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24/08/2012 - 23:29

Jarbas Homem de Mello dirige musical infantil que estreia no Teatro GEO

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"O Chapeleiro Maluco", texto de Walter Jr., música de Charles Dalla e direção de Jarbas Homem de Mello

SÃO PAULO – Sábado (25) é data duplamente recheada de festividade e responsabilidade para a carreira de Jarbas Homem de Mello: o ator volta a capital paulista como o MC de Cabaret, personagem que lhe rendeu indiacação ao Prêmio Shell de Teatro, e estréia como o diretor do musical O Chapeleiro Maluco que inaugura o horário para as crianças do Teatro GEO.

Pedro Bosnich é "O Chapeleiro Maluco"

Dos mesmos produtores do musical O Fantasma da Máscara, O Chapeleiro Maluco, de Walter Jr. Inspirou-se na saga de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, para criar a história em que a garota, interpretada por Mariana Lilla, precisa retornar ao país das maravilhas, após receber um aviso do gato sorridente, e desvendaro mistério do sumiço de uma coleção de chapéus pertencente ao Chapeleiro Maluco (Pedro Bosnich) que anda assoberbado com a criação de chapéus, a organização de um desfile, além da manutenção de seu estoque de chás e guloseimas.

Tudo isso debaixo da ira da mal-humorada e invejosa Rainha de Copas (Rejani Humphreys) que insiste em cortar as cabeças de todos, caso a coleção não apareça. Começando pela dele. Leia mais »

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12/07/2012 - 16:03

Um Número discute a clonagem humana e suas implicações

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Um Número" , até 22 de Julho no SESC Belenzinho

Com direção de Pedro Neschling, peça da dramaturga britânica Caryl Churchill traz a São Paulo o consagrado ator Pedro Paulo Rangel, que divide o palco com Pedro Osorio, em curta temporada no SESC Belenzinho

SÃO PAULO – A partir de um experimento científico, a clonagem humana, a dramaturga Caryl Churchill levanta questões intrínsecas do ser humano na peça Um Número, em cartaz no SESC Belenzinho.

Bernard, interpretado por Pedro Osorio, que sempre soube ser filho natural de Salter, brilhantemente vivido por Pedro Paulo Rangel, tem a terrível notícia de que há um número (incerto) de seres iguais a ele. A constatação de que houve a clonagem humana e ele mesmo pode não ser o original provoca uma reviravolta na vida entre pai e filho, com uma acalorada discussão sobre a natureza humana, ética, verdade e princípios, que deixa o espectador ligado na trama nos 60 minutos de duração do espetáculo. Leia mais »

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09/03/2012 - 01:51

Folias apresenta show musical inspirado no bairro que sedia o grupo

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Michel Fernandes, do Aplauso  Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Nani de Oliveira e Pedro Lopes em "A Saga Musical de Cecília..."

SÃO PAULO – Um argumento do ator e músico Dagoberto Feliz deu o start para que a companhia Folias D’ Arte criasse o espetáculo A Saga Musical de Cecília… (desde  priscas eras até os dias de hoje no pedaço de terra dividida que carrega o seu santo nome), que recorre à histórias, tipos e personagens que povoam o bairro paulistano de Santa Cecília, onde está sediado o grupo.

Com dramaturgia de Carlos Francisco, direção do ator Danilo Grangheia e direção musical de Bruno Perillo, A Saga Musical de Cecília… estreia hoje no Galpão do Folias.

Segundo o diretor a “história” de A Saga Musical de Cecília… é uma junção de “devotos, sonhadores, miseráveis, artistas, moradores e transeuntes para (re)contar uma história que se constrói diariamente neste centro babilônico paulistano, a Santa Cecília, Leia mais »

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09/11/2011 - 21:44

Lucélia Santos apresenta texto de Jô Bilac no SESC Belenzinho

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Adriano Oliveira, especial para o Aplauso Brasil ( adriano@aplausobrasil.com)

Pedro Neschling dirige a mãe

SÃO PAULO – A atriz Lucélia Santos traz, a partir de sábado (12), Alguém Acaba de Morrer lá Fora, de Jô Bilac (cujos textos Serpente Verde, Sabor Maçã e Limpe Todo o Sangue Antes Que Suje o Carpete, estão concomitantemente em cartaz na cidade), no SESC Belenzinho, sob direção de Pedro Neschling, filho da atriz.

