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21/01/2011 - 17:44

Marcelo Médici volta em dose dupla

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Marcelo Médici como a Mãe Jatira

Mal acaba de gravar a telenovela Passione, o ator Marcelo Médici volta a todo vapor com seus projetos teatrais. Em um deles, A Noviça Mais Rebelde, que re-estreia amanhã no Teatro Renaissance, assina a direção, e em Cada Um Com Seus Pobrema, que faz duas semanas de temporada – a partir de hoje – no Citibank Hall, onde ele apresenta os mais hilários tipos sob atenta e dinâmica direção de Ricardo Rathsman.

Em Cada Um Com Seus Pobrema, a espinha dorsal é a história de um ator de teatro que desiste de fazer seu espetáculo aquela noite e, enquanto tira a maquilagem, recorda de sua tumultuada trajetória teatral, de personagens que já viveu – como a deliciosa apresentadora infantil, Tia Penha, que, entre outras particularidades, detesta crianças.

LEIA TAMBÉM: Piada é com ele; porrada, se for o caso

A Noviça Mais Rebelde Leia mais »

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03/05/2010 - 12:57

Ele é um Espetáculo

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

A NOVIÇA MAIS REBELDE

Meu Querido e saudoso Miguel Magno o chamava de “Nossa Rosalind Russel”. Uma referência à célebre atriz norte-americana. Da minha parte, posso dizer que depois de assistir à  montagem de Noviças Rebeldes com a Cia. Baiana de Patifaria (E lá se vão doze anos) que eu persigo Wilson dos Santos. Lembro do fascínio que sentia em vê-lo tendo o total domínio da plateia com seu delicioso humor malicioso e um olhar que só de me lembrar, já começo a gargalhar. Vários espetáculos se passaram, onde pude aplaudir (de pé) a sua interpretação como A Bofetada e Advocacia Segundo os Irmãos Marx. Por mais que em algum deles ele fosse o ator coadjuvante, o seu talento acabava se sobrepujando.

Agora, ele está no monólogo A Noviça Mais Rebelde, de Dan Goggin, o mesmo autor de Noviças Rebeldes. A partir de um simples mote, o do atraso da madre superiora do convento, Wilson revive a sua tresloucada irmã Maria José e satiriza os assuntos do cotidiano, que podem tanto ser o Governo Lula, o filme sobre Chico Xavier, como uma hilária imitação da cantora Ana Carolina. Uma prova de que ele pertence àquela linhagem que fez a glória do Teatro de Revista Brasileira: Atores que se consagraram fazendo a sátira da política e dos assuntos cotidianos. E tal qual os atores da Revista, Wilson transforma a plateia em sua cúmplice. Leia mais »

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19/12/2009 - 20:27

Musicais definem novos velhos rumos do entretenimento teatral

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

 

Elenco do musical <i>Avenida Q</i>

Elenco do musical Avenida Q

 

No segundo artigo-retrospectiva teatral 2009, me atenho a um gênero teatral que entrou em meados de 2000 na pauta das artes cênicas, embora não seja um gênero novo – historicamente, com as revistas musicais, entre outras formas teatrais que marcaram época, e nos deixaram o legado das grandes vedetes, como a diva Eloá –, nessa primeira década do século 21 deixou claro que veio não como moda, mas em busca de um novo espaço que lhe é velho conhecido, e, particularmente este ano, ocupou boa parte do teatro comumente chamado de entretenimento.

 

Assim como afirmei no bate-papo sobre Teatro de Entretenimento X Teatro de Vanguarda, no Vira Cultura, da Livraria Cultura, prefiro os termos risco e menor risco para tratar os espetáculos que visam a pesquisa de linguagens e os de olho em públicos mais adeptos em gastar com a diversão, respectivamente. Musicais como A Bela e a Fera e A Noviça Rebelde, por suas longas trajetórias de montagens bem-sucedidas, podem ser colocados no patamar de montagens de menor risco, ou seja, que, provavelmente, cairão no gosto do grande público. Mas, até nesses casos, a condicional não afasta de todo o risco.

Dirigida pela dupla que revitaliza nossa adormecida vocação aos musicais, sobretudo como forma de entretenimento, Charles Möeller e Cláudio Botelho, apresentaram uma montagem impecável de A Noviça Rebelde fazendo jus à plateia sempre lotada, mesmo com ingressos à altos preços. O espetáculo fez, também, temporada popular no Teatro Sérgio Cardoso, onde pudemos conferir o trabalho de “maior risco” da dupla, 7 – O Musical, texto brilhante de Charles Möeller, dirigido por Cláudio Botelho e com trilha original composta por Ed Motta, comprovando que estamos preparados não apenas para importar os clássicos do universo musical. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags: , , , , , , , , , , , ,
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