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24/08/2012 - 19:33

O Cabaret de Claudia Raia volta a SP

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Claudia Raia é Sally Bowles em "Cabaret"

SÃO PAULO – Um dos grande espetáculos que estreou na capital paulista ano passado, o musical Cabaret, dirigido  por José Possi Neto e protagonizado pela “diva” Cláudia Raia, que, ao lado de Sandro Chaim, assina a superprodução, volta ao Teatro Procópio Ferreira neste sábado (25), 17h.

Desde sua estréia, em outubro de 2011, Cabaret arrebatou o público, conquistou a crítica e recebeu diversas indicações a prêmios paulistanos, como o Prêmio Shell de Melhor Ator a Jarbas Homem de Mello, o MC, mestre de cerimônias do Kit Kat Club, cabaré decadente situado na Berlim pré-nazista, 1931, em que, entre outros números, a inglesa Sally Bowles (Claudia Raia), apresenta os seus. Leia mais »

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01/03/2012 - 21:49

Marcos Tumura e Cabaret despedem-se de São Paulo

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

'Salut' "Cabaret"

SÃO PAULO – Amantes do bom teatro musical tem a última chance de assistir ao musical Cabaret na capital paulistana. O espetáculo dirigido por José Possi Neto e protagonizado por Claudia Raia, fica em cartaz até domingo (3) no Teatro Procópio Ferreira e, antes de aportar no Rio de Janeiro fará algumas apresentações no Theatro Municipal de Paulínia, interior paulistano.

Na pele do otimista Herr Schultz (judeu-alemão que acredita que o nazismo seja  molecagem), o ator Marcos Tumura que concedeu esta entrevista em  vídeo e conta sobre sua amizade de mais de duas décadas com Claudia Raia, sobre seu personagem em Cabaret e sobre a evolução do gênero musical no Brasil.

Marcos Tumura

Parte 1 – Onde tudo começou

Parte 2 – O dono da voz de Herr Schultz

Parte 3 – “Brasileiro é um povo musical”

Confira:

Jarbas Homem de Mello introduz estética Dzi Croquettes

Chris Aizner e Fábio Namatame firmam marca de qualidade

Uma Diva chamada Claudia Raia

As marcas de 2011, só algumas Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
13/01/2012 - 21:30

Claudia Raia retoma temporada do musical Cabaret

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Maurício Mellone* (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Não conte à mamãe

Com casa lotada, o espetáculo voltou a ser encenado ontem e deve permanecer em cartaz até o Carnaval. Com Claudia Raia, Jarbas Homem de Melo e Guilherme Magon à frente de um grande elenco, o musical tem direção de José Possi Neto, versão de Miguel Falabella e produção de Sandro Chaim

SÃO PAULO – Depois das festas de final de ano e em pleno mês de aniversário, a cidade de São Paulo aos poucos retoma sua verdadeira vocação, a de ser propagadora da efervescente produção cultural brasileira. Ontem o Teatro Procópio Ferreira abriu suas portas para o reinício da temporada 2012 do musical Cabaret, que deve ficar na cidade até o Carnaval, desembarcando em seguida no Rio.

A estrela Claudia Raia lidera um grupo de 80 profissionais, entre atores, bailarinos, músicos e técnicos, para contar a história de Sally Bowles, uma artista de cabaré, que vive na Berlim dos anos 1930 e assiste a ascensão do nazismo. Da total liberdade de costumes — nas primeiras décadas do século 20, a capital alemã viveu o período de maior tolerância da história com relação à homossexualidade— ao horror da repressão e extermínio de judeus e gays. Este o pano de fundo do musical, que foi imortalizado no cinema por Bob Fosse, tendo Liza Minnelli no papel da bailarina Sally. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , ,
22/12/2011 - 02:17

Jarbas Homem de Mello introduz estética Dzi Croquettes

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia em "Cabaret"

SÃO PAULO – Naturalmente os Deuses do teatro abençoaram a atual montagem de Cabaret, musical de Joe Masteroff, dirigido por José Possi Neto, em que tudo é orquestrado com maestria. E, para estar à altura da exuberante interpretação de Claudia Raia para Sally Bowles, Jarbas Homem de Mello, o MC (Mestre de Cerimônias), enfrentou desafio maiúsculo em sua carreira e o resultado superou a dificuldade: o ator imprime ao personagem um tom andrógino que nos remete à estética dos Dzi Croquettes.

