Publicidade

Publicidade

09/08/2012 - 02:12

Lília Cabral celebra grande encontro em sua terra natal

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Lília Cabral é "Maria do Caritó" - foto de Claudia Ribeiro

SÃO PAULO – Não é apenas a estreia de Maria do Caritó, escrita por Newton Moreno e dirigida por João Fonseca, que chega ao Teatro Faap na próxima sexta-feira (10), depois de quase dois anos de distancia de sua estreia e temporada carioca, que é motivo de festa para Lília Cabral, personagem título da peça. Nascida na Lapa, capital paulista, ela re-encontra no palco “dois grandes amigos”: os atores Fernando Neves e Sílvia Poggetti.

Lília Cabral é "Maria do Caritó" - foto de Claudia Ribeiro

Além dos dois atores, J.C. Serroni (quem assina os figurinos do espetáculo) também integra a trupe de Maria do Caritó. Eles se conheceram no final dos anos 1970, no campus da USP. Lília iniciava carreira cursando a Escola de Artes Dramáticas (EAD). Trabalharam juntos em um grupo e depois cada um deu diferente rumo a sua carreira, “apesar de manterem a amizade, sempre nos comunicando”, segundo Lília Cabral, não voltaram a trabalhar juntos, até que a atriz “encomendou” um texto a Newton Moreno:

“Encomendei uma peça ao Newton e o único pedido que fiz foi que ele criasse um personagem para a Sílvia e o Fernando. Ele me entregou o texto e assim que acabei de ler liguei para a Maria (Siman, produtora de Maria do Caritó) e disse que tínhamos um pequeno tesouro nas mãos”, conta a atriz.

Newton Moreno, pernambucano, um dos fundadores do grupo Os Fofos Encenam – do qual Neves, Poggetti e Eduardo Reyes fazem parte –, escreveu, com enorme sucesso, Agreste e As Centenárias, além de adaptar e dirigir Assombrações do Recife Velho e Memória da Cana que, também localizam seus personagens no sertão nordestino e o texto de Maria do Caritó, localizada  no interior do nordeste, traz a mesma poesia da simplicidade focada pelas talentosas lentes do autor.

À beira de completar seu 50ª aniversário, Maria deseja cair nos braços de um amor e se livrar do Caritó – segundo explicação de Newton, “Caritó é uma das prateleiras do mobiliário nordestino que fica escondida o suficiente para que as mães escondam remédios, tesoura, entre outros, de seus filhos. No interior do nordeste, Caritó é o apelido dado às solteironas” –, mas enfrenta a sina de cumprir a promessa de seu pai – a entregar virgem a São Djalminha pela graça de tê-la salvo da morte em seu parto, que custou a vida da mãe – e a “fama” de santa, concedida pelo povo de sua cidade. Até que chega à cidade um circo e seu picadeiro reserva múltiplas surpresas que revelam verdades guardadas em umCaritó que revira a vida de Maria. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): DESTAQUE, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
28/03/2012 - 23:52

Os Monólogos da Vagina estreia no Teatro Brigadeiro com novo elenco

Compartilhe: Twitter

Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Imara Reis dirige nova montagem da peça de Eve Ensler

SÃO PAULO – Para comemorar o sucesso da comédia Os Monólogos da Vagina, a capital paulista sedia a estreia de mais uma temporada do espetáculo, que entra em cartaz no Teatro Brigadeiro, em São Paulo, a partir desta sexta-feira (30). A ocasião também marca o lançamento no Brasil do movimento feminista V-DAY.

Integram o elenco dessa nova temporada as atrizes Fafy Siqueira, Chris Couto e Adriana Lessa, sob direção de Imara Reis. Das três, apenas Fafy já fez parte do elenco anterior, que já contou com nomes como Zezé Polessa, Tânia Alves, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Lucia Veríssimo, Elizângela e Maximiliana Reis.

Os Monólogos da Vagina, de autoria da escritora e ativista americana Eve Ensler, já foi encenado em mais de 150 países e em mais de 50 idiomas diferentes.

A autora coletou depoimentos verídicos tentando entender o porquê de ser tão problemático falar sobre vagina. Seu objetivo era celebrar esse órgão feminino que está diretamente relacionado à sexualidade da mulher. O texto se desdobrou em diversas problemáticas como a violência contra a mulher. A mídia começou a prestar atenção e a peça se transformou num grande sucesso mundial.

