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27/10/2011 - 16:47

Cia. Teatro Rock aposta em musical alternativo

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

"Se essa rua fosse minha"

SÃO PAULO – Para aqueles que imaginavam ser os musicais uma febre passageira, a primeira década desse novo século comprovou que o que parecia ser momentâneo não apenas se firmou como exigiu aprimoramento de artistas e técnicos. Dentre as dezenas de superproduções que estrearam neste ano, Se Essa Rua Fosse Minha – O Amor nos Anos de Chumbo, de Marcos Ferraz, com a Cia. Teatro Rock, aposta numa linha diferente, seja em relação aos temas tratados, a pesquisa na forma dramatúrgica, bem como no modesto orçamento das produções.

“Somos  o ‘primo pobre’ do teatro musical (referência aos 55 mil que custou a produção de Se Essa Rua Fosse Minha em comparação aos 5 milhões que custou Cabaret), mas fazemos o que acreditamos. Gosto de algumas superproduções musicais, mas a preocupação da Cia. Teatro Rock é pesquisar uma linguagem dramatúrgica de musicais com produções mais baratas”,  diz Marcos Ferraz, também roteirista do programa Descolados,  da MTV.

Sob direção de Fezu Duarte e Marcos Okura, Se Essa Rua Fosse Minha inspira-se  na história  de amor impossível entre Romeu e Julieta, protagonistas da peça homônima do bardo inglês William Shakespeare, mas aqui, ao invés da inimizade das famílias Capuleto e Montechio, Leia mais »

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03/01/2011 - 13:23

Inscrições para festival de teatro de rua em Porto Alegre

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Intervenção do Grupo LUME (Campinas/ SP) na 1ª edição do festival

As inscrições para a 3ª Edição do Festival, poderão ser efetuadas até 21 de janeiro de 2011, no Centro Municipal de Cultura Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues, na Coordenação de Artes Cênicas, Av. Érico Veríssimo, 307 – CEP 90160-181- Porto Alegre/RS de segunda à sexta-feira das 9h às 11h30 e das 14h às 17h30.

Para concorrer, é necessário enviar fotos, release, rider técnico, um DVD com o espetáculo na íntegra e clipagem com artigos e noticias publicadas sobre o espetáculo. Não serão aceitas inscrições por e-mail.

O 3º Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre, que será realizado de 01 a 12 de abril de 2011, conta com o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, patrocínio da Oi e da Caixa Econômica
Federal, com apoio da Oi Futuro. É uma realização da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Serviço Social do Comércio – SESC/RS e Associação F&S.

Mais informações:
E-mail:
cac@smc.prefpoa.com.br ou contato@ftrpa.com.br
Fones: 051 3289.8061 e 3289.8062 – Artes Cênicas
www.ftrpa.com.br

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01/12/2010 - 02:33

Autor de “Rua do Medo” faz jus a antecessores ilustres da comédia

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Afonso Gentil, especial para Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Comédia de Leonardo Cortes tem direção de Marcelo Lazzaratto

Temos bons dramaturgos habitando regularmente os teatros dos circuitos alternativos ou dos mais compromissados comercialmente.  Um exemplo disso é a presença maciça de 10 autores conhecidos ( e reconhecidos) num espetáculo sugestivo já a partir do título, “Te Amo, São Paulo”, cartaz dos fins de semana no Teatro Folha. Este espaço conta com o apoio publicitário da empresa que lhe dá o nome. Resultado: a sala vive lotada e as temporadas são, com freqüência, prolongadas.  Mas este caso é exceção: a maioria absoluta dos grupos e cias. costuma ter dificuldade em divulgar na grande imprensa, falada ou escrita.

Assim, recentemente, bons espetáculos de autores novos (Camila Appel de “A Pantera”) ou um bissexto Hugo Possolo com “A Meia Hora de Abelardo” tiveram temporadas semi-anônimas, muito aquém do resultado artístico, pela mais absoluta impossibilidade de investimento publicitário. Resultado: autores talentosos, que no tempo dos “tijolinhos” dos jornais eram logo consagrados, ficam patinando indefinidamente (salvo raros deles) no limbo dos  “sem sem” (sem anúncio e sem chance).

Entenda, assim, por que tal circunstância nos faz apresentar a vocês, como novíssimo, um talento em plena maturação há mais de 10 anos: LEONARDO CORTEZ,  que tem seus adeptos entre programadores culturais (SESI, SESC, CCSP), na classe teatral e continua injustamente preterido por setores da crítica teatral. Porém, pelo que se depreende do seu currículo, amado por onde passa com seus espetáculos. Leia mais »

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28/11/2010 - 00:54

Teatro de Rua nas quebradas de uma militância ultrapassada (?)

