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04/10/2012 - 01:44

Virgínia canta sucessos inesquecíveis de Clara Nunes

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Virgínia Rosa homenageia Clara Nunes

SÃO PAULO – Confira um vídeo de Virgínia Rosa cantando O Mar Serenou.

Serviço:

Virgínia Rosa canta Clara Nunes

Estreia – Dia 5 de outubro,sexta, no Teatro Cleyde Yáconis. Sextas, às 21h30, sábado, às 21h e domingos, às 18h. Ingressos: sextas R$ 30, sábados R$ 40 e domingos R$ 30. Censura: Livre. Duração: 80 Minutos.

Teatro Cleyde Yáconis- Avenida do Café, 277 – Jabaquara – Estação Conceição do metrô. Central de informações: 11 5070 7018. Venda para grupos 11 3334 1358. Capacidade – 288 lugares. Bilheteria – terça a sexta, das 14 às 20 horas – sábados e domingos das 14 até o início do espetáculo. Formas de pagamento na bilheteria – cartões e dinheiro. Venda pela internet: www.ingressorapido.com.br e telefone: 11 4003 1212. Estacionamento no local – entrada Rua Guatapará 170.
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Autor: - Categoria(s): Multimídia Tags: , , ,
04/10/2012 - 01:24

Clara Nunes recebe homenagem da cantora Virgínia Rosa

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (nanda@aplausobrasil.com)

Virgínia Rosa

SÃO PAULO – O show Virgínia Rosa canta Clara Nunes celebra os 70 anos de nascimento da sambista, considerada uma das maiores pesquisadoras da cultura popular brasileira. As apresentações acontecerão no Teatro Cleyde Yáconis, em curta temporada. A estreia é sexta-feira (5), às 21h30. A direção geral é de Fernando Cardoso. Os músicos são: Robertinho Carvalho (contrabaixo), Dino Barioni (violões), Ramon Montagner (bateria e percussão), Ogair Júnior, pianista que também assina a direção musical.

Clara Nunes

No repertório, Virgínia apresenta músicas de seus álbuns e sucessos de Clara Nunes, como Juízo Final, Quem Me Dera, Ninguém Tem que Achar Ruim, Feira de Mangaio, Canto Das Três Raças, além de Morena de Angola, de Chico Buarque, um dos destaquesda carreira da artista.

Para apresentar as várias facetas da sambista, que também cantava chorinho, forró, valsa e samba-enredo, a cada apresentação serão interpretadas diferentes canções.

Como Clara Nunes era muito ligada à natureza, não poderia faltar no set lista música Forças da Natureza. O cenário e a luz também fazem referência a essa paixão, com cores e elementos que lembram a cor do mar. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema, DESTAQUE Tags: , , , , , ,
04/08/2011 - 17:49

José Miguel Wisnik e Carlos Núñez: a mescla de sonoridades que embala o Grupo Corpo

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

JOSE MIGUEL WISNIK

Parceiro veterano do Grupo Corpo, José Miguel Wisnik juntou-se com o musicista espanhol, o galego Carlos Núñez, “especialista em instrumentos medievais”, conforme disse, e da mescla entre sonoridades surgiu a trilha composta para Sem Mim, nova coreografia do Grupo Corpo, companhia de dança de Belo Horizonte (MG).

"Sem Mim" - crédito José Luiz Pederneiras

Como meu parceiro de criação, Carlos Núñez,é espanhol, galego, trouxe as gravações das e partituras (do trovador medieval viguês,  Martín Codax) e propôs que gravássemos o material com músicos brasileiros. Ele é um instrumentista especialista nesses instrumentos galegos medievais, uma variedade de flautas, a gaita de fole – que ele é um virtuose (considerado o “Jimmy Hendrix as gaita de fole) -, enfim, trouxe uma porção de instrumentos medievais como a viola da camba que combinaram com instrumentos brasileiros como as violas caipiras instrumentos de percussão, o pandeiro. Da combinação das duas sonoridades nasceu a nossa trilha, da mescla de instrumentos antigos e atuais, das diferentes sonoridades, do mergulho para o interior como do jorro externo”, disse Wisnik. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , ,
25/01/2010 - 17:31

Convencional imperdível

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

<i>Estranho Casal</i>, de Neil Simon, direção de Celso Nunes

Estranho Casal, de Neil Simon, direção de Celso Nunes

Neil Simon é o autor mais bem sucedido da Broadway. É claro que quem só gosta dos experimentais, off e off off Broadway, não o valoriza tanto assim e até chama suas peças de teatrão.