A leitura da peça por José Possi Neto, aliás, é plena de referencias ao estilo do Dzi Croquettes, grupo de dança-teatro nascido nos anos 1970 e formado por atores-bailarinos ou vice-versa cujas características principais, registradas magnificamente no documentário homônimo de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, são, além da sátira ao status político atual (no caso de Cabaret, à figura de Hitler que estava em ascensão) e ao travestimento  (os saltos altos usados pelos bailarinos do KitKat Club), a plástica sensual e ousada que os Dzi Croquettes – representantes natos da contracultura – utilizavam, colocando a virilidade de corpos masculinos em situações referentes a um universo homossexual de uma Berlim em que se podia ser o que se era.

A concepção de Jarbas está, pois, prenhe dessa androginia e, Leia mais »

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20/12/2011 - 23:15

Chris Aizner e Fábio Namatame firmam marca de qualidade

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Claudia Raia canta "Mein Herr" em "Cabaret"

SÃO PAULO – Talvez soe estranho o título deste artigo. Chris Aizner, jovem e proeminente cenógrafo, surgiu há pouco na cena paulistana, mas Fábio Namatame é um dos figurinistas mais respeitados, premiados e requisitados de todo o Brasil. Entretanto, o feliz acaso fez com que  o nome de ambos se cruzassem em O Libertino, de Erich-Emmanuel Schmitt, sob direção de Jô Soares, e Cabaret, de Joe Masteroff, sob direção de José Possi Neto.

Em O Libertino, Aizner e Namatame criaram cenário e figurinos tão simples quanto a concepção dada por Jô no espetáculo. Mais preocupado com a encenação que evidenciasse o texto, do que alçar vôos em busca de uma dramaturgia da cena, o diretor foi seguido com inteligência pelo cenógrafo e pelo figurinista, sem que o requinte visual do espetáculo passasse despercebido.

Já em Cabaret, a possibilidade simbólica embrenha cenários e figurinos, dando o toque que torna inesquecível a montagem.

Partindo da ideia intimista de um cabaré em Berlim, na virada de 1931 para 1932, e de como o terror – o nazismo estava em ascensão –, estava mais próximo do que se podia imaginar, colocar o público em cena – as pessoas podem sentar-se nas mesas dispostas nas laterais do teatro que são as mesas do KitKat Club, cabaré em que Sally Bowles (Claudia Raia) trabalha -, determina o risco à espreita, ou seja, a sedução de algo que viria a preencher a lacuna de uma nação que  amargava a humilhação sofrida ao final da Primeira Guerra.

Luiza Lemmertz, Cassio Scapin e Luciana Carnielle em "O Libertino"

As plataformas que entram e saem de cena representado o camarim, o quarto e um anexo da pensão de Fraulein Schneider, bem como os espelhos, as persianas roxas em forma de franja, as escadas moldadas pela luz de Paulo César Medeiros dão à Cabaret o glamour e a magia que se espera encontrar em um musical.

Os corpos quase despidos dos bailarinos do KitKat Club ressaltam a sensualidade desse cabaré decadente de Berlim. Leia mais »

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19/12/2011 - 17:15

Uma Diva chamada Claudia Raia

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Claudia Raia vive Sally Bowles em"Cabaret"

SÃO PAULO – Sua carreira é laureada com marcantes trabalhos na televisão e no teatro, sobretudo os musicais que estão na gênese de sua carreira: ainda adolescente incursionou nos palcos como uma das protagonistas de A Chorus Line, um musical famoso na Broadway em versão brasileira. De lá para cá, Claudia Raia conquistou fama, glamour, sempre focada na árdua disciplina preparatória de seus empreendimentos profissionais – periódicas aulas de canto, rigoroso treinamento físico, incluindo aulas de dança. Não bastasse a retidão de sua trajetória, ela é extremamente carismática e atenciosa com seu público. Agora, em seu Cabaret, dirigida por José Possi Neto, ela atinge seu apogeu e se torna verdadeira Diva.

