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19/06/2012 - 23:16

Edson Celulari e Pedro Garcia Netto emocionam em peça

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Edson Celulari e Pedro Garcia Netto dividem a cena em "Nem Um Dia Se Passa Sem Notícias Suas"

Em Nem Um Dia se Passa Sem Notícias Suas,de Daniela Pereira de Carvalho, com direção de Gilberto Gawronski, os atores vivem delicadas e traumáticas relações familiares. O espetáculo fica em cartaz só até o dia 1º de julho. Imperdível! SÃO PAULO – Há muito tempo uma peça não me emocionava tanto como Nem Um Dia se Passa sem Notícias Suas, da jovem dramaturga carioca Daniela Pereira de Carvalho. Claro que o tema central da peça, que está em cartaz no Teatro Cultura Artística Itaim, por si só já emociona: a perda e as consequências que acarreta às pessoas.

Certamente, fui tocado mais profundamente talvez por minha identificação com o personagem Joaquim, interpretado de maneira delicada e contundente por Edson Celulari: com seus cinquenta e poucos anos é forçado pelo destino a resgatar suas memórias, juntar todos os cacos de sua existência depois da morte do pai e descobrir uma nova maneira de enfrentar a vida, que continua apesar de todas as perdas. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores, DESTAQUE Tags: , , , , , ,
06/04/2012 - 15:00

Pernambucanos do Coletivo Angu em busca de uma poética da cena

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Coletivo angu de Teatro apresenta "Essa febre que não passa"

CURITIBA – De volta ao Festival de Curitiba, dessa vez na Mostra Oficial, o grupo pernambucano Coletivo Angu de Teatro busca nos contos da jornalista conterrânea Luce  Pereira, que estão no livro Essa febre que não passa, homônimo ao espetáculo, o material para a peça que aborda o universo feminino. Com o espetáculo, a trupe deseja estabelecer uma poética da cena: processo colaborativo a partir de uma matriz literária.

Nos espetáculos Ópera e Angu de Sangue, o ponto de partida “eram textos que não foram escritos para o teatro. Em Ópera partimos de textos de Newton Moreno (renomado dramaturgo, autor de Agreste, As Centenárias e Maria do Caritó), e em Angu, a base eram contos de Marcelino Freire.” , conta André Brasileiro, um dos diretores do espetáculo. Leia mais »

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