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28/02/2012 - 12:58

PRA QUEM É ADDAMS – número musical de A Família Addams

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Vídeo Divulgação

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19/12/2011 - 22:11

Daniel Boaventura e Marisa Orth encabeçam nova superprodução musical do Teatro Abril

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Michel Fernandes, do  Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Vem aí o musical "A Família Addams"

SÃO PAULO – Prepare seu “pretinho básico” e sua dose de alegria gótica para receber a nova superprodução musical do Teatro Abril: A Família Addams, cuja estreia está prevista para o dia 02 de março de 2012. Nos papeis dos chefes da família que dá título ao espetáculo estão Daniel Boaventura e Marisa Orth.

Wandinha Addams deixou de ser a esquista filha de Gomez (Boaventura) e Mortícia (Orth) e se transformou em uma jovem mulher. Para desespero dos Addams, a garota se apaixona por um doce e inteligente jovem de uma família tradicional, um acontecimento que irá virar de cabeça para baixo a casa da família quando eles são forçados a organizar um jantar para o jovem e seus pais Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , , , , , , ,
02/02/2010 - 17:46

Diretores veteranos celebram elegância cênica

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (afonsogentil@aplausobrasil.com)

Com texto de Neil Simon, comédia está em cartaz no Teatro Folha

Com texto de Neil Simon, comédia está em cartaz no Teatro Folha

Nocauteando uma considerável porção de renitentes, presunçosos e bisonhos adeptos de última hora do processo colaborativo (aquele em que todos dão palpites, geralmente, para o desastre final), método “moderno”, “contemporâneo” de uma montagem teatral, tão em voga ultimamente, para, é bom acrescentar, suplício do público bem informado e bem formado e da crítica mais atenta às investidas estéreis dos sem-talento contra (ora veja!) a competência hegemônica, desde sempre, dos espetáculos onde um diretor congrega e comanda toda a sua equipe para servir às idéias do autor eleito, os  experientes diretores Celso Nunes e José Rubens Siqueira  retornam com dois magníficos exemplos de elegância cênica: Estranho Casal e O Inferno Sou Eu, respectivamente.

Estes dois espetáculos elegantes (como elegância leia-se competência, bom-gosto, equilíbrio técnico-artístico, garbo e todos os demais sinônimos do Aurélio), livram-nos do pesadelo da lembrança do “colaborativo” mais recente, o abominável e irritante DDP-4469, visto em dezembro, mas ainda ocupando o mítico palco do Teatro de Arena, tornando a Funarte uma vítima involuntária e distraída da incompetência do “coletivo” contemplado para usar o espaço. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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