Ousar produzir e protagonizar Cabaret, obra-prima de Joe Masteroff, é para poucos. Para sorte do público brasileiro La Raia é corajosa e deu a sua Sally Bowles, a prostituta viciada em gim que estrela os números do decadente cabaré KitKat da Berlim de 1930, a comicidade patética e o peso dramático de uma alcoólatra que, feito Blanche Dubois (protagonista de Um Bonde Chamado Desejo, de Teneessee Williams), refugia-se num universo fictício que cria para si, objetivando fugir da cruel realidade.

Além da interpretação que revela o lado mais trágico de  Bowles e de como sua consciente alienação custou a nossa recente História, Claudia parece vocalmente amadurecida, alcançando notas dificílimas.

Aconselho aos paulistanos não perderem tempo, quando o espetáculo voltar de seu recesso, em conferir Cabaret que fica só até o final de fevereiro de 2012. Leia mais »

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26/10/2011 - 02:32

Claudia Raia realiza sonho e protagoniza Cabaret

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia em "Cabaret"

SÃO PAULO – Vinte e dois anos depois da montagem de Cabaret, dirigida por Jorge Takla, cuja estreia ocorreu no Teatro Procópio Ferreira, a atriz Claudia Raia consegue realizar um sonho antigo e subir ao palco do mesmo teatro na pele da prostituta Sally Bowles, protagonista do musical inspirado em romance de Christopher Isherwood, com música de John Kander e letras de Fred Ebb, nesta sexta-feira (28), sob direção de José Possi Neto.

Convidada para protagonizar a montagem de 1989, Claudia Raia teve que declinar do convite por causa de compromissos  com a televisão, mas o desejo de interpretar a personagem não adormeceu.

“Foii uma corrida pelos direitos autorais esse tempo todo. Um dia eu cheguei para o (Sandro) Chaim e disse: – Você tem que me ajudar a conseguir os direitos de Cabaret. Preciso fazer Cabaret antes de estar andando de bengala. Ele topou, foi atrás e conseguiu. É uma produção cara de mais ou menos cinco milhões”, conta Claudia. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Dança, Música e Cinema, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
22/09/2011 - 00:21

Claudia Raia estreia dia 27 de outubro

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Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Claudia Raia dá vida a Sally Bowles em "Cabaret" - Foto Reprodução

SÃO PAULO – Atenção senhoras e senhores que, ansiosamente, aguardam para ver o mestre de cerimônias do Cabaret anunciar a entrada de Sally Bowles (que será vivida por Claudia Raia), agora já pode agendar a estreia do musical dirigido por José Possi Neto: a partir de 27 de outubro, no Teatro Procópio Ferreira.

Em seu extenso currículo no teatro, Claudia Raia especializou-se nos grandes musicais. Foi a protagonista de, entre outros, Sweet CharityO Beijo da Mulher-Aranha.  Agora, a atriz se prepara para realizar um dos maiores sonhos de sua carreira: dar vida à cantora e dançarina Sally Bowles, personagem principal de Cabaret, sucesso da Broadway nos anos 1960, vencedor de oito prêmios Tony, cuja transposição para o cinema, na década seguinte, conquistou o mesmo número de estatuetas no Oscar.

Claudia Raia em "Sweet Charity"

Miguel Falabella assina a tradução do texto e a versão das canções para o português. A montagem prevista para estrear no dia 27 de outubro, no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, com produção de Sandro Chaim e da própria Claudia, terá direção de José Possi Neto, direção musical e vocal de Marconi Araújo e coreografia de Alonso Barros.  O elenco de mais de 20 atores inclui Jarbas Homem de Mello, como o Mestre de Cerimônias, e Guilherme Magon, no papel do escritor Cliff Bradshaw.