Uma comédia com toques de violência é a base da trama que apresenta três personagens, estranhos uns aos outros, que se encontram em um bar-café. Cada personagem está à espera de alguém. Cláudio (Ricardo Santos), um homem solteiro, em busca de um amor; Laura (Lucélia Santos), uma mulher misteriosa, espera acertar as contas com certo alguém prestes a chegar, e Marcela (Vitória Frate), professora de inglês frustrada com a vida, espera sua irmã.  Com o trio da peça, o autor deseja criticar a superficialidade das relações humanas.

A atriz Lucélia Santos conta ser em Alguém Acaba de Morrer lá Fora conta que será a primeira vez que ela e o filho se encontram no teatro. Leia mais »

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10/06/2011 - 18:46

Texto baseado em contos de autor moçambicano estreia em São Paulo

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Fio das Missangas" é encenado no Viga

Os atores Bruna Bressani e Pedro Lopes uniram-se para dirigir uma peça baseada na obra O Fio das Missangas, do premiado autor moçambicano Mia Couto. Com título homônimo ao livro que reúne 29 contos curtos, para o espetáculo sete foram selecionados pelos diretores.

Presos em uma trincheira simbólica e cercados por perigosos “bandos”, um artista e um andarilho são forçados a passar a noite em meio aos destroços de um atentado. Nesta noite, os dois lançam mão das histórias de vida que conhecem para, por meio destas narrativas, tentarem redefinir a realidade que os cercam a exemplo de rituais ancestrais que se fundavam na mitologia e na arte. Leia mais »

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13/01/2011 - 20:23

Pedro Brício coloca relação e o gênero musical em xeque

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

'Me Salve, Musical', foto de Daniela Dacorso

É preciso que fique claro: Pedro Brício, autor e diretor de Me Salve, Musical, que estreia hoje no Oi Futuro Flamengo (RJ), não se ocupa de uma crítica que detrata o gênero musical. Antes, pretende refletir sobre as possibilidades do gênero por meio da metalinguagem, ou seja, utilizando um casal de artistas, de gêneros diferentes, em crise conjugal.

O elenco da Zeppelin Cia, de A Incrível Confeitaria do Senhor Pellica e Cine-teatro Limite, coloca em cena a rocambolesca história de George Simmas (Gustavo Gasparini) e Alma Duran (Susana Ribeiro), ele um diretor de musicais em seu apogeu – carismático, egocêntrico, competitivo e mulherengo e plagiador, elauma atriz dramática cuja bem-sucedida e inesquecível interpretação da heroína trágica Medeia a deixou afastada dos palcos por três anos – devido ao estigma da atuação da personagem -, os dois rumo a Nova Iorque. Ele para conferir – e, por que não, plagiar boas ideias – a nova temporada de musicais. Ela na tentativa de salvar o casamento. Leia mais »

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13/12/2010 - 16:45

Provocando uma discussão sobre o Ministério da Cultura

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

E você? Qual a sua opinião? Como você vê o papel do Ministério Cultural? Como você avalia a atual gestão do MINC? O que está bom? O que precisa melhorar?

Pedro Neschling, o provocador

Sem nenhum interesse político e/ ou pessoal acerca do atual Ministro da Cultura, Juca Feirreira, proponho aqui uma discussão sobre os futuros rumos desejados pela classe artística a respeito da pasta ministerial de cultura. Para que a reflexão seja frutífera conto com a participação de você, leitor, deixando opinião ao final do texto.

Parto da inquietação sentida ao ler artigo de Pedro Neschling, para a Folha de São Paulo, em que critica um artigo escrito pelo cineasta e produtor Luiz Carlos Barreto, publicado no último dia 09 no mesmo jornal, em que o primeiro crítica a postura de Barretão, como é conhecido o cineasta, sobre a atuação reprovável de Juca Ferreira no Ministério da Cultura, além de colocar em dúvida o apoio da classe artística à continuidade do ministro na pasta cultural, o que Neschling prontamente refuta como representante da classe artística.

