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10/02/2012 - 23:25

O Idiota de graça na Oswald de Andrade

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/iG (Michel@aplausobrasil.com)

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

SÃO PAULO – Ao que tudo indica, a Oficina Cultural Oswald de Andrade decidiu por oferecer ao paulistano o monumental espetáculo O Idiota – Uma Novela Teatral, da Mundana Companhia, de graça, para celebrar os 25 anos da instituição, celeiro de projetos e movimentos artísticos que deixaram marcas indeléveis no cenário paulistano das artes.

Com direção de Cibele Forjaz e adaptação do romance de Fiódor Dostoiévski assinada por Aury Porto, com a colaboração de Vadim Nikitin, Luah Guimarãez e de Cibele Forjaz.

A montagem está dividida em três partes, mas, diferentemente das temporadas anteriores, serão apresentadas em conjunto; portanto, cada sessão do espetáculo terá a duração de seis horas, com dois intervalos.

Reprodução da crítica de O Idiota – Uma Novela Teatral


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28/06/2011 - 22:31

Um monumento a Dostoiévski – Parte 2

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Crítica de Michel Fernandes ao espetáculo O Idiota – Parte 2

"O Idiota - Uma Novela Teatral"

O segundo dia dessa imersão ao universo de O Idiota e, por consequência, ao de Dostoiévski, concentra o segundo e terceiro capítulos desta “novela teatral” e inicia com um inquieto desfile dos atores em busca de seus personagens. Depois de acomodado o público, os atores dirigem-se para seus desnudos nichos-camarins e, como na primeira noite, soltam fragmentos de frases, trechos de canções, realizam pequenas ações físicas. Só que desta vez o público já criou laços de simpatia, admiração, estranhamento e outras sensações em relação àquelas personagens e consegue enxergar, nesses fragmentos de vida, minúcias que no primeiro dia de O Idiota passaram despercebidas.

Cabe à Sylvia Prado a tarefa de resumir os acontecimentos da noite anterior, o que faz com clareza e talento, situando até o espectador que deixou passar alguma informação que seja relevante para a compreensão total do espetáculo. O recurso narrativo adotado por Cibele Forjaz foge ao lugar-comum da ação de resumir, importando, também, um desenho cênico que se assemelha ao processo de rebobinar um filme para voltar a assisti-lo. Leia mais »

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