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12/04/2012 - 23:12

A plateia bate palma e pede bis

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Sylvia Bandeira vive Marlene Dietrich

SÃO PAULO – E não é para menos. Parece que a gente está participando de um show maravilhoso e íntimo que nos apresenta pessoalmente ninguém menos do que Marlene Dietrich em Marlene Dietrich – As Pernas do Século, de Aimar Labaki, em cartaz no Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca). Tudo bem simples, sem os exageros da Broadway. Mas em compensação Sylvia Bandeira nos leva para passear na Alemanha, na França e até no Brasil, cantando as músicas da época tão bem que não dá pra saber se quem canta melhor Non, Je Ne Regrette Rien é ela ou a Edith Piaf.

É simplesmente fantástico, ainda mais que contracenam com ela José Mauro Brant, Márcia Luna Cabral e Silvio Ferrari – os três com larga experiência em musicais – fazendo papeis variados neste musical, surpreendendo  o tempo todo pela qualidade do trabalho seja como atores seja como cantores. Leia mais »

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10/04/2012 - 20:27

Rodrigo Lombardi vive no palco o mito de Dom Juan

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

O ator Rodrigo Lombardi protagoniza clássico de Molière

Montagem do clássico de Moliére é assinada por William Pereira, responsável também pela cenografia e trilha sonora. No elenco, ao lado de Rodrigo estão Eduardo Estrela, Clarissa Kiste e Roberto Arduim entre outros

SÃO PAULO – Moliére há mais de 400 anos debruçou-se sobre o mito do sedutor e galanteador Dom Juan e não é por acaso que seu texto é um clássico até os nossos dias. Em tempos de conquistas pela internet e relações fugazes e descartáveis, nunca as artimanhas da conquista de um personagem tão elegante e sedutor como Dom Juan calam tão fundo nas plateias atuais.

No espetáculo Dom Juan, em cartaz no Teatro Raul Cortez, o ator Rodrigo Lombardi faz o personagem título, William Pereira assina a direção e o professor Jorge Coli foi o responsável pela tradução do texto de Moliére.

“Não vamos nos preocupar com o mal que pode nos acontecer, vamos nos preocupar com o que pode nos dar prazer.” Esta frase é a síntese do sedutor Dom Juan, mas poderia ser atribuída a qualquer conquistador de hoje, que utiliza os meios virtuais para seus galanteios e amores fortuitos. O diretor vê no texto clássico de Moliére uma atualidade e mais do que comédia, a peça é uma “quase tragédia”: Leia mais »

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06/04/2012 - 15:00

Pernambucanos do Coletivo Angu em busca de uma poética da cena

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil/ iG (michel@aplausobrasil.com)

Coletivo angu de Teatro apresenta "Essa febre que não passa"

CURITIBA – De volta ao Festival de Curitiba, dessa vez na Mostra Oficial, o grupo pernambucano Coletivo Angu de Teatro busca nos contos da jornalista conterrânea Luce  Pereira, que estão no livro Essa febre que não passa, homônimo ao espetáculo, o material para a peça que aborda o universo feminino. Com o espetáculo, a trupe deseja estabelecer uma poética da cena: processo colaborativo a partir de uma matriz literária.

Nos espetáculos Ópera e Angu de Sangue, o ponto de partida “eram textos que não foram escritos para o teatro. Em Ópera partimos de textos de Newton Moreno (renomado dramaturgo, autor de Agreste, As Centenárias e Maria do Caritó), e em Angu, a base eram contos de Marcelino Freire.” , conta André Brasileiro, um dos diretores do espetáculo. Leia mais »

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07/10/2011 - 22:19

Exposição sobre Besteirol coloca público no clima do gênero

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Idealizada pelo ator Maurício Machado, em cartaz no Teatro N.Ex.T. com o

Luís Francisco Wasilewski, curador da mostra "Assim Era o Besteirol"

monólogo Solidão – A Comédia, de Vicente Pereira, a exposição Assim Era o Besteirol conta a história do gênero batizado de “Besteirol”, dos primórdios, quando Ney Matogrosso traz Vicente a São Paulo para trabalhar como cenógrafo e figurinista do grupo musical Secos e Molhados a sua consagração de Pereira como um dos principais nomes da dramaturgia cômica carioca dos anos 1980 para que o público entre no clima do gênero..

“Inicialmente seria uma homenagem a Vicente, mas a coisa tomou uma proporção maior e acabamos por homenagear o gênero. Adotei como linha mestra mostrar o que foi o Teatro Besteirol. Uma ideia que surgiu da diretora de arte, Maíra Knox foi a de colocar frases que estavam em minha dissertação de Mestrado. Selecionamos frases de Vicente Pereira, da entrevista que (Miguel) Falabella me concedeu e outras que situavam a importância desta forma teatral.Outra excelente ideia da Maíra foi a criação de uma árvore que mostra as ramificações dos artistas do Besteirol”, conta o pesquisador e crítico teatral Luís Francisco Wasilewski, curador da exposição e colaborador do Aplauso Brasil.