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , , ,
05/07/2010 - 18:09

Dzi Croquettes chega aos cinemas

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Dzi Croquettes, os internacionais

“Eu não sabia direito o que eles eram. Na minha visão de criança eles eram palhacinhos”. Estas são as falas iniciais do documentário sobre o revolucionário grupo de teatro-dança Dzi Croquettes – O Documentário, dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez que, felizmente, chega, agora, dia 16 de julho aos cinemas brasileiros.

Tatiana criou o filme a partir de sua memória afetiva. Quando criança ela, junto de seu pai, o cenógrafo Américo Issa, conviveu com a trupe.  Portanto, recuperar a história da companhia é, também, recuperar a história de Américo, que foi um cenógrafo importante do teatro brasileiro.

O Dzi Croquettes era formado pelos seguintes artistas: Lennie Dale, Wagner Ribeiro, Cláudio Tovar, Cláudio Gaya, os irmãos Rogério de Poly e Reginaldo de Poly, Bayard Tonelli, Paulo Bacellar, Benedictus Lacerda, Carlos Machado, Eloy Simões, Roberto Rodrigues e Ciro Barcelos. Essa foi a formação original do grupo. Depois, nomes como Dario Menezes, Fernando Pinto e Jorge Fernando farão parte da companhia.

Deles, estão vivos apenas Tovar, Reginaldo, Bayard, Benedictus, Ciro, Jorge e Dario. Isso foi um dos fatores que dificultou o trabalho de Tatiana e Raphael para a realização do filme, a falta de material sobre as encenações do grupo e a ausência da maior parte dos seus integrantes.

No livro Ela é Carioca, o escritor Ruy Castro fala de uma maldição que aconteceu ao grupo, o fato de a maior parte dos integrantes terem morrido precocemente.

Eles surgiram no momento mais violento do regime militar brasileiro. A obra de Tatiana e Raphael contextualiza bem essa época com depoimentos de Ney Matogrosso, Aderbal Freire Filho, Elke Maravilha, entre outros. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
14/12/2009 - 12:14

Documentário recupera a história das fabulosas Dzi Croquettes

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

<i>Dzi Croquettes</i>, os internacionais

Dzi Croquettes, os internacionais

 

DZI! DZI! Croquettes

, as internacionais. Este era o grito de guerra do grupo de teatro-dança, que trouxe importantes modificações para a cena artística brasileira, mas cuja importância havia sido esquecida pela nossa história. Agora, os bravos Tatiana Issa e Raphael Alvarez nos trazem este presente que é o documentário Dzi Croquettes, onde através de depoimentos dos que trabalharam com eles ou foram influenciados pela estética do grupo, além das poucas imagens em vídeo das apresentações da trupe é feito o resgate da trajetória das fabulosas Dzi.

 O Dzi Croquettes era formado pelos seguintes artistas: Lennie Dale, Wagner Ribeiro, Cláudio Tovar, Cláudio Gaya, os irmãos Rogério de Poly e Reginaldo de Poly, Bayard Tonelli, Paulo Bacellar, Benedictus Lacerda, Carlos Machado, Eloy Simões, Roberto Rodrigues e Ciro Barcelos. Essa foi a formação original do grupo. Depois, nomes como Dario Menezes, Fernando Pinto e Jorge Fernando farão parte da companhia.

Deles, estão vivos apenas Tovar, Reginaldo, Bayard, Benedictus, Ciro, Jorge e Dario. Isso foi um dos fatores que dificultou o trabalho de Tatiana e Raphael para a realização do filme, a falta de material sobre as encenações do grupo e a ausência da maior parte dos seus integrantes. No livro Ela é Carioca, o escritor Ruy Castro fala de uma maldição que aconteceu ao grupo, o fato de a maior parte dos integrantes terem morrido. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , , , , , , ,
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