeiro na hora do almoço às 13h e o segundo no tradicional happy hour, às 20h.

A estrutura do show é bem enxuta, vozes e apenas dois violões, o do próprio Luiz Tatit e o do seu filho Jonas. A cada semana há um convidado especial; quem abre a série é a cantora Ná Ozzetti, parceira de Tatit desde os tempos do grupo Rumo, nos anos 1980.

Na segunda semana quem sobe ao palco com o músico é a cantora Zélia Duncan, que já apresentou o espetáculo Tô Tatiando em que interpretava as personagens das canções de Tatit. Leia mais »

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22/03/2012 - 00:44

Núcleo de Dramaturgia SESI estreia o espetáculo Coração na Bolsa

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Coração na Bolsa"

SÃO PAULO – Coração na Bolsa é dirigida pelo premiado Ruy Cortez e escrita por Marcus Leoni, autor do Núcleo de Dramaturgia Sesi – British Council. A peça entra em cartaz hoje, no Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

A peça traz ao palco artistas revelados pelo Núcleo de Dramaturgia SESI –
British Council e o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP, comemorando quatro anos de atividades. Leia mais »

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06/03/2012 - 15:56

Pingo na Pia define casting para Web Série

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Curta produzido pela Pingo na Pia, "Tá na Hora"

Atenção atores, a Pingo na Pia Ideias e Produções Culturais recebe currículos para formação de casting para a produção de novas Web Séries.

Interessados devem enviar material para: casting@pingonapia.com.br.

http://www.pingonapia.com.br/

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08/09/2011 - 16:27

Ensina-me a Viver volta ao cartaz com Ilana Kaplan no elenco

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

"Ensina-me a Viver"

É nesta sexta-feira (9) que a re-estreia do espetáculo Ensina-me a Viver marca a re-abertura do Teatro Sérgio Cardoso, após a sala ter passado por uma reforma que durou um ano. Sob direção de João Falcão, Glória Menezes vive Maude, uma senhora de 80 anos ao lado de Arlindo Lopes e grande elenco. Um dos destaques da nova temporada do espetáculo é o retorno da excelente Ilana Kaplan ao elenco.

A peça é uma das mais inusitadas e emocionantes histórias de amor do século 20. É a adaptação teatral do filme Harold and Maude, estrondoso sucesso de público e crítica, assinado por Coling Higgins, e narra o encontro amoroso, aparentemente improvável, entre Harold e Maude. Ele com quase vinte anos, e ela com quase oitenta.

Sensível, inteligente e rico, o jovem Harold passa por diversos problemas. Convive com uma mãe indiferente e autoritária, numa relação desprovida de qualquer contato afetuoso. Atormentado, Harold tenta chamar a atenção materna simulando tragicômicas tentativas de suicídio.

A quase octogenária Maude, ao contrário, tem uma paixão incomparável pela vida. Aproveita cada segundo de sua existência de forma alegre e juvenil.

O contato entre esses dois não poderia ser mais inusitado, mas quando se encontram, a sintonia é imediata. Maude, cheia de alegria e positividade, ensina ao deslocado Harold os prazeres da vida e da liberdade. Leia mais »

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02/09/2011 - 18:11

No universo brechtiano com Aderbal Freire-Filho

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

"Na Selva da Cidade"

Aderbal Freire-Filho é um diretor que, entre tantas qualidades, consegue estabelecer precisa comunicação entre plateia e ator, no que diz respeito à total compreensão do texto que ele transmite aos intérpretes com quem trabalha, certamente seja por isso que 11 a cada 10 atores queiram ser dirigidos por ele. E assim o é em seu percurso pela obra do dramaturgo alemao, Bertolt Brecht, em Na Selva da Cidade, em cartaz no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro.

No elenco, Daniel Dantas, Fernanda Boechat, Inez Viana, Joelson Medeiros, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Maria Luisa Mendonça, Milton Filho e Patrick Pessoa vivem os personagens de Na Selva da Cidade, oitavo texto do poeta, dramaturgo e encenador alemão Bertolt Brecht. Escrita entre 1921 e 1923, sob o titulo Na Selva e retrabalhada entre 1926 e 1927, quando foi publicada sua versão final. A trama se passa em Chicago no ano de 1912 e conta a saga da família GARGA, que deixa o campo em busca de melhores condições de vida na cidade. Na grande metrópole, o convívio urbano se mostra desumano, brutal e sarcástico. O foco da ação está na luta violenta entre dois homens, que se inicia quando um deles – GEORGE GARGA – não admite vender sua opinião ao outro, o comerciante de madeira malaio SHLINK .

"Na Selva da Cidade"

Em entrevista exclusiva concedida ao Aplauso Brasil, Aderbal Freire-Filho fala mais sobre a montagem que é apresentada pela última vez no Rio de Janeiro, depois da antológica montagem do Teatro Oficina, em 1969.

Aplauso Brasil – Como a dramaturgia se completou na cena, esta versão de Na Selva
das Cidades
conta com alguma modificação? Como está a dramaturgia?

