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11/08/2012 - 18:25

Projeto Satyros Satyricon retoma trilogia sobre obra de Petrônio

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil/ iG (Michel@aplausobrasil.com)

Projeto Satyros Satyricon está de volta

SÃO PAULO – Atendendo a pedidos do público, a partir de hoje, está de volta o projeto Satyros Satyricon cuja proposta propõe um mergulho sobre a obra de Petrônio por meio da trilogia Trincha, Satyricon, a Peça e Suburra (CONFIRA O SERVIÇO AO FINAL DA MATÉRIA).

Em entrevista concedida ao Aplauso Brasil, Rodolfo García Vázquez fala mais sobre a trilogia.

Aplauso Brasil – Como surgiu a ideia de encenar Petrônio?

Rodolfo García Vázquez – Na verdade, desde a fundação do grupo tínhamos a questão do Satyricon. Logo em um dos nossos primeiros trabalhos, Saló Salomé, um crítico havia dito que a atmosfera do espetáculo lembrava o Satyricon de Fellini. Três anos atrás, durante uma temporada nossa no Rio de Janeiro, um espectador carioca nos lançou uma provocação. Ele comentou que a obra de Petrônio dialogava profundamente com algumas questões presentes no trabalho do grupo. Achamos interessante o desafio e começamos a encontrar a nós mesmos em Petrônio. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): DESTAQUE, Matérias, MICHEL FERNANDES RECOMENDA Tags: , ,
07/06/2012 - 18:29

Elenco de Slavianski Baazar surpreende

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Maria Lúcia Candeias*, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Daniel Morozetti e Gisa Guttervil em "Slavianski Bazaar"

SÃO PAULO – É assim com boa parte dos textos atuais. As personagens em alguns momentos creem que tiraram suas dúvidas e adquiriram certezas definitivas para, repentinamente, não saberem de nada  mais. Será que a TV é pior que o teatro ou ao contrário, devo trocar de par? Um retrato desses eternos conflitos é a peça Slavianski Bazaar, de Beto Bellini. E se o texto prende a atenção a encenação realmente encanta. É o próprio autor que dirige e deu certo.

É uma montagem com doze ótimos atores: Gisa Guttervil, Camilla Camargo, Daniel Morozetti, Heitor Saraiva, Ruy Andrade, Maria Carolina Mossele, Joana Pegorari, Danilo Amaral, Lilian Prado, Mateus Simões, Raquel Rosarouge, Ednor Messias. Estão citados por ordem de entrada. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas, DESTAQUE Tags: , , , , , , , , , , , ,
01/06/2012 - 22:43

O Belo Indiferente agora no Espaço dos Satyros Um

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Djin Sganzerla em "O Belo Indiferente" - foto André Guerreiro Lopes

SÃO PAULO – O Belo Indiferente, do francês Jean Cocteau, sucesso de público e crítica, traz aos palcos a atriz Djin Sganzerla para contar a história da paixão entre uma cantora e seu amante, sob direção de André Guerreiro Lopes em parceria com Helena Ignez, mãe de Djin. A re-estreia será dia 2 de junho, sábado, às 21 horas, no Espaço dos Satyros Um.

O Belo Indiferente é um monólogo com dois personagens: Ela e Ele.  Apresenta a história de uma cantora que está à espera de seu amante, Emílio (Dirceu de Carvalho), num quarto de hotel. Como ele está demorando a chegar, ela fica aflita e tenta encontra-lo telefonando a amigos.

Quando finalmente Emílio chega, deita-se na cama, lê o jornal e está aparentemente alheio à mulher que está à sua frente e tenta, de todas as maneiras, chamar a sua atenção e não se abala mesmo quando o seu amor recebe um telefonema de outra mulher, provavelmente sua amante. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, DESTAQUE, Matérias Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
07/02/2012 - 23:26

Phedra de Córdoba brilha em entrega de 4º Prêmio CPT

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Pascoal da Conceição e Phedra de Córdoba

SÃO PAULO – A Diva d’Os Satyros, a cubana Phedra de Córdoba, fala sobre sua chegada ao Brasil pelas mãos do mago das revistas cariocas, Walter Pinto, em 1958. Em seguida, ela interpreta, soberanamente, um poema de Federico García Lorca.

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30/01/2012 - 15:42

Estão abertas as inscrições para as Oficinas Livres De Interpretação d’Os Satyros

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Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

O ator Ivam Cabral, um dos fundadores d'Os Satyros

SÃO PAULO – Ministradas por atores da Cia Os Satyros, as oficinas são dirigidas a atores já formados, ou iniciantes, que queiram entrar em contato com as técnicas de interpretação desenvolvidas pelos Satyros.

Os cursos foram criados no início dos anos 1990, quando a Cia. residia em Portugal, com o objetivo de desenvolver o método do Teatro Veloz, elaborado pelo Cia. O método ajuda na recuperação de três preceitos: o estado criativo absoluto no imaginário do ator; a sonoridade sem o uso da palavra racional; e o caráter ritualístico do teatro.

São exercícios que, fundamentados nas teorias preconizadas por mestres como Stanislavski, Meyerhold e Artaud, entre outras influências, no caso das práticas de atuação cênica, levam os indivíduos envolvidos em um mesmo processo criativo à reflexão, ao autoconhecimento e a uma apreensão diferenciada do todo em que se inserem, segundo disposições do imaginário.

Um dos objetivos do Teatro Veloz é predispor os atores a uma prontidão de respostas aos estímulos oriundos do meio, com o envolvimento emocional e intelectual dos participantes.

Esse Teatro, como um catalisador de processos que condicionam o indivíduo a repensar a sua realidade e a se reposicionar em relação a ela, é fruto de um dos princípios que norteiam as atividades da Companhia dos Satyros, calcado no não-conformismo e resistência aos padrões arbitrariamente impostos pelo meio social. A resposta imediata às imposições sociais se faz necessária, assim, em termos artísticos.

A instrumentalização dos atores dá-se por meio de técnicas corporais, vocais e jogos teatrais, de modo que as disposições do imaginário possam estar sempre a serviço da criatividade.

Há ainda a possibilidade de ingresso no Núcleo Experimental dos Satyros, coordenado por um diretor convidado, e que tem por objetivo aprofundar as técnicas de interpretação iniciadas na oficina.

Durante o curso os alunos serão avaliados pelos professores e aqueles que se destacarem serão indicados para o Núcleo, ou até mesmo para projetos da Cia.

Oficina Livre de Interpretação.

Turmas: Sábado – Manhã – 10h30 às 13h30. Sábado – Tarde – 14h30 às 17h30. Domingo – Tarde – 14h30 às 17h30. Segunda – Noite- 19h30 às 22h30

DURAÇÃO: De março a dezembro de 2012. 1º Módulo – Mimese, 2º Módulo – Performativo e 3º Módulo – Diegético.

INSCRIÇÕES: Local: Praça Roosevelt, 222, (mezanino). De segunda a sexta, das 10h às 19h.

FORMA DE PAGAMENTO: Cheque ou dinheiro.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: Xerox do RG. Xerox do comprovante de residência. Foto 3X4

PERÍODO DE INSCRIÇÕES. Até a data de início da oficina.

CRITÉRIO DE SELEÇÃO: Primeiros inscritos – Vagas limitadas.

Informações: (11) 3258.6345

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28/11/2011 - 23:35

Cabaré Stravaganza é instigante experiência sensorial

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (Michel@aplausobrasil.com)

Elenco de "Cabaré Stravaganza"

SÃO PAULO – No que diz respeito às experimentações cênicas de grupos consolidados em sua carreira, mas de inquieta investigação de novas formas de se comunicar com seu velho e conhecido público, o Cabaré Stravaganza, d’ Os Satyros, é um dos mais instigantes espetáculos em cartaz por apresentar uma linguagem híbrida – utilizando interpretação performática, dança, artes plásticas-visuais, tecnologia e palavras, cuja verve poético-musical cinde-se com a música – o que dá ao espectador papel de co-criador dessa instigante experiência sensorial.

Sem um enredo calcado na fábula tradicional, o espetáculo não pode ser descrito em sua história, mas, também, não podemos considerá-lo como fruto de dramaturgia fragmentária da qual se vangloriam os pós-qualquer-coisa.

Cabaré Stravaganza funciona como uma sinfonia multidisciplinar com variações sobre um mesmo tema, sendo o tema o universo tecnológico, a cada segundo mais avançado, e as “variações”, as formas como o ser humano se relaciona com ele.

O espetáculo provoca um auto-questionamento que nos segue dias depois, já fora da realidade fictícia do qual o espaço teatral é cúmplice.

O ator Robson Catalunha

Aliás, o limite entre ficção e verdade é um dos vetores da interpretação do elenco, em que a história biográfica de atores como Robson Catalunha é tratada com tal naturalidade que nos deixa  na eterna dúvida a respeito do sobrenome dele, motivo sobre o qual gira boa parte do seu discurso.  O ator cria uma intimidade surpreendente com o público e nos faz refletir sobre as diversas realidades presentes em uma só pessoa. Leia mais »

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23/09/2011 - 19:47

Cabaré Stravaganza tem estreia virtual nesta terça

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Redação do Aplauso Brasil (aplauso@gmail.com)

Elenco de "Cabaré Stravaganza"

Radicalizando a pesquisa sobre o que nomeiam de Teatro Expandido, inaugurado com o espetáculo Hipóteses Sobre o Amor e a Verdade (2009), a cia. de teatro Os Satyros faz a estreia digital do espetáculo Cabaret Stravaganza, dirigido por Rodolfo García Vázquez. O evento começa às 19h30 no Restaurante Rose Velt e a distribuição de ingressos começa uma hora antes, com debate, coletiva de imprensa e a presença dos atores.

A pesquisa do denominado Teatro Expandido busca promover a interação entre os corpos físicos e as diversas próteses cibernéticas, de celulares a operações cirúrgicas, de identidades físicas a digitais. Na noite de lançamento, uma das cenas da peça será exibida pelo hotsite e o público poderá interagir com o elenco por meio das redes sociais, já ativadas com informações, fotos e curiosidades postadas pelo elenco.

“O ator do novo teatro se expandirá em apetrechos tecnológicos que completarão sua performance cênica. O conceito de atuação se ampliará. O corpo físico do ator será sua realidade carnal original e suas próteses incorporadas, tornando-se plataforma a partir da qual o ator expandido realizará suas investigações reais e virtuais”, afirma o grupo.

O espetáculo físico  Cabaret Stravaganza entra em cartaz, dia Leia mais »

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06/05/2011 - 21:18

Cia. Fé Cênica estreia Perfídia Quase Perfeita no Espaço dos Satyros 2

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Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Perfídia Quase Perfeita" traz de volta Cia. de Fé Cênica

Perfídia Quase Perfeita, texto de Carlos Correia Santos, premiado pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro (2006), ganha montagem da Cia. Fé Cênica, com estreia às 23h59 de hoje.

Com direção de Claudio Marinho, a peça narra a história de Cezinha e Dagmar, 0personagens da radionovela Perfídia Quase Perfeita, com script de rádio típico dos anos 1950. Mistério: após revelar uma “traição” conjugal, a mulher anuncia que um deles está morto e o outro está alucinando. Num jogo cruel e dissimulado, resta saber quem está morto.

A proposta da trama é jogar com os conceitos de verdade e mentira, ilusão e realidade para abordar a questão ética e o poder de manipulação. Leia mais »

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16/11/2010 - 21:31

Teste para atrizes nos Satyros

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Sapho, a Vênus de LesbosO lançamento da edição bilingue da biografia d’ Os Satyros, companhia teatral que modificou o panorama social da Praça Roosevelt, na região central de São Paulo, não significa a interrupção do constante trabalho que desenvolvem no Espaço dos Satyros 1 e 2.

Além do interessante Hipóteses Sobre o Amor e a Verdade e o imperdível Roberto Zucco, Os Satyros convocam atrizes para realizarem testes para sua nova produção, a remontagem de Sapho de Lesbos, a primeira poetisa da Antiguidade Ocidental.

O teste será no Espaço dos Satyros 1, no dia 30/ 11, às 13h. SÓ PARA MULHERES!

End.: Praça Roosevelt, 214.

Tel.: (11) 3258 6345


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01/05/2010 - 06:28

Transexuais, “Teatro Expandido” e “Teatros do Real” em Hipóteses Para o Amor e a Verdade n’ Os Satyros

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

Phedra D' Córdoba e Esther Antunes em HIPÓTESES PARA O AMOR E A VERDADE

Estreia logo mais um instigante trabalho da Cia. de Teatro Os Satyros com propostas que prometem abalar a forma tradicional em que o teatro se apresenta. Hipóteses Para o Amor e a