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18/08/2012 - 13:24

Crítica de A Partilha por Macksen Luiz

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Macksen Luiz, do Blog do Macksen Luiz, parceiro do Aplauso Brasil (macksenr@gmail.com)

21 anos depois de sua estreia "A Partilha", texto e direção de Miguel Falabella, volta aos palcos, em re-estreia comemorativa

RIO DE JANEIRO – Há 22 anos estreava no Teatro Cândido Mendes uma modesta produção com quarto atrizes, a maioria delas conhecida pela televisão, que lançava o primeiro texto de maior fôlego de Miguel Falabella, A Partilha. A repercussão crítica e popular desta habilidosa comédia dramática de Falabella, que foi vista por milhares de espectadores, excursionou pelo país durante anos e foi levada ao cinema, agora ganha nova temporada no Teatro Oi Casa Grande.

Nesta revisão, confirmam-se suas qualidades, reitera-se a sensibilidade do autor para o universo feminino e para comédia de costumes da classe média. Ao escrever sobre o texto na época, dizia que A Partilha é uma peça simples na qual quatro irmãs se encontram no velório da mãe. retomando pela circunstância da morte (o fim de um tempo) o passado comum. A divisão dos bens, deixados pela morta, acentua as diferenças entre elas e o início de possíveis transformações, lançando-as num jogo em que a crueldade serve de estímulo para que, da divisão, cheguem à unidade, simbolizada pelo conjuntinho de café da Toddy, objeto da união afetiva. Leia mais »

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01/08/2012 - 19:35

Mais de duas décadas de A Partilha comemorados com remontagem

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella assina a direção da peça que o projetou como um dos nomes mais significativos da dramaturgia contemporânea brasileira

RIO DE JANEIRO  – Foi no dia 30 de maio de 1992. Era uma sessão de Sábado. O local era o hoje desativado e abandonado Teatro da OSPA, em Porto Alegre. Eu tinha 13 anos e tive o privilégio de assistir A Partilha, de Miguel Falabella. Já admirava e muito a carreira de Miguel. Sereias da Zona Sul, que eu assisti em 1989, onde Falabella brilhava ao lado de Guilherme Karam fez eu me tornar um espectador cativo de teatro.

Com A Partilha o encantamento não foi diferente. A história das quatro irmãs que se encontram no velório da mãe (Na primeira cena, quando as quatro estão em volta do caixão havia uma hilária participação em off de Jacqueline Laurence. Será que na nova montagem terá?) me fez rir muito e também ir às lágrimas especialmente, na cena em que Laura (interpretada por Thereza Piffer) revela para as três irmãs que é homossexual e o sofrimento que passou com a morte de sua companheira. Leia mais »

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