Para traçar a história do gênero teatral que marcou a década de 1980, sobretudo a carioca, que segundo Luís Francisco “se caracteriza como um tipo de comédia que fazia uma crônica dos costumes da sociedade brasileiro nos anos 1980. Leia mais »

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18/02/2011 - 03:15

Resgatando o Besteirol

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Maurício Machado em "Solidão - A Comédia" - foto de Guga Melgar

(RJ) Mesmo com todas as controvérsias que o título besteirol ocasiona aos artistas criadores do gênero, uma crítica da década de 1980 substantivou esse estilo teatral e o nome continua até hoje. Para homenagear o estilo e um de seus principais representantes, o autor Vicente Pereira, o Teatro Cândido Mendes recebe até abril o monólogo Solidão – A Comédia, sob direção de Cláudio Tovar, além da exposição Assim Era o Besteirol.

O ator Maurício Machado dá vida aos inúmeros tipos que povoam os esquetes que compõem Solidão – A Comédia, todos solitários, como uma prostituta que decide telefonar para seus ex-clientes procurando companhia e uma jovem à espera numa mesa de bar.

Em entrevista a Michel Fernandes, o ator Maurício Machado fala sobre a homenagem ao Besteirol, a montagem de Solidão – A Comédia e outros projetos.

Michel Fernandes – Por que a decisão de resgatar e homenagear o Besteirol? O que mais o toca nesse gênero teatral? Leia mais »

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28/10/2010 - 06:27

Pioneiro na inserção de gays, teatro besteirol ganha livro

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Michel Fernandes, especial para o MixBrasil

Imprensa Oficial de São Paulo lança na quinta-feira livro sobre o teatro besteirol

Luís Francisco Wasilewski, autor do livro

Em meio à Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, a Coleção Aplauso da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, coordenada pelo crítico de cinema Rubens Ewald Filho, realiza festa no 4º andar do Shopping Frei Caneca para comemorar seu sucesso na recuperação das artes brasileiras e lançar mais 50 livros. Dentre os novos títulos está “Isto é Besteirol – O Teatro de Vicente Pereira”, de Luís Francisco Wasilewski, que entre os principais autores do gênero estão, além de Vicente, Mauro Rasi, Miguel Falabella e Pedro Cardoso.

CLIQUE AQUI pra ler a matéria na íntegra.

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20/05/2010 - 22:21

Um certo Arrabal aterrisa no Teatro Augusta

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Ruy Jobim Filho, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"O Grande Cerimonial" - Alessandro Hernandez e Amália Pereira O Teatro paulistano tem a sorte e o privilégio da diversidade, onde clássicos modernos e clássicos eternos dividem a cena e traçam suas estratégias múltiplas para acordar um público não menos do que avisado. Em inglês, a palavra moviegoer se aplica muito bem ao cinéfilo que prefere ver seus filmes prediletos na telona. O theatergoer (e essa palavra existe mesmo, não é um neologismo) daqui, de São Paulo, tem, como opções, desde Nelson a Plínio (Marcos), de Neil LaBute a Shakespeare, de Luis Alberto de Abreu a Sade. Mas é um certo Arrabal que dá o cutucão feroz em todo o restante, mexendo com as ideias (agora, sem o acento) e com as plateias (também sem o acento). Arrabal tira o acento.

O (já clássico) Fernando Arrabal (nascido em 1932, no Marrocos espanhol) é o mais recente dramaturgo montado pelo Teatro Kaus Cia. Experimental, grupo que foi trazido de São José dos Campos para a capital pelo diretor Reginaldo Nascimento e pela atriz/jornalista Amália Pereira e que já montou muita coisa boa por essas bandas de cá. Agora eles trazem O Grande Cerimonial para completar o rol e ficar em cartaz na Sala Experimental do Teatro Augusta.

Arrabal não poupa nada, nem ninguém, e o mesmo faz essa montagem do Kaus. Concessão zero. O personagem central de O Grande Cerimonial, o (quase coitado) Cavanosa, um Casanova totalmente às avessas, é o embate em pessoa. Sua alma atormentada luta contra seus fantasmas, suas ilusões e suas sombras. Nascimento aproveita as vertentes do autor de clássicos modernos, como O Cemitério de Automóveis e O Arquiteto e o Imperador da Assíria, para tecer sua encenação em direção ao bizarro da vida humana. O Teatro Pânico de Arrabal tem, no sangue, a tradição do que há de mais bizarro, por exemplo, em autores como o espanhol Valle-Inclán. Mas segue além. Leia mais »

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06/01/2010 - 12:28

Sai a lista completa dos indicados ao Prêmio Shell de Teatro 2010 do RJ

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Redação (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Michel Bercovitch, indicado a Melhor Ator

Michel Bercovitch, indicado a Melhor Ator

Com as indicações aos artistas de teatro que se destacaram no segundo semestre de 2009, a lista completa dos concorrentes ao Prêmio Shell de Teatro 2009 do Rio de Janeiro está completa.

O espetáculo O Despertar da Primavera foi o recordista de indicações, concorrendo em cinco categorias. Destaque para o consagrado Charles Möeller, que disputa novamente o prêmio de melhor direção, e, também, para Rodrigo Pandolfo na categoria Ator. O musical concorre ainda por Cenário (Rogério Falcão), Figurino (Marcelo Pies) e Iluminação (Paulo César Medeiros).

Outra peça com muitas indicações é Oui oui… A França é Aqui, com quatro. João Fonseca está na disputa pela direção, Solange Badin pela atuação, João Callado e Nando Duarte pela música. Pelo mesmo espetáculo, Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche concorrem na categoria Autor. Leia mais »

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