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18/07/2012 - 18:25

Macbeth, com Marcello Antony, permanece em cartaz até agosto

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Marcelo Antony protagoniza "Macbeth"

SÃO PAULO – O espetáculo Macbeth, em cartaz no Teatro Vivo, terá a sua temporada ampliada até o dia 19 de agosto. A tradução é de Marcos Daud. A direção e adaptação são de Gabriel Villela.

A versão do clássico de Shakespeare apresenta a história do ambicioso Macbeth (Marcello Antony), que com a ajuda da mulher, Lady Macbeth (Claudio Fontana), elabora um plano para assumir o trono. A ânsia pelo poder leva Macbeth e sua esposa a cometerem atrocidades. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas, MICHEL FERNANDES RECOMENDA Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
06/06/2012 - 18:36

Macbeth, de Shakespeare, sob o prisma de Gabriel Villela

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Marcelo Antony encarna Macbeth e Cláudi Fontana, Lady Macbeth

O diretor optou pela interpretação somente com homens como acontecia nas montagens shakespearianas. Assim, o casal Macbeth é vivido por Marcello Antony e Claudio Fontana, que dividem a cena com Helio Cicero, Marco Antônio Pâmio, Carlos Morelli, José Rosa, Marco Furlan e Rogerio Brito

SÃO PAULO – Já tendo dirigido Romeu e Julieta com o Grupo Galpão e mais recentemente Ricardo III, o diretor Gabriel Villela volta ao universo de William Shakespeare, desta vez para apresentar ao público sua versão para Macbeth, considerada a peça mais soturna do repertório do dramaturgo britânico. A montagem do texto, traduzido por Marcos Daud, estreou na semana passada no Teatro VIVO, permanecendo em cartaz até o final de julho.

Com rigor, Villela — que assina a adaptação do texto e a trilha sonora, além de ter criado o figurino em parceria com Shicó do Mamulengo —, imprime sua personalidade na montagem. Dos 20 personagens originais, ele adaptou para oito, interpretados somente por homens. Contou em sua equipe com a italiana Francesca Della Monica, que trabalhou a concepção de voz do espetáculo, com Babaya, responsável pela direção de texto e com Ernani Maletta que cuidou da musicalidade da cena, além da assessoria de três assistentes de direção, César Augusto, Ivan Andrade e Rodrigo Audi. E o fundamental: o diretor nesta montagem prioriza o texto e a poética de Shakespeare. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores, DESTAQUE Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
31/05/2012 - 19:20

Confira galeria de fotos de Macbeth

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"Macbeth"

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Fotos de João Caldas

Ficha técnica

Texto – William Shakespeare. Tradução – Marcos Daud. Colaboração – Fernando Nuno. Direção e adaptação – Gabriel Villela. Assistência de Direção – César Augusto, Ivan Andrade e Rodrigo Audi. Figurinos – Gabriel Villela e Shicó do Mamulengo. Cenografia – Marcio Vinicius. Iluminação– Wagner Freire. Antropologia da voz- Francesca Della Monica. Direção de texto – Babaya. Musicalidade da cena – Ernani Maletta. Trilha Sonora – Gabriel Villela. Direção de Movimento – Ricardo Rizzo. Adereços- Shicó do Mamulengo e Veluma Pereira. Apliques e patchwork – Giovanna Vilela. Costureira- Cleide Mezzacapa Hissa. Maquiagem para ensaio fotográfico – Eliseu Cabral. Assistência de Maquiagem para ensaio fotográfico- Patricia Barbosa. Coordenação do Ateliê- José Rosa e Veluma Pereira .Assistência de Cenografia – Julia Munhoz. Cenotécnicos- Jean Carlos e Evandro Nascimento. Diretor de Palco- Alex Peixoto. Operador de luz- Marcelo Violla. Camareira – Marlene Collé. Assessoria de Imprensa- Arteplural – Fernanda Teixeira. Fotografia- João Caldas. Assistência de fotografia – Andréia Machado. Fotografias de ensaio / making of – Dib Carneiro Neto e João Caldas. Programação Visual- Dib Carneiro Neto, Jussara Guedes e Suely Andreazzi. Assistente de Produção Julia Portella e Lucimara Santiago. Produção Executiva – Clissia Morais e Francisco Marques. Direção de Produção – Claudio Fontana

