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06/04/2012 - 15:00

Pernambucanos do Coletivo Angu em busca de uma poética da cena

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Coletivo angu de Teatro apresenta "Essa febre que não passa"

CURITIBA – De volta ao Festival de Curitiba, dessa vez na Mostra Oficial, o grupo pernambucano Coletivo Angu de Teatro busca nos contos da jornalista conterrânea Luce  Pereira, que estão no livro Essa febre que não passa, homônimo ao espetáculo, o material para a peça que aborda o universo feminino. Com o espetáculo, a trupe deseja estabelecer uma poética da cena: processo colaborativo a partir de uma matriz literária.

Nos espetáculos Ópera e Angu de Sangue, o ponto de partida “eram textos que não foram escritos para o teatro. Em Ópera partimos de textos de Newton Moreno (renomado dramaturgo, autor de Agreste, As Centenárias e Maria do Caritó), e em Angu, a base eram contos de Marcelino Freire.” , conta André Brasileiro, um dos diretores do espetáculo. Leia mais »

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09/10/2011 - 17:28

No aniversariante Espaço dos Parlapatões duas comédias com tutano

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Hugo Possolo atua e dirige "Ridículos Ainda e Sempre"

SÃO PAULO – É tempo de festa. Esqueçamos, pois, as passagens de recentes montagens  de cunho   “folclórico estético” de diretor da região do Baixo Augusta, um, e de um autor-carrapicho (aquele  que clona os famosos e assina embaixo), outro. Porque a redenção está aí em cartaz com duas comédias de alto gabarito, duas verdadeiras jóias de “humor com tutano”  Ridículos Ainda e Sempre (sábados e domingos) e E O Vento Não Levou (terças e quartas-feiras), ambas no Espaço dos Parlapatões. São comédias para equipes sintonizadas com a inteligência criativa.

Ir ao teatro é um costume de tradição cultural, na qual nós brasileiros ainda engatinhamos, em comparação com a milenar Europa. Daí a oportunidade de recebermos dois espetáculos com os pés fincados no maluco, mas, refinado humor do russo Daniil Kharmas  e no divertidamente comprometido  empenho ético-social do norte-americano Ron Hutchinson. Ambos os autores têm o condão de nos projetar para mundos civilizados  em poucos instantes, provando que para ser “culto” não são indispensáveis maneirismos e provocações  estéticas “folclóricas”. Basta ser sincero, no sentido amplo de pátria, de origem.

LEIAS AS CRÍTICAS DE

RIDÍCULOS AINDA E SEMPRE – HUGO E EQUIPE OUSAM AINDA E SEMPRE

E O VENTO NÃO LEVOU Uma surpresa trazida por ventos agitados

SERVIÇO:

Ridículos Ainda e Sempre. Espaço Parlapatões /Praça Roosevelt, 158 – telefone 3258-4449 / 96 lugares /. Sábados, 21h, e domingos, 20h / R$ 40 (inteira) / até 23/Outubro

E o Vento Não Levou. Espaço Parlapatões /Praça Roosevelt, 158 – telefone 3258-4449 / 96 lugares /.  Terças e quartas. 21 horas / R$ 30,00 (inteira) / até 14-Dezembro

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09/10/2011 - 17:14

Uma surpresa trazida por ventos agitados

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Isser Korik

SÃO PAULO – Lida, a sinopse da história de E o Vento  Não Levou soa curiosa. E só. Mas, focalizando os bastidores super isolados e super secretos da famosa filmagem do romance de Margareth Mitchel, E O Vento Levou, o dramaturgo norte-americano Ron Hutchinson  acrescentou toneladas  de reflexões (divertidas) e de observação (aguda)  sobre a Hollywood daquela época (década de 30 do século passado), envolvendo um produtor lendário – David O. Selznick – e sua dedicadíssima e anônima secretária –  um diretor em ascensão – Victor Fleming – e um renomado roteirista, Ben Hecht.

Uma reunião tão agitada quanto explosiva!  Com isso Moonlight  and Magnolias, no original, soa como sempre oportuna homenagem  ao humor anárquico dos Irmãos Marx, insuperáveis até os dias de hoje, pobres desses piadistas da, Stand-up Comedy brasileiros que assolam os palcos paulistas… Leia mais »

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09/11/2010 - 23:35

Simplicidade é a tônica de “Dizer e Não Pedir Segredo”

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Ponto de partida de peça é o livro "Devassos no Paraíso", de João Silvério Trevisan

Com entrada franca, peça é o resultado de pesquisa dos atores e da direção sendo o livro “Devassos no Paraíso – A homossexualidade no Brasil, da Colônia à Atualidade”, de João Silvério Trevisan,  ponto de partida do espetáculo.

Para que a magia do teatro aconteça basta que haja o ator que irá contar uma história e alguém para ouvi-la. Este é o caminho mais simples e, por isso mesmo, talvez o mais difícil! No entanto, o que se vê hoje em dia é o uso, às vezes exagerado, da parafernália tecnológica existente para cenário, iluminação, trilha sonora e figurino. O essencial do teatro — o ator trocando energia diante da platéia — é posto em segundo plano.

Mas em “Dizer e Não Pedir Segredo”, o simples é a tônica! Numa composição coletiva entre os atores e a direção do grupo Teatro Kunyn, a peça é o resultado de uma longa pesquisa cujo objetivo era refletir sobre a homossexualidade no Brasil, “de tentar entender o que seria a construção de uma identidade gay em paralelo à construção de uma identidade brasileira”, segundo Luiz Fernando Marques, que assina a direção. O livro “Devassos no Paraíso – A homossexualidade no Brasil, da Colônia à Atualidade”, de João Silvério Trevisan, foi o ponto de partida da montagem.

E o simples é levado ao pé da letra: tudo acontece numa sala de um apartamento, onde a platéia bem reduzida (20 pessoas), entra pelo elevador do edifício e ao chegar à sala, escolhe onde sentar e é convidada a pegar um dos adereços que servirá para que os atores (Luiz Gustavo Jahjah, Paulo Arcuri e Ronaldo Serruya) desenvolvam as histórias. Leia mais »

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07/04/2010 - 19:37

Cia. Elevador de Teatro Panorâmico completa 10 anos e traz novidades

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Michel Fernandes, Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

"A Hora em Que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros". foto de João Caldas

Faz algum tempo que o teatro paulistano solidifica a forma de pesquisa de linguagens de grupo. Um pouco do fenômeno deve à exemplar estrutura da Cooperativa Paulista de Teatro que aglutina, com eficiência indiscutível, os coletivos de modo que viabilizem suas situações jurídico-administrativas; a Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura, também é um ganho fundamental para a classe artística, esse é o caso da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, agraciada pela Lei, que comemora sua primeira década com re-estreia, estreia, lançamento de livro e a inauguração do Espaço Elevador.

Nesta quinta-feira (9), 16h, com a re-estreia de A Hora em Que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros, de Peter Handke, de graça, no Parque da Luz, que traz 300 personagens à cena, sob a interpretação de 16 atores, que não falam absolutamente nada. Mais de mil peças de roupas e 300 adereços são usados para compor os 300 personagens. Leia mais »

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08/12/2009 - 19:02

Bethania homenageia Dona Canô

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