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11/02/2011 - 16:57

Vivendo de recordações

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Crítica da peça Recordar é Viver por Michel Fernandes (michel@aplausobrasil.com) publicada na edição de 10 de fevereiro de 2011 no jornal Diário de São Paulo

Suely Franco e Sérgio Britto na peça "Recordar é Viver"

Em muitos momentos o espetáculo Recordar é Viver nos leva ao riso. Não por situações cômicas, nem por piadas certeiras, daquelas que atingem o alvo, mesmo que a seta seja de extremado mau-gosto. Não, esse não é o caso do texto de estreia do jornalista e historiador Hélio Sussekind, mesmo que não alcance satisfação plena. O riso vem por reconhecermos em cena o ridículo em nós mesmos. Quão estáticos estamos por medo do desconhecido, do que está do outro lado do muro das convenientes e, supostamente seguras, recordações?

Com um singelo mote temático – podemos, inclusive, chamar de óbvio -, a peça se propõe a lançar um olhar para os atuais valores familiares, tomando como fio condutor a história de Henrique (José Roberto Jardim, em boa composição), um homem de 30 anos que deseja ser escritor, mas não consegue avançar nos planos de sua vida por estar preso às repetidas recordações de seus pais. Leia mais »

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28/01/2011 - 16:05

Sérgio Britto e Suely Franco no SESC Anchieta em peça dirigida por Tolentino

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

José Roberto Jardim, Suely Franco e Sérgio Britto em "Recordar é Viver"

Quando nos apresentam uma equipe de tão alto gabarito como a envolvida no espetáculo Recordar é Viver, cuja estreia será hoje no Teatro SESC Anchieta, as expectativas não podem ser as melhores. Três nomes que somam inúmeros trabalhos de sólida qualidade em nosso teatro – os atores Sérgio Britto e Suely Franco, e o diretor Eduardo Tolentino de Araújo – merecem destaque especial.

O texto assinado por Hélio Sussekind, Recordar é Viver, primeiro escrito pelo historiador e jornalista, mostra uma família em seu cotidiano nos anos 1990 em um bairro de classe média do Rio de Janeiro. Henrique, o filho mais novo, de trinta anos, dramaturgo, reside com os velhos pais que o sustentam e que vivem discutindo e brigando por causa do filho. O pai é um aposentado em franca decadência física; já a mãe, apesar de ter boa saúde, é portadora da síndrome do pânico e não sai de casa. Leia mais »

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