Serviço

Macbeth

Estreia de 1º de junho, sexta, 21h30, no Teatro VIVO – Avenida Doutor Chucri Zaidan, 860, Itaim / Vila Olímpia. Temporada – de sexta a domingo de 1º de junho a 22 de julho. Sex 21h30; Sáb 21h; Dom 19h. R$ 50 (sex e dom), R$ 70 (sab). 12 anos. Duração de 90 minutos. Serviço de valet – R$ 18,00. Capacidade: 290 lugares. Estacionamento com manobrista: R$15,00 (só dinheiro) Bilheteria: aberta de terça à quinta das 14h às 20h e  de sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Tel: 11 7420-1520. Aceita todos os cartões.

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Gabriel Villela apresenta a sua versão para Macbeth

Autor: - Categoria(s): DESTAQUE, GALERIA DE FOTOS Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
31/05/2012 - 19:08

Marco Antônio Pâmio de volta a Shakespeare

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Maurício Mellone, editor do Favo do Mellone site parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Claudio Fontana, Marco Antonio Pâmio e Marcello Antony em "Macbeth"

O ator que estreou no teatro ao lado de Giulia Gam no clássico Romeu e Julieta, direção de Antunes Filho, retorna ao universo shakespeariano em Macbeth, sob a direção de Gabriel Villela que estreia nesta sexta, dia 1º de junho. Acompanhe a seguir entrevista exclusiva

SÃO PAULO – O premiado ator Marco Antônio Pâmio confessa, em entrevista exclusiva, ter sido “treinado como ator” com Shakespeare, já que sua estreia profissional foi justamente na pele de Romeu, no clássico do dramaturgo britânico dirigido por Antunes Filho, em 1984, quando recebeu o prêmio de ator revelação da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Quase trinta anos depois, ele está de volta ao universo de William Shakespeare, agora no papel de Banquo, melhor amigo e braço direito doMacbeth, na montagem que Gabriel Vilela estreia nesta sexta-feira, dia 1º de junho, no Teatro Vivo, com Marcello Antony no papel-título.

Pâmio, no entanto, sempre esteve próximo do teatro de Shakespeare: fez pós-graduação no Drama Studio London, onde vivenciou como os ingleses trabalhar a obra no original, aprofundando o texto e a musicalidade de Shakespeare.

Como professor de teatro e diretor, já orientou diversos trabalhos que tinham Shakespeare como centro das discussões. Por isso que não tem dúvida em afirmar:

“Quanto mais maduros nos tornamos, mais compreendemos as infinitas camadas que suas obras possuem. Shakespeare continua sendo, sem sombra de dúvida, o maior dramaturgo que este planeta já conheceu”.

Acompanhe a seguir a entrevista em que o ator fala de sua carreira e do processo de criação em Macbeth.

No CPT/SESC dirigido por Antunes Filho, Marco Antônio Pâmio permaneceu quatro anos (1982 a 85): além de Romeu e Julieta, participou de montagens históricas como Macunaíma, de Mário de Andrade e Nelson 2 Rodrigues. Esteve à frente de montagens de grande impacto junto ao público e à crítica, como a adaptação para o teatro do filme de Stanley Kubrick, Laranja Mecânica, dirigida por Olair Coan, ou ainda Pobre Super-Homem, de Brad Fraser, direção de Sérgio Ferrara. Outros trabalhos marcantes de sua extensa carreira teatral seriam Um Número, de Lary Churchill, dirigido por Bete Coelho, Edmond, de David Manet e direção de Ariela Goldman, que lhe rendeu outro prêmio APCA de melhor ator. Em 2009 apresentou o monólogo Mediano de Otávio Martins, que deve voltar a ser encenado no segundo semestre e no ano passado participou da comédia de Ariano Suassuna, O Casamento Suspeitoso. Leia a seguir os pontos principais da entrevista:

Aplauso Brasil – Aos 50 anos e quase 30 de carreira profissional, qual importância em participar desta nova produção de William Shakespeare? Leia mais »

Autor: - Categoria(s): DESTAQUE, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
30/05/2012 - 00:28

A vida cheia de criatividades em Macbeth

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

As 3 Bruxas de "Macbeth" - foto de João Caldas

SÃO PAULO – O figurino de Macbeth, cuja estreia será na próxima quinta-feira (31) às 21h30, no Teatro Vivo, é de autoria de Gabriel Villela (diretor do espetáculo), em parceria com Shicó do Mamulengo, artista que colabora na criação das indumentárias de guerra (coletes, armaduras e escudos), os quais foram confeccionados a partir de 30 malas antigas de couro e papelão.

Os atores, vale ressaltar, criam a partir de sugestões de figurinos, os quais já estão prontos desde o início dos ensaios. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): DESTAQUE, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
29/05/2012 - 23:43

A voz mítica de Macbeth

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Marcelo Antony protagoniza "Macbeth"

SÃO PAULO – Segundo o diretor Gabriel Villela, sua encenação de Macbeth, cuja estreia para convidados será às 21h30 desta quinta-feira (31), no Teatro Vivo, está com suas bases centradas na voz dos atores e nas palavras de Shakespeare, autor da peça.

Para ajudar o elenco na interpretação do texto, a produção contou com a colaboração de Francesca della Monica, Ernani Maletta e Babaya, sendo os dois últimos parceiros que já vem trabalhando com Villela com resultados pra lá de positivos.

Francesca faz um trabalho de espacialização da voz e de abertura da textura vocal para o campo dos mitos, uma prática que denomina de antropologia da voz. Exercícios que evocam o campo mítico da encenação. Leia mais »

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29/05/2012 - 22:48

Gabriel Villela apresenta a sua versão para Macbeth

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Macbeth" - foto de João Caldas

SÃO PAULO – A história de Macbeth, um homem ambicioso, que, com a ajuda da mulher, Lady Macbeth, elabora um plano para assumir o trono, será protagonizada pelo ator Marcello Antony.  A impiedosa Lady Macbeth será interpretada pelo ator Claudio Fontana. Na montagem que estreia nesta quinta-feira (31), para convidados, no Teatro Vivo, a direção é assinada por Gabriel Villela.

No elenco, formado apenas por homens, estão, além de Antony e Fontana: Hélio Cicero, Marco Antônio Pâmio, Carlos Morelli, José Rosa, Marco Furlan e Rogério Brito.  A luz é de Wagner Freire e a direção de movimento é de Ricardo Rizzo. Os adereços são de Shicó do Mamulengo. A tradução, inédita, leva a assinatura por Marcos Daud.

Macbeth é a terceira direção de Villela baseada em texto do dramaturgo inglês. Estreia logo após a ida de Romeu e Julieta, com o Grupo Galpão, para Londres. A peça esteve pela segunda vez no Globe Theatre, em Londres. Foram duas apresentações que fizeram parte de uma programação cultural que antecede os Jogos Olímpicos deste ano. Também está viajando pelo Brasil, com passagem prevista por São Paulo, Sua Incelença Ricardo III, encenação de Gabriel Villela com o grupo Clowns de Shakespeare, de Natal. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): DESTAQUE, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
05/10/2010 - 22:21

Espetáculo reedita parceria dos Irmãos Blat

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Ricardo Blat em "O Amor é Lindo"

Quando o romance, a idealização do ser amado, a fidelidade e a longevidade da relação se deparam com a realidade cotidiana, um novo cenário para o relacionamento se desenha. Nele, prevalece a avaliação da união, segundo os interesses de cada um. Este

“confronto” é o mote do espetáculo O Amor é Lindo, escrito e dirigido por Rogério Blat, que estreia sexta-feira (8) no Teatro Cultura Artística – Itaim, em São Paulo.