Aderbal Freire-Filho – Não fiz nenhuma modificação essencial, estrutural. Sendo uma peça escrita por um jovem de 22 anos, já é suficientemente desestruturada, ou “moderna”, se preferem. Não precisa que ninguém desmonte sua estrutura e faça uma “nova” leitura por aí. E é uma peça genial. Brecht diz que na época era muito ligado nos sons das palavras, que ficava andando pelas alamedas perto de sua casa e escrevendo, usando algumas palavras pelos sons. Por isso, é uma peça muito poética. Sua poesia livre, solta, e também metafísica, tem na sua origem uma liberdade que não precisa de outras. Digo, dramatúrgicas. Porque a montagem tem a liberdade cênica de que toda montagem precisa para respirar.


Aplauso Brasil – Há uma escrita cênica também, ou seja uma dramaturgia da
encenação? Como ela surge e como ela é? Leia mais »

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11/02/2011 - 16:57

Vivendo de recordações

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Crítica da peça Recordar é Viver por Michel Fernandes (michel@aplausobrasil.com) publicada na edição de 10 de fevereiro de 2011 no jornal Diário de São Paulo

Suely Franco e Sérgio Britto na peça "Recordar é Viver"

Em muitos momentos o espetáculo Recordar é Viver nos leva ao riso. Não por situações cômicas, nem por piadas certeiras, daquelas que atingem o alvo, mesmo que a seta seja de extremado mau-gosto. Não, esse não é o caso do texto de estreia do jornalista e historiador Hélio Sussekind, mesmo que não alcance satisfação plena. O riso vem por reconhecermos em cena o ridículo em nós mesmos. Quão estáticos estamos por medo do desconhecido, do que está do outro lado do muro das convenientes e, supostamente seguras, recordações?

Com um singelo mote temático – podemos, inclusive, chamar de óbvio -, a peça se propõe a lançar um olhar para os atuais valores familiares, tomando como fio condutor a história de Henrique (José Roberto Jardim, em boa composição), um homem de 30 anos que deseja ser escritor, mas não consegue avançar nos planos de sua vida por estar preso às repetidas recordações de seus pais. Leia mais »

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10/01/2011 - 18:24

Henrique Stroeter e Fábio Espósito juntos em peça de Bortolotto

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Os atores Henrique Stroeter e Fábio Espósito dividem a cena

Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"À Meia-noite um Solo de Sax na Minha Cabeça", escrita e dirigida por Mário Bortolotto estreia no Espaço dos Parlapatões

Henrique Stroeter começa o ano acumulando papéis no teatro. Atualmente em cartaz na peça Os 39 Degraus, ele estreia ao lado do ator Fábio Espósito, o palhaço brasileiro do espetáculo Quidam do Cirque Du Soleil, o espetáculo À Meia-Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça, nesta terça-feira (11), no Espaço Parlapatões.

Os dois atores são amigos de longa data e por anos compartilharam o desejo de encenar o texto de Mário Bortolotto, que também é o diretor da montagem.

“É um sonho antigo, mas nossas agendas não coincidiam. Agora deu certo”, sorri Henrique. Leia mais »

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28/06/2010 - 01:34

Luiz Valcazaras e o corte seco de Plínio Marcos com Boca de Baco

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

"Navalha na Carne" - Crédito: Milton Dória/ Divulgação

Desafio apresentar um texto como Navalha na Carne (1967), do consagrado santista Plínio Marcos, com tantas montagens já feitas e cheia de predicados, mas o espetáculo dirigido por Luiz Vacazaras que marca os 20 anos do grupo londrinense Boca de Baco, traz o frescor de lâmina precisa que dá corte seco em seu alvo.

A trama do triângulo que coloca os personagens hora no papel de opressor hora de oprimido, ganha uma concepção com ritmo acelerado, em que a ação alcança o clima, ao mesmo tempo, claustrofóbico, violento e miserável em que os personagens estão imersos.

Ao ambientar o quarto da prostituta Neusa Sueli numa espécie de desmanche de carros, Valcazaras atualiza simbolicamente o espaço, elevando o espaço além das características realistas. Um desmanche é um lugar marginal por excelência, cenário perfeito para o embate entre Vado, Neusa e Veludo.

A direção de atores segue a linha concisa, econômica do espetáculo, sem cores carregadas tingindo as emoções, o que evita o maniqueísmo das personagens. Leia mais »

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16/06/2010 - 14:12

Cacá Carvalho volta a ser O Homem Com a Flor na Boca

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Cacá Carvalho - "O Homem com a Flor na Boca" - crédito Lenise Pinheiro

Aquecendo os motores para representar o Brasil no Festival do Teatro Era, em Pontedera, na Itália, o ator Cacá Carvalho volta a apresentar o monólogo O Homem Com a Flor na Boca, de Luigi Pirandello. Sexta-feira (18), para convidados, e sábado (19), para o público em geral, o Teatro Casa Laboratório abre suas portas.

Dirigido pelo italiano Roberto Bacci, com quem criou o premiado A Poltrona Escura, o monólogo teve sua primeira estreia em 1990 quando, diz Cacá, se identificou com “os questionamentos sobre a condição humana característicos do dramaturgo italiano Luigi Pirandello”. Leia mais »

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10/05/2010 - 22:23

Veja Galeria de Fotos de Por que a Criança Cozinha na Polenta

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Ocidente ou oriente: Eis a questão

Por Que a Criança Cozinha na Polenta
Terças-Feiras às 21h
Até dia 25
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (aposentados, estudantes, classe artística e professores da rede estadual)

Espaço dos Parlapatões

Praça Franklin Roosevelt, nº 158

Centro – São Paulo

Tel.: 11 3258 4449

Não recomendada p/ menores de 16 anos

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