Cássio Reis, produtor responsável pela montagem de Os Monólogos da Vagina no Brasil, assistiu ao espetáculo nos Estados Unidos e o que mais lhe chamou atenção é o cunho social da obra, na medida em que alerta a sociedade para a necessidade de se combater o preconceito e atos que colocam a integridade das mulheres em risco. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
09/03/2012 - 20:37

Excesso e superficialidade marcam Os Sete Gatinhos

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas são convidados especiais do Círculo dos Canastrões

SÃO PAULO – Ao mesmo tempo que um grande êxito, caso de Luís Antonio Gabriela, representa um prazer indizível a seus criadores, as exigências de um novo trabalho da equipe – ou, no caso de Os Sete Gatinhos, do diretor, Nelson Baskerville – responsável pelo êxito é mais rigorosa. Portanto, a concepção de Baskerville, está bastante aquém de outros trabalhos assinados pelo autor (como os espetáculos exemplarmente dirigidos por Antunes Filho), pecando pelo excesso de referências que afogam o espetáculo na superfície.

Os textos escritos pelo “bardo carioca” não precisam de re-escrituras cênicas para expressarem os intrínsecos valores arquetípicos que se escondem nas camadas mais subterrâneas do texto, ao contrário,  excessos plásticos, referências desnecessárias, entre outros, acabam por ocultar o sumo da peça: o desmoronamento de uma família que apostou tudo – dinheiro inclusive – na pureza da filha/ irmã mais jovem para redimir essa degradada instituição familiar. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
07/02/2012 - 23:26

Phedra de Córdoba brilha em entrega de 4º Prêmio CPT

Compartilhe: Twitter

Pascoal da Conceição e Phedra de Córdoba

SÃO PAULO – A Diva d’Os Satyros, a cubana Phedra de Córdoba, fala sobre sua chegada ao Brasil pelas mãos do mago das revistas cariocas, Walter Pinto, em 1958. Em seguida, ela interpreta, soberanamente, um poema de Federico García Lorca.

Siga nosso Twitter @aplausobrasil

<a href="“>

Autor: - Categoria(s): Multimídia Tags: , , , , , , , ,
30/01/2012 - 15:42

Estão abertas as inscrições para as Oficinas Livres De Interpretação d’Os Satyros

Compartilhe: Twitter

Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

O ator Ivam Cabral, um dos fundadores d'Os Satyros

SÃO PAULO – Ministradas por atores da Cia Os Satyros, as oficinas são dirigidas a atores já formados, ou iniciantes, que queiram entrar em contato com as técnicas de interpretação desenvolvidas pelos Satyros.

Os cursos foram criados no início dos anos 1990, quando a Cia. residia em Portugal, com o objetivo de desenvolver o método do Teatro Veloz, elaborado pelo Cia. O método ajuda na recuperação de três preceitos: o estado criativo absoluto no imaginário do ator; a sonoridade sem o uso da palavra racional; e o caráter ritualístico do teatro.

São exercícios que, fundamentados nas teorias preconizadas por mestres como Stanislavski, Meyerhold e Artaud, entre outras influências, no caso das práticas de atuação cênica, levam os indivíduos envolvidos em um mesmo processo criativo à reflexão, ao autoconhecimento e a uma apreensão diferenciada do todo em que se inserem, segundo disposições do imaginário.

Um dos objetivos do Teatro Veloz é predispor os atores a uma prontidão de respostas aos estímulos oriundos do meio, com o envolvimento emocional e intelectual dos participantes.

Esse Teatro, como um catalisador de processos que condicionam o indivíduo a repensar a sua realidade e a se reposicionar em relação a ela, é fruto de um dos princípios que norteiam as atividades da Companhia dos Satyros, calcado no não-conformismo e resistência aos padrões arbitrariamente impostos pelo meio social. A resposta imediata às imposições sociais se faz necessária, assim, em termos artísticos.

A instrumentalização dos atores dá-se por meio de técnicas corporais, vocais e jogos teatrais, de modo que as disposições do imaginário possam estar sempre a serviço da criatividade.

Há ainda a possibilidade de ingresso no Núcleo Experimental dos Satyros, coordenado por um diretor convidado, e que tem por objetivo aprofundar as técnicas de interpretação iniciadas na oficina.