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Michel Fernandes*, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Com discurso maniqueísta e de militância agressiva, que parece ultrapassada para uma sociedade com liberdade de expressão, o primeiro debate das mesas formativas do II Encontro de Teatro de Mauá acabou por desviar-se da estrada temática expressa, o Teatro de Rua, e pegar a viela do sinuoso discurso da luta de classes.

Fábio Resende e Ademir de Almeida, representantes d’A Brava Cia. de Teatro, convidados para a mesa, com a simples sentença: “somos da classe de trabalhadores, não nos consideramos da classe artística” propiciou uma rica discussão sobre o que representa a “luta de classes” nessa primeira década do século 21. Quem são os “opressores” e os “oprimidos”? Por quê? Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas Tags: , , , , , ,
01/04/2010 - 00:46

Espetáculos que interagem com a paisagem urbana

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Antonio Júnior, especial para o Aplauso Brasil (junior@aplausobrasil.com)

CORPO DE PASSAGEM

A partir da próxima quinta-feira (8), São Paulo será mais uma vez palco do Visões Urbanas – Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas, no qual o espaço urbano é o ponto de partida para a criação de coreografias. Nesta edição, inclui atividades paralelas às apresentações dos bailarinos, como mostra fotográfica e de vídeo-dança e workshops abertos ao público. O Aplauso Brasil conversou com Mirtes Calheiros que falou sobre o projeto, dança urbana, novidades do festival e muito mais. Confira a entrevista:

Aplauso Brasil – Como você analisa os espetáculos de rua no Brasil? Existem muitos grupos interagindo com a paisagem urbana no país?

Mirtes Calheiros – O Festival Visões Urbanas está em sua 5ª edição e pelo que temos recebido de propostas considero que não há uma produção consistente de trabalhos realizados na, para a rua e com a rua, falando de dança especificamente que é o foco do festival. Criações assim construídas são muito diferentes de trabalhos de palco adaptados para o espaço público. Isso se deve a inúmeros fatores que vão desde a falta de entendimento do que é espaço público, até incentivos, editais e programas próprios para essa linguagem que apenas recentemente está ganhando a compreensão da sua importância  para o desenvolvimento da arte. Vemos muitos grupos experimentando essa linguagem, mais como uma necessidade de sobrevivência do que como uma necessidade/ vontade artística. Um dos objetivos do festival é incentivar a dança em paisagens urbanas e acreditamos que estamos cumprindo esse papel, pois graças à continuidade do evento os grupos e criadores tem esperanças em ter um espaço para a difusão de seus trabalhos. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Dança, Música e Cinema Tags: , , , , ,
24/10/2009 - 02:08

Grupo Galpão volta às origens: o teatro de rua

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com

<i><b>Grupo Galpão</i></b> apresenta <i><b>Till, A Saga de Um Herói Torto</i></b>

Grupo Galpão apresenta Till, A Saga de Um Herói Torto

 

Depois de algumas experiências com o palco à italiana em montagens de clássicos como O Inspetor Geral, de Gogol, Um Homem é Um Homem, de Brecht, ambos dirigidos por Paulo José, entre outros, o Grupo Galpão

volta ao espaço que consagrou seu trabalho: a rua. E é ao ar-livre que esses talentosos mineiros de Belo Horizonte fazem meia-dúzia de apresentações de Till, A Saga de um Herói Torto, no Deck do SESC Pompéia até domingo (25), sábado (31) e domingo (1º), no Parque da Independência no Museu do Ipiranga.

O texto Till Eulenspiegel, do dramaturgo Luis Alberto de Abreu – mineiro radicado em São Paulo de quem a trupe, recentemente, encenou Um Trem Chamado Desejo -, escrito para e encenado pela Fraternal Cia. de Artes e Malas Artes há alguns anos, traz a história de Till, herói criado pela cultura popular da Idade Média na Alemanha que é gerado sem algumas peculiaridades inerentes à espécie humana, para cumprir uma aposta entre Deus e o Diabo.

 No coração de uma Alemanha miserável, cercada por personagens grotescos e espertalhões de toda espécie, Deus traz ao mundo a alma de Till que, de quebra, é abandonado meio ao frio e à fome num local em que descobre que, para sobreviver, precisa tornar-se mais e esperto e enganador que os outros. Será que o Demônio vence a aposta?

Seis únicas apresentações:

22 a 25 de outubro – SESC Pompéia, Deck da Unidade

31 de outubro e 1º. de novembro – Parque da Independência do Museu do Ipiranga

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