Destaco, mais uma vez, que não se trata nem de questão política, nem relacionada à gestão de Ferreira, mas relativo aos rumos seguidos e desejados frente à captação de recursos na produção de bens artísticos. Leia mais »

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26/10/2010 - 17:28

Peça traz duelos poéticos em encenação despojada

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Crítica de “Nada de Dois – Seis Duelos Verbais” por Michel Fernandes, especial para o jornal Diário de São Paulo publicado na edição impressa de 25/ 10/2010

"Nada de Dois", de Pedro Mexia e direção de Freed Mesquita

“Nada de Dois – Seis Duelos Verbais” conjuga duas interessantes figuras estreantes em palcos paulistanos: o autor português Pedro Mexia (inédito no país) e o diretor Freed Mesquita (este participou, como ator, de peças dirigidas por Antunes Filho). A peça faz temporada até 9 de novembro na sala Beta do SESC Consolação, às segundas e terças-feiras, 21h.

A cada sessão são sorteadas três cenas que compõem a representação da noite, estabelecendo-se um jogo. Atores, diretores e público selam o pacto da teatralidade, do sim e do não, do real que se afirma convenção e abre espaço para a poesia. Leia mais »

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06/10/2010 - 16:39

Pedro Mexia, poeta da cena, fala sobre dramaturgia L

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

O autor português Pedro Mexia

Um jovem, simpático e discretíssimo autor português, Pedro Mexia, realiza nesta quarta-feira (6), às 19h30, na sala Ômega do SESC Consolação, um bate-papo sobre dramaturgia. Seu talento de poeta marca o conjunto de peças curtas que estão no espetáculo Nada de Dois – Seis Duelos Verbais, segundas e terças às 21h, no mesmo local, sob a estreante direção do ator Freed Mesquita.

Pedro Mexia conta que gosta de autores de diferentes linhas dramatúrgicas como Tchekhov e Beckett, ou dos contemporâneos Mamet e Crimp, mas, segundo ele, sua preferência está na dramaturgia “que não impõe uma versão, uma mensagem, que não seja doutrinária, deterministas, pedagógicos. Só assim se pode ser fiel à complexidade humana”.

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Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , ,
05/07/2010 - 18:09

Dzi Croquettes chega aos cinemas

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Dzi Croquettes, os internacionais

“Eu não sabia direito o que eles eram. Na minha visão de criança eles eram palhacinhos”. Estas são as falas iniciais do documentário sobre o revolucionário grupo de teatro-dança Dzi Croquettes – O Documentário, dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez que, felizmente, chega, agora, dia 16 de julho aos cinemas brasileiros.

Tatiana criou o filme a partir de sua memória afetiva. Quando criança ela, junto de seu pai, o cenógrafo Américo Issa, conviveu com a trupe.  Portanto, recuperar a história da companhia é, também, recuperar a história de Américo, que foi um cenógrafo importante do teatro brasileiro.

O Dzi Croquettes era formado pelos seguintes artistas: Lennie Dale, Wagner Ribeiro, Cláudio Tovar, Cláudio Gaya, os irmãos Rogério de Poly e Reginaldo de Poly, Bayard Tonelli, Paulo Bacellar, Benedictus Lacerda, Carlos Machado, Eloy Simões, Roberto Rodrigues e Ciro Barcelos. Essa foi a formação original do grupo. Depois, nomes como Dario Menezes, Fernando Pinto e Jorge Fernando farão parte da companhia.

Deles, estão vivos apenas Tovar, Reginaldo, Bayard, Benedictus, Ciro, Jorge e Dario. Isso foi um dos fatores que dificultou o trabalho de Tatiana e Raphael para a realização do filme, a falta de material sobre as encenações do grupo e a ausência da maior parte dos seus integrantes.

No livro Ela é Carioca, o escritor Ruy Castro fala de uma maldição que aconteceu ao grupo, o fato de a maior parte dos integrantes terem morrido precocemente.

Eles surgiram no momento mais violento do regime militar brasileiro. A obra de Tatiana e Raphael contextualiza bem essa época com depoimentos de Ney Matogrosso, Aderbal Freire Filho, Elke Maravilha, entre outros. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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