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16/06/2012 - 19:42

FIT – BH: Lisboa por Fernando Pessoa nas ruas de Minas

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Nanda Rovere, do www.mondobhz.com.br/fit-bh-2012, parceiro do Aplauso Brasil na cobertura do FIT- BH

Peça leva a bicicleta do palco para passear nas ruas, conduzida por Fernando Pessoa.

BELO HORIZONTE – Do uso da bicicleta no espetáculo Abito, o grupo Fondazione teve a ideia de fazer uma intervenção cênica que levasse esse objeto para as ruas, eis a gênese de Lisboa que a Fondazione Pontedera (Itália) apresenta no FIT – BH.

A ideia do texto é baseada num livro de Fernando Pessoa que é, na verdade, um guia cultural da capital portuguesa. No enredo, Pessoa chega a Belo Horizonte, encontra os seus heterônimos de bicicleta e os acompanha pelas ruas da cidade, a qual se transforma numa Lisboa imaginária e lírica.

Onze músicos-atores estarão trajando um elegante figurino preto e realizarão ações acrobáticas corporais com as bicicletas. Lisboa já foi apresentada na Dinamarca e, após o FIT, continuará a viajar, passando pela Itália.

DETALHES

Lisboa / Grupo: Fondazione Pontedera Teatro (Itália) / Apresentações: Domingo/ 17/junho/ 10h / Praça Professor Godoy Betônico / Museu Histórico Abílio Barreto – Segunda-feira/ 18/junho/ 16h / Praça Floriano Peixoto / Terça-feira/ 19/junho / 14h / Praça Duque de Caxias (Praça de Santa Tereza)

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01/02/2012 - 13:50

Premiada companhia mineira estreia o espetáculo Olá, Pessoa em SP

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Mineiros apresentam "Olá, Pessoa"

SÃO PAULO – Fundada por Carlos Gradim e Yara de Novaes, a premiada Odeon Companhia Teatral estreia o espetáculo Olá, Pessoa amanhã, às 21h, no Teatro Studio 184, na Praça Roosevelt.

Livre adaptação do dramaturgo e ficcionista Edmundo de Novaes Gomes para o livro E Ninguém Tinha Nada Com Isso, de Marcelo Garcia, o monólogo é protagonizado por Alexandre Cioletti e dirigido por Carlos Gradim.

Com curta temporada, a peça fica em cartaz somente até 12 de fevereiro.

A ideia de montar Olá, Pessoa surgiu em um encontro entre o diretor Carlos Gradim e o autor Marcelo Garcia, que na época era secretário municipal do Rio de Janeiro.

“Ele me apresentou o livro e eu adorei a forma como a homossexualidade é abordada. Além disso, a maneira como a história se conduz é muito envolvente e, portanto, decidi levá-la para o palco”, diz Carlos.

Para construir o espetáculo de forma menos tradicional, Carlos Gradim optou por encenar a peça permitindo a manifestação da plateia. Leia mais »

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