Durante o curso os alunos serão avaliados pelos professores e aqueles que se destacarem serão indicados para o Núcleo, ou até mesmo para projetos da Cia.

Oficina Livre de Interpretação.

Turmas: Sábado – Manhã – 10h30 às 13h30. Sábado – Tarde – 14h30 às 17h30. Domingo – Tarde – 14h30 às 17h30. Segunda – Noite- 19h30 às 22h30

DURAÇÃO: De março a dezembro de 2012. 1º Módulo – Mimese, 2º Módulo – Performativo e 3º Módulo – Diegético.

INSCRIÇÕES: Local: Praça Roosevelt, 222, (mezanino). De segunda a sexta, das 10h às 19h.

FORMA DE PAGAMENTO: Cheque ou dinheiro.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: Xerox do RG. Xerox do comprovante de residência. Foto 3X4

PERÍODO DE INSCRIÇÕES. Até a data de início da oficina.

CRITÉRIO DE SELEÇÃO: Primeiros inscritos – Vagas limitadas.

Informações: (11) 3258.6345

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Notas e Oportunidades Tags: , , , ,
14/01/2012 - 17:05

Quem tem bossa vai ao SESC Vila Mariana

Compartilhe: Twitter

Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

A cantora WandaSá

SÃO PAULO – Wanda Sá e Os Cariocas estreiam show em homenagem a Tom Jobim no SESC Vila Mariana, que ficará em cartaz dias 19 e 20 de janeiro (quinta e sexta as 21hs) e depois se apresentará em outros espaços . É certo que Jobim (1927/1994) completaria 85 anos dia 25. Ou seja, viveu pouco e fez tanta coisa, principalmente tanto sucesso no mundo inteiro.

Os escolhidos para apresentar suas composições nesta homenagem são perfeitos. Os Cariocas, além de ser um conjunto maravilhoso, em 1962 lançou em primeiríssima mão, no famoso show da bossa nova no bar Au Bon Gourmet, nada menos do que Garota de Ipanema (Tom e Vinícius de Morais), o maior sucesso mundial do Brasil no exterior.

Wanda Sá, em 1963, aos 19 anos lançou seu primeiro vinil, intitulado Wanda Vagamente, incluindo uma música inédita do maestro soberano de todos nós (não só do Chico Buarque), cujo nome é Inútil Paisagem.

Os Cariocas

É o primeiro show que reúne Wanda e Cariocas em muitos anos. De modo que, além da certeza da qualidade musical que apresentará, vai unir pessoas que dividem o samba de modo moderno, sem manter a batida de João Gilberto e cada qual à sua maneira. A curiosidade é saber como balançarão juntos.

São características que tornam Os Cariocas e Wanda Sá Homenageiam Jobim uma experiência imperdível. É tratar de garantir seu ingresso, como sempre à venda em todos os SESCs, até se esgotarem.  Não percam.

OS CARIOCAS E WANDA SÁ Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , ,
28/11/2011 - 23:35

Cabaré Stravaganza é instigante experiência sensorial

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Elenco de "Cabaré Stravaganza"

SÃO PAULO – No que diz respeito às experimentações cênicas de grupos consolidados em sua carreira, mas de inquieta investigação de novas formas de se comunicar com seu velho e conhecido público, o Cabaré Stravaganza, d’ Os Satyros, é um dos mais instigantes espetáculos em cartaz por apresentar uma linguagem híbrida – utilizando interpretação performática, dança, artes plásticas-visuais, tecnologia e palavras, cuja verve poético-musical cinde-se com a música – o que dá ao espectador papel de co-criador dessa instigante experiência sensorial.

Sem um enredo calcado na fábula tradicional, o espetáculo não pode ser descrito em sua história, mas, também, não podemos considerá-lo como fruto de dramaturgia fragmentária da qual se vangloriam os pós-qualquer-coisa.

Cabaré Stravaganza funciona como uma sinfonia multidisciplinar com variações sobre um mesmo tema, sendo o tema o universo tecnológico, a cada segundo mais avançado, e as “variações”, as formas como o ser humano se relaciona com ele.

O espetáculo provoca um auto-questionamento que nos segue dias depois, já fora da realidade fictícia do qual o espaço teatral é cúmplice.

