Publicidade

Publicidade

11/03/2011 - 19:43

Ricardo Bittencourt dirige Bete Coelho em apresentações gratuitas

Compartilhe: Twitter

Luís Francisco Wasilewski, colunista e crítico teatral do Aplauso Brasil

Luís Francisco Wasilewski, colunista e crítico teatral do Aplauso Brasil

Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

O texto de estreia do psicanalista Contardo Calligaris, colunista do jornal Folha de São Paulo, Tarja Preta, ganhou direção da atriz Bete Coelho e interpretação do ator Ricardo Bittencourt. Em O Terceiro Sinal, do jornalista e dramaturgo Otavio Frias Filho, cuja estreia é neste sábado (12), 21h, no Teatro Vivo, os papeis diretor e atriz substituem a formação anterior, em apresentações gratuitas.

Bete Coelho estreia "O Terceiro Sinal" (foto Lenise Pinheiro)

Adaptada para o teatro a partir de seu ensaio homônimo publicado em 2003, no livro Queda Livre, e que escrito especialmente para a interpretação da atriz, O Terceiro Sinal, é uma metalinguagem sobre o teatro. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , ,
21/10/2010 - 19:51

SESC Pinheiro apresenta “Rancor – Farsa Intelectual” de Otavio Frias Filho

Compartilhe: Twitter

Adriano Oliveira, especial para o Aplauso Brasil (adriano@aplausobrasil.com)

O ator Roney Facchini

SÃO PAULO – O SESC Pinheiros apresenta a partir desta sexta-feira (22) o espetáculo teatral “Rancor – Farsa Intelectual”. A peça aborda os conflitos de uma redação de jornal. O texto é de Otavio Frias Filho e a direção fica por conta de Ivan Feijó.

A trama tem como cenário a redação de um jornal para a discussão em torno da indústria cultural. O ambiente de uma grande cidade do 3º mundo é dominado por Berucci, o mestre da crítica que exerce seu poder intelectual de modo implacável.

O estopim do drama é a rebelião da jornalista Dada com o escritor Leon e o jovem poeta Nestor, contra o domínio do velho crítico.

O ator Nilton Bicudo

Os personagens travam duelos verbais que culminam numa devastação sem piedade, mas que deixa atrás de si a possibilidade de alguma esperança.
A estrutura da narrativa do espetáculo acontece num ambiente sem tempo determinado, mas que serve para exibir uma luta de egos e vaidades. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Matérias Tags: , , , , , , , , , , ,
17/08/2010 - 19:28

Vamos? fica na esteira do riso pelo riso

Compartilhe: Twitter

Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

O autor Mário Viana e o diretor Otávio Martins

Não que eu seja contrário ao teatro que procura tão-somente estabelecer um elo de divertimento com o público – e nesse aspecto a comédia Vamos?, texto de Mário Viana sob direção do talentoso ator Otávio Martins, atinge seu objetivo –, o problema é que o tipo de espetáculo em cartaz no Teatro Imprensa passa longe de deixar quaisquer marcas além daqueles 80 minutos que dura a peça. É o riso pelo riso.

O formato dramatúrgico da peça tem por base proposta instigante: dois casais de atores se dividem em heterossexuais – um homem que canta uma mulher e vice-versa – e homossexuais – um gay que canta outro gay e uma lésbica que dá em cima de outra – o que deixa evidente que, embora de tipos diferentes, os problemas de relacionamento são os mesmos. Outro ponto interessante é que tanto no relacionamento hetero quanto no homossexual, vigora o modelo de fidelidade=felicidade que ainda não foi revisto, apesar de toda a mudança estrutural da sociedade. O personagem masculino que recebe a cantada da mulher chega a dizer que o costumeiro é que o homem aborde a mulher, jamais o contrário. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Críticas Tags: , , , ,
30/06/2010 - 11:16

Side Man evidencia as agruras da profissão dos artistas

Compartilhe: Twitter

Kiko Rieser, especial para o Aplauso Brasil

"Side Man", em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso

O processo de feitura de uma obra de arte é premido por diversas circunstâncias que não concernem somente ao criador, mas que dizem respeito ao mundo mercantil em que a obra se inserirá. Profissão difícil e preterida pelos grandes poderes políticos e econômicos, a arte sempre passa por enormes dificuldades para conseguir se sustentar e se divulgar.

Em formas de manifestação artística mais artesanais, como o teatro, é muito comum um espetáculo chegar a ser inviabilizado por falta de dinheiro. Diversos artistas acabam precisando de uma profissão paralela para se manter e muitos dos que não a têm passam por inúmeros momentos de incerteza quanto a um futuro próximo, sempre sujeitos às instabilidades de um mercado exíguo e, muitas vezes, paternalista.

Quem vê uma obra de arte pronta pode não imaginar tudo que a envolve, não conseguindo, deste modo, vê-la em sua completude. Torna-se mister, portanto, evidenciar ao público leigo o que há por trás do mundo muitas vezes idealizado que cerca a arte e os artistas, tarefa essa que cumpre o espetáculo Side Man.

O ator Otávio Martins

Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , ,
28/09/2009 - 06:49

Esse Tolentino do TAPA e suas crias incansáveis

Compartilhe: Twitter

Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (afonsogentil@aplausobrasil.com)  

 

Grupo Gattu apresenta <i>Doroteia</i>

Grupo Gattu apresenta Doroteia

 

Antes de ocupar-nos com as montagens de Doroteia , pelo Grupo Gattu. e de O Livro dos Monstros Guardados, pelo Núcleo Experimental, vale lembrar o quanto o teatro paulista deve, qualitativamente, ao diretor (carioca, pois é!) Eduardo Tolentino de Araújo, desde quando o Grupo TAPA (carioca, pois é!) por aqui aportou, sediando-se no Teatro Aliança Francesa.

Foram anos e anos de sucessivas montagens de grandes autores, nossos ou estrangeiros, obedecendo a um padrão estético rigoroso, que une a preocupação, digamos, apolínia do uso da cena, com decidido comprometimento social-político.

 Se boa parcela do público só tardiamente descobriu o TAPA, só agora lotando as platéias de qualquer canto da cidade, nós, da crítica, sempre estivemos atentos em reconhecer-lhe o mérito, cobrindo-o, em sua já longa trajetória, com incontáveis  troféus.

 A convivência de muitos jovens atores com os métodos conceptivos de Tolentino criou uma nova geração de diretores, conscientes, todos, da total entrega dos seus talentos para atingir a excelência do resultado. Basta lembrar os vigorosos espetáculos engendrados por André Garolli, Denise Weinberg e Brian Penido Ross, em diferentes grupos, aos quais juntam-se os nomes de Zé Henrique de Paula e Eloísa Vitz merecendo a atenção de todos, crítica e público.

      

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
Voltar ao topo