A comédia aborda a eterna busca pela felicidade no casamento e inova pelo formato, com o ator Ricardo Blat interpretando tanto o marido quanto a esposa. Trata-se de uma demonstração da virtuose deste, que é um dos maiores atores brasileiros.

Segundo suas palavras: “Fazer o espetáculo é uma forma de questionar as relações padronizadas que chegam ao limite do cômico, mas que sempre podem ser modificadas”. Leia mais »

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01/03/2010 - 05:17

Na crista da onda

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil

Peça mostra encontro póstumo entre Anna da Cunha, Dilermando de Assis e Euclides da Cunha

Peça mostra encontro póstumo entre Anna da Cunha, Dilermando de Assis e Euclides da Cunha

Quando Antônio Rogério Toscano escreveu Piedade, atualmente em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil, de quarta a sábado às 19h30, e aos domingos às 18h, queria relembrar a história de Euclídes da Cunha, que morreu há exatos cem anos, e o faz com muito brilho, mas provavelmente não sabia que a história é teatralmente tão oportuna.

No último semestre, várias peças de grupos jovens, entre as quais destacaria Festa de Separação, tratavam da triste descoberta de que o amor acaba. Não é eterno como nos contos de fada que terminam em geral com um “foram felizes para sempre”. Está mais pra Vinícius de Moraes quando escreveu “não que seja imortal posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”.

Durante o absolutismo quem escolhia os cônjuges, como é sabido, era o pai. Os casamentos tinham como base o interesse e não o amor. Com a revolução burguesa, os jovens passaram a se escolher e então todos acreditaram que o amor seria eterno. Não é bem isso que a história vem mostrando. Era o que o triângulo amoroso no qual nosso grande autor se envolveu acreditava. O amor era um só. E se o segundo amor era maior era porque o primeiro não era amor e não porque a mulher menos inocente e com mais carências sentia emoções com maior intensidade. Enfim, as crenças e envolvimentos das personagens de Toscano são as raízes das quais brotaram a dramaturgia dos grupos jovens que não deveriam perder Piedade. Leia mais »

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18/02/2010 - 23:50

Uma tragédia particularmente pública

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michelfernandes@superig.com.br)

<i>Piedade</i> celebra dez anos da <i>Cia. Bendita Trupe</i>

Piedade celebra dez anos da Cia. Bendita Trupe

Há uma invasão intolerável de alguns veículos de comunicação na vida privada de pessoas públicas. É um paradoxo intrigante. Provavelmente, a tragédia que envolveu o triângulo Anna da Cunha – Euclides da Cunha – Dilermando de Assis seria alvo das capas das principais revistas de fofoca.  Ainda bem que escaparam dessas miudezas fúteis. A “Tragédia da Piedade” serviu como fonte de inspiração ao delicado espetáculo Piedade, escrito por Antonio Rogério Toscano e dirigido por Johana Albuquerque, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo, de quarta-feira a domingo.

Tudo começa pelo final. Morto, Euclides da Cunha narra os momentos que antecederam o crime, fatos como a ciência do adultério, o infanticídio cometido – pois não deixou Anna amamentar um bebê que sabia ser filho de Dilermando –, a ausência pelo excesso de trabalho, os ciúmes, entre outros, são temas evocados por sua memória, num jogo delicado em que se mesclam a narrativa e o diálogo de forma saborosa e bem-sucedida.

Não se trata de mera reconstrução de fatos, tampouco de julgamento post-mortem ou um olhar especulativo e moralista sobre fatos reais. Toscano conseguiu colocar em discussão o amor, a fragilidade feminina numa sociedade liderada por homens, a confusão entre os sentimentos de amor e posse, enfim, o foco do autor é provocar a reflexão do hoje diante do ontem que se afigura bastante atual. Leia mais »

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