Mesmo nesse caso, talvez não devesse deixar de ir ao Teatro Folha para assistir Estranho Casal, ainda que já tenha visto no cinema ou no teatro. A direção de Celso Nunes é perfeita e não é à toa. Afinal o grupo do Celso, o Pessoal do Vitor, ficou famoso nos anos 1970, pois foi dos primeiros a montar texto surrealista. Esteve na vanguarda dos anos 1970 e hoje, como todos nós com o tempo, ficou mais convencional, quando as inovações são incorporadas por todos. Além da brilhante carreira de encenador, foi quem fundou o Departamento de Artes Cênicas da Unicamp, aposentado, virou Rolfista,  ou seja, terapeuta corporal. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
06/01/2010 - 15:47

Carmo Dalla Vechia e Edson Fieschi abrem o ano do Teatro Folha com comédia de Neil Simon

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

Carmo Dalla Vechia e Edson Fiesch formam um <i>Estranho Casal</i>

Carmo Dalla Vechia e Edson Fiesch formam um Estranho Casal

Autor do texto de  Sweet Charity, tanto em sua versão para os palcos quanto do roteiro cinematográfico (adaptação da peça), o norte-americano Neil Simon assina o texto Estranho Casal, protagonizado por Carmo Dalla Vechia e Edson Fieschi, cuja estreia nesta sexta-feira (8) às 21h30, abre a temporada do Teatro Folha em seu horário nobre.

Quem assina a direção é o decano Celso Nunes, criador do curso de Artes Cênicas da UNICAMP, que trocou o burburinho da agitada rotina dos artistas que vivem em metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro pelo sossego da paradisíaca Florianópolis, em Santa Catarina. Segundo ele relata à atriz Eliana Rocha, autora de sua excelente biografia da Coleção Aplauso, ele apenas deixa seu paraíso particular para dirigir peças que, realmente, conquistem sua atenção por um bom motivo.

Estranho Casal apresenta uma trama focada no retrato das dificuldades de convivência interpessoal. Oscar dá guarida ao amigo Félix em sua casa, já que esse acaba de separar-se. Félix, neurótico por ordem e limpeza, quase enlouquece, e a Oscar também, pela gritante diferença entre ambos, já que Oscar é despojado ao extremo de chegar ao desleixo. Leia mais »

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10/12/2009 - 16:39

Farsa faz duas apresentações em Porto Alegre

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Marcos Breda, Mario Borges e Claudia Ohana em "O Médico Saltador" (de Molière), uma  das quatro peças  do espetáculo "Farsa". Direção: Luiz Arthur Nunes; 2007

Marcos Breda, Mario Borges e Claudia Ohana em "O Médico Saltador" (de Molière), uma das quatro peças do espetáculo "Farsa". Direção: Luiz Arthur Nunes; 2007

 

O espetáculo Farsa estreou nacionalmente em Porto Alegre, em agosto de 2007. Desde então, teve uma trajetória de êxito, em mais de 150 apresentações, tendo sido assistido por mais de 50 mil espectadores. Agora o espetáculo retorna ao seu palco de estreia, o Theatro São Pedro onde Farsa realizará duas apresentações nos dias 18 e 19 de dezembro. Pelo elenco do espetáculo já passaram nomes como Luciana Braga, Bianca Byington, Sérgio Marone e Fernanda Souza. Do elenco original ainda estão Marcos Breda, Mario Borges e Claudia Ohana. Ao lado deles, estão os nomes de Gabriel Wainer, Iris Bustamante, Carmen Frenzel e Cadu Fávero. O elenco se reveza na criação das 22 personagens que estão na encenação. A direção do espetáculo é assinada pelo talentoso Luís Artur Nunes.

A estrutura dramatúrgica de Farsa é calcada na reunião de quatro obras primas da comédia ocidental. Miguel de Cervantes é o autor de Os Faladores, um dos textos encenados no espetáculo. Os outros são: O Urso, de Anton Tchekhov, O Médico Saltador, de Molière, e Os Ciúmes de um Pedestre, do brasileiro Martins Pena. A colagem de clássicos da nossa dramaturgia é uma característica estética a marcante na obra de Luís Artur. Ele já realizou encenações memoráveis na história do teatro gaúcho, utilizando-se desse recurso. São dignas de nota encenações como Love, Love, Love e A mãe da miss e o pai do punk. Leia mais »

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