O ator Robson Catalunha

Aliás, o limite entre ficção e verdade é um dos vetores da interpretação do elenco, em que a história biográfica de atores como Robson Catalunha é tratada com tal naturalidade que nos deixa  na eterna dúvida a respeito do sobrenome dele, motivo sobre o qual gira boa parte do seu discurso.  O ator cria uma intimidade surpreendente com o público e nos faz refletir sobre as diversas realidades presentes em uma só pessoa. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , , ,
30/09/2011 - 16:43

Théâtre Du Soleil chega a SP trazendo 15 toneladas e vasta programação

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Sempre disposta e sorridente, a diretora Ariane Mnouckine recebeu a imprensa no SESC Belenzinho

SÃO PAULO – A capital paulista é o primeiro porto em que as 15 toneladas dos Náufragos da Boa Esperança (Auroras), a mais recente criação da trupe francesa Théâtre Du Soleil. O espetáculo dirigido por Ariane Mnouchkine, uma das fundadoras da trupe (em 1964 com seus companheiros da Association Théâtrale dês Étudiants de Paris), criado a partir do romance póstumo de Júlio Verne, Les Naufragés Du Jonathan, com dramaturgia de Hélène Cixous, é só o banquete final do vasto cardápio que a companhia francesa oferecerá, a partir de quarta-feira (5), no SESC Belenzinho.

Em meados da primeira década do século 21, em entrevista com Danilo  Santos de Miranda, o diretor regional do SESC São Paulo ressaltou a preocupação do SESC SP em promover, concomitantemente, ações educativas aliadas ao entretenimento, mas, esclareceu ele, “um espetáculo do Théâtre Du Solei, por si só é educativo. Acredito que os bons espetáculos são assim, auxiliam na educação humana, colocando o homem numa condição de diálogo com seu tempo e espaços”.

Danilo Santos Miranda, diretor regional do SESC SP, por Isabel D'Elia

Entretanto, seguindo os moldes de 2007 quando o Théâtre Du Soleil apresentou Os Efêmeros (Les Éphémères), o SESC São Paulo concretiza sua vocação formativa ambientando o público no universo dessa trupe francesa por meio de oficinas, workshops, encontro com o público, exibição de documentários, entre outros.

INSCREVA-SE JÁ!

Programação Especial – SESC SP – Théâtre du Soleil 2011

Encontro com o público: Dia 20/10 – Quinta, às 13h – SESC Belenzinho

O processo de trabalho da Companhia e o novo espetáculo, com Ariane Mnouchkine

A encenadora participa de debate sobre a trajetória do Théâtre du Soleil e seus processos de criação.

Praça de Eventos (Tenda) – SESC Belenzinho (585 lugares)

Grátis. Retirada de ingressos com 1 hora de antecedência – até enquanto houver disponibilidade de lugares.

Oficinas com o Théâtre du Soleil – SESC Belenzinho

Dias 13, 14 e 15/10 – Quinta, sexta e sábado

Denominadas “estágios”, as atividades ministradas por integrantes da Companhia tem como base a improvisação e jogos cênicos a partir de temas musicais. Com a orientação de Juliana Carneiro da Cunha, Maurice Durozier, Duccio Bellugi, Serge Nicolaï e Olivia Corsini.

Horários: 9h às 12h e 13h às 16h (Carga horária de 18 horas – 6 horas/dia)

Sala de Espetáculos II – SESC Belenzinho

40 vagas. Para maiores de 16 anos interessados na arte teatral, estudantes de teatro, atores amadores e profissionais. (Os participantes devem ter disponibilidade para os 3 dias do curso, consumir alimentação leve e usar roupas confortáveis e de cores neutras e lisas – sem “marcas” aparentes ou estampas)

R$ 30,00; R$ 15,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 7,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Inscrições pelo e-mail: theatredusoleil@belenzinho.sescsp.org.br até o dia 07/10, mediante envio de breve currículo e carta de interesse. Os selecionados devem ser informados por e-mail até o dia 11/10 e a participação é confirmada somente após o pagamento nos dias 11 ou 12/10, na Central de Atendimento do SESC Belenzinho.

Workshop – Dias 21 e 22/10 – Sexta e sábado

A pesquisa musical e a criação para a cena, com Jean-Jaques Lemêtre – CEM (Centro Experimental de Música) – SESC Consolação

O músico, compositor e intérprete coordena esta oficina em que aborda o trabalho de produção de trilhas sonoras para teatro e cinema.

Dias 21 e 22/10 – Sexta e sábado

Horário: 13h às 16h (Carga horária de 6 horas – 3 horas/dia)

CEM (Centro Experimental de Música) – SESC Consolação

Rua Dr. Vila Nova, 245

30 vagas. Para maiores de 16 anos, com ou sem experiência, professores de música, atores e bailarinos. (Não é necessário saber tocar um instrumento para participar do curso)

R$ 30,00; R$ 15,00 (usuário matriculado, acima de 60 anos e estudante com carteirinha). R$ 7,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

Inscrições pelo e-mail: Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
23/09/2011 - 19:47

Cabaré Stravaganza tem estreia virtual nesta terça

Compartilhe: Twitter

Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Elenco de "Cabaré Stravaganza"

Radicalizando a pesquisa sobre o que nomeiam de Teatro Expandido, inaugurado com o espetáculo Hipóteses Sobre o Amor e a Verdade (2009), a cia. de teatro Os Satyros faz a estreia digital do espetáculo Cabaret Stravaganza, dirigido por Rodolfo García Vázquez. O evento começa às 19h30 no Restaurante Rose Velt e a distribuição de ingressos começa uma hora antes, com debate, coletiva de imprensa e a presença dos atores.

A pesquisa do denominado Teatro Expandido busca promover a interação entre os corpos físicos e as diversas próteses cibernéticas, de celulares a operações cirúrgicas, de identidades físicas a digitais. Na noite de lançamento, uma das cenas da peça será exibida pelo hotsite e o público poderá interagir com o elenco por meio das redes sociais, já ativadas com informações, fotos e curiosidades postadas pelo elenco.

“O ator do novo teatro se expandirá em apetrechos tecnológicos que completarão sua performance cênica. O conceito de atuação se ampliará. O corpo físico do ator será sua realidade carnal original e suas próteses incorporadas, tornando-se plataforma a partir da qual o ator expandido realizará suas investigações reais e virtuais”, afirma o grupo.

O espetáculo físico  Cabaret Stravaganza entra em cartaz, dia Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Multimídia, Notas e Oportunidades Tags: , , , , , , , , ,
20/09/2011 - 18:40

Em Os Altruístas, Mariana Ximenes vive uma atriz histérica

Compartilhe: Twitter

Maurício Mellone* (aplauso@gmail.com)

Mariana Ximenes em "Os Altruístas"

Para sua primeira direção, o ator Guilherme Weber adaptou a obra do norte-americano Nicky Silver e conta no elenco, além de Mariana, com Kiko Mascarenhas, Jonathan Haagensen, Miguel Thiré e Stella Rabello

Os Altruístas, de Nick Silver — em cartaz no Teatro Augusta— marca dupla estreia: Guilherme Weber na direção e Mariana Ximenes na produção. Ele, que com a sua Sutil Companhia de Teatro já conviveu com o autor norte-americano em outras montagens (Os Solitários que reunia dois textos de Silver, Pterodátilos Homens Gordos de Saia), volta à carga e adaptou essa peça que foca a vida de um grupo de jovens radicais que vivem seus dias entre passeatas, discussões, manifestações de cunho social e ócio. Eles são bancados pela famosa atriz de TV Sydney, interpretada por Mariana Ximenes, que pela primeira vez é a produtora do espetáculo:

“A opção por produzir me garante autonomia artística: não preciso esperar ninguém me convidar, experimento a delícia de realizar, de agregar pessoas e linguagens. Um sonho carregado com carinho por todos, como se fôssemos um. Equipe!”, confessa a atriz.

A marca registrada de Nick Silver está presente em Os Altruístas, ou seja, pôr a nu o ser humano, dilacerando-o. Assim como em Pterodátilos, em que ele mostra um núcleo familiar totalmente desestruturado, sem amor, valores e princípios, aqui ele subverte o conceito de altruísmo. Ao invés de um amor desinteressado ao próximo, evitando o egoísmo, o grupo de jovens radicais e sem qualquer moral diz que luta pelo bem da coletividade, mas no fundo são auto-centrados e extremamente egoístas, violentos e anti-éticos. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , ,
Voltar ao topo