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09/08/2012 - 16:54

Companhia Delas estreia texto inédito da dramaturga inglesa Nina Raine

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Rabitt" - foto Alexandre Charro

SÃO PAULO – Rabbit é o título do novo espetáculo da Companhia Dellas, que em 2011 recebeu o  Prêmio APCA 2011 de Melhor Espetáculo Infantil por Histórias por Telefone, direção de Carla Candiotto.  A peça fala de como é se tornar adulto nos anos 2000.

A estreia de Rabbit é nesta sexta (10), às 21 horas, no Teatro Eva Herz. A direção de arte e figurinos são de Mira Haar, iluminação de Wagner Freire e trilha sonora do DJ Guab . Direção e cenografia: Eric Lenate.

No elenco estão: Julia Ianina, Paula Weinfeld, Lilian Damasceno e Fernanda Castello Branco, além dos atores convidados Nelson Baskerville, Jeronimo Martins e Ricardo Estevam.  Julia Ianina e Paula Weinfeld se revezam no papel das protagonistas a cada apresentação. Leia mais »

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11/04/2012 - 22:49

Cia. Hiato chega ao rol dos melhores coletivos de teatro

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil/ iG (michelfernandes@superig.com.br)

"O Jardim" - foto de Annelize Tozetto

CURITIBA – Desde 2008, com seu primeiro trabalho – Cachorro Morto –, a renomada crítica teatral Mariangela Alves de Lima chamou minha atenção para essa jovem Cia. Hiato, destacando que o grupo “apresentava um trabalho bastante interessante”, à procura de uma dramaturgia que dialogasse com a cena que desejavam realizar. Assisti ao espetáculo e me encantei pelo que vi: jovens talentosos e com muita disciplina na realização do trabalho. Por questões que não interessam ser abordadas aqui, perdi Escuro, segundo trabalho do grupo, e graças ao Festival de Curitiba, tive o prazer de assistir O Jardim, texto e direção de Leonardo Moreira, que estreou ano passado e, sem dúvidas, se a tivesse assistido seria voto certo no prêmio em que sou jurado, o APCA.

"O Jardim" - foto de Annelize Tozetto


Conteúdo e forma são aliados em O Jardim que traz um delicado, comovente, hilário e tenso exercício de memórias esparsas, de épocas diferentes e cruzadas, da vida de um senhor, preso na catatonia de seu Mal de Alzheimer e prestes a ser levado a um asilo. Leia mais »

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01/11/2011 - 16:17

Novelo faz radiografia sobre o homem contemporâneo

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Maurício Mellone* (aplauso@gmail.com)

"Novelo" faz quarta temporada no Viga Espaço Cênico

Com texto de Nanna de Castro e direção de Zé Henrique de Paula, a peça é o reencontro no saguão de um hospital de cinco irmãos após saberem que um homem na UTI pode ser o pai que os abandonou há 20 anos

SÃO PAULO – Em sua quarta temporada (a estreia foi no ano passado), Novelo, em cartaz no Viga Espaço Cênico, surpreende de imediato. O público entra na sala de exibição e os cinco atores já estão em cena; detalhe: todos com agulhas e linha tricotando (literalmente) cachecol, echarpe e blusa. E melhor ainda, com desenvoltura e firmeza!

Só depois de todos se acomodarem e apagadas as luzes da plateia é que a peça de Nanna de Castro tem prosseguimento. São cinco irmãos que aprenderam a tricotar com a mãe e estão no saguão de um hospital público depois de serem chamados porque um homem foi espancado e levado à UTI; esse homem, que tinha no bolso da calça os telefones dos rapazes, pode ser o pai que os abandonou há mais de 20 anos. Leia mais »

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19/04/2011 - 22:29

Evita é um musical imperdível

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Paula Cappovila dá vida à Eva Duarte Perón no musical "Evita"

Diferente dos musicais que têm sido encenados por aqui, Evita é totalmente cantado. É uma espécie de ópera popular de muito bom gosto. Conta história da mulher de Juan Perón em detalhes peculiares. Dirigida pelo consagrado Jorge Takla (My Fair Lady; O Rei e Eu, West Side Story), Evita inova seu estilo, apresentando filmes e slides ao fundo, com extrema competência. Dá saudade de Buenos Aires, mesmo sendo da década de 1950. Mas o grande acerto do musical assinado por Tim Rice e Andrew Webber, em sua versão brasileira (de Cláudio Botelho), são os atores maravilhosos que o protagonizam.

O carisma de Paula Capovilla é assombroso. Impossível deixar de admirá-la e de embarcar em suas ações (ainda que cantando o tempo todo). Ela consegue uma empatia total com a plateia.  

Fred Silveira, quem interpreta Che Guevara, também impressiona muito. Todo mundo sabe que Che nasceu na Argentina, mas teria ele participado da política do país na época? Não se sabe. De todo modo, colocá-lo como narrador e, por vezes, comentando as situações se mostrou um ideia brilhante na medida em que a peça se exime de criticar ou de elogiar a atuação dos caudilhos do período (também tivemos Vargas). Leia mais »

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21/02/2011 - 14:17

Ingressos da superprodução musical “Evita” estão à venda

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

"Evita" - Daniel Boaventura, Paula Capovilla e Fred Silveira - crédito João Caldas

A superprodução musical Evita, assinada pelo diretor e produtor Jorge Takla (dos inesquecíveis Vítor ou Vitória, My Fair Lady, entre outros), estreia dia 26 de março no Teatro Alfa, mas os apaixonados pelo gênero podem reservar seus lugares a partir de hoje.

A vida da controversa argentina de origem humilde, Eva Duarte (Paula Cappovilla) que se casou com Juan Perón (na montagem, Daniel Boaventura) e se tornou a primeira-dama da Argentina, ganhou versão musical de Andrew Lloyd Webber (O Fantasma da Ópera, Cats, entre outros) considerada por Jorge Takla como a “melhor obra” do bem-sucedido autor de musicais. Leia mais »

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30/01/2011 - 23:16

Diversão inteligente é a proposta da encenação de “Cândida”

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone, parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Comédia de Bernard Shaw, com Bia Seidl no papel título,

Sérgio Mastropasqua e Bia Seidl em "Cândida"

permanece em cartaz até final de março, no Teatro Augusta

Montagem do Núcleo Experimental, Cândida, comédia clássica do irlandês Bernard Shaw, está de volta ao Teatro Augusta depois de quatro temporadas na capital e de turnê pelo país. A peça já viajou por 19 cidades, com mais de 200 sessões e um público estimado de 50 mil espectadores; permanece em cartaz até o dia 27 de março.

Sob direção de Zé Henrique de Paula, que também assina figurino e cenografia, Cândida foi escrita em 1895 e discute o casamento, insinuando inclusive um triângulo amoroso. Tudo acontece num único dia, quando o reverendo Morell, interpretado por Sergio Mastropasqua, está à espera de sua esposa Cândida (Bia Seidl) que estava de viagem. Ela chega, mas traz consigo Eugenio Marchbanks (Thiago Carreira), um poeta sensível, de apenas 18 anos.

O marido é apaixonado pela esposa e o garoto também se revela um admirador da bela senhora, que por sua vez sente-se atraída por ambos. Leia mais »

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04/01/2011 - 19:44

Uma Excelente Comédia volta ao Teatro Gazeta

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Luís Francisco Wasilewski, especialpara o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Comédia leva a assinatura de Alexandre Reinecke na direção

Uma das melhores comédias do teatro paulistano no ano de 2010, volta ao cartaz nesta sexta-feira (7). Trata-se de O Clã das Divorciadas, escrita por Alil Vardar, que recebeu no Brasil a tradução de Clara Carvalho e a direção de Alexandre Reinecke. Em cena estão os ótimos Luís Salém, Paula Cohen e Maíra Charken.

Essa é a terceira comédia francesa que o produtor LG Tubaldini Jr, da Filmland Internacional, monta no Brasil. Anteriormente, ele produziu Adorei o que Você Fez e Toc Toc, as duas também traduzidas por Clara.

O público se diverte com esse eclético e inusitado clã. Lulu (Paula Cohen) tem o perfil bem consumista, mas com o fim do casamento se vê numa situação financeira difícil, tendo que dividir seu apartamento para diminuir os gastos. Leia mais »

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22/11/2010 - 19:30

Teatro Empresarial Motivador seleciona atores

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Aplauso Brasil

A CNARTES, escola para atores da atriz e diretora Cininha de Paula, e a TEM, Teatro Empresarial Motivador, juntaram forças para tentar driblar os problemas de escassez de mercado de trabalho para atores.

O início oficial desta fusão será amanhã(23), onde os gestores assinarão o contrato. A partir deste, a TEM e a CNARTES iniciam uma proposta ousada, inovadora e promissora, comprometidos com resultadosrelevantes para ambos os mercados: corporativo e cultural.

A CNARTES e a TEM Soluções abrem processo para seleção de atores que farão parte do cadastro para Teatro Empresa. A pré-seleção acontece via e-mail.

Mande seu currículo com foto para: contato@tem.art.br.
Os currículos selecionados farão parte da seleção final dia 30/11/10 na CNARTES. Av. das Américas, 3939 Bloco 1, Loja T. Barra da Tijuca. Rio de Janeiro. Telefone para contato: 21 30637277 (Raquel Fabbri)

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01/11/2010 - 19:07

“Como esquecer” nos pergunta qual o oposto do amor

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Filme de Malu de Martino, com Ana Paula Arosio, Murilo Rosa, Natália Lage, Arieta Corrêa, Bianca Comparato e Pierre Baitelli

Ana Paula Arósio e Murilo Rosa em drama LGBT

Num site de divulgação do filme “Como Esquecer”, da diretora Malu de Martino, há uma promoção para a melhor resposta a uma indagação proposta no filme: qual oposto do amor? Em off, a personagem central Júlia, vivida por Ana Paula Arosio, logo adianta que ódio seria uma resposta muito óbvia. Esta questão me mobilizou durante a exibição. Tanto pelo drama vivido por Júlia como pela minha própria experiência de vida, tenho a impressão que o oposto do amor é a solidão, a dor e em muitas vezes a depressão!

Esse tom cinzento, sombrio e sofrido é o que caracteriza “Como Esquecer” — uma adaptação da história autobiográfica de Myriam Campello—  que poderia ser definido como o drama da perda. Júlia, uma professora universitária de literatura inglesa, se vê abandonada após longa relação com Antonia. Seu melhor amigo, o ator Hugo, interpretado por Murilo Rosa, tem o temperamento oposto — é otimista, alegre e amoroso—, mas também convive com a dor da perda recente de seu namorado. Para fechar o círculo, Lisa, papel de Natália Lage, separou-se do namorado. Como solução para a vida dos três, Hugo propõe que passem a dividir uma casa, num ambiente próximo à natureza. Depois de muito resistir, Júlia aceita o convite e eles se mudam para Mangaratiba, cidade litorânea e próxima do Rio.

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Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema, Multimídia Tags: , , , , , , , ,
17/10/2010 - 19:05

Sábado “A Gaiola das Loucas” aporta no Teatro Bradesco

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Diogo Vilela e Miguel Falabella

SÃO PAULO – Depois da longa espera dos fãs de musicais, sobretudo os que são assinados por Miguel Falabella, podem iniciar contagem regressiva, “A Gaiola das Loucas”, mega-produção musical protagonizada pelo diretor e pelo ator Diogo Vilela, estreia neste sábado (23), no Teatro Bradesco. Na segunda-feira (25), como havia divulgado, será uma sessão especial para convidados.

O musical norte-americano criado em 1983 para a Broadway por Harvey Fierstein (texto) e Jerry Hermann (músicas) é baseado na peça “La Cage Aux Folles”, do autor francês Jean Poiret, e serviu de material de base para que a montagem brasileira de “A Gaiola das Loucas” surgisse.

Versão brasileira é assinada por Diogo Vilela e Miguel Falabella

Mais de 40 trocas de cenários, cerca de 300 figurinos e uma centena de perucas, a produção do musical promete 350 mudanças de luzes, contando para isso com cinco painéis de leads, além da orquestra de 14 músicos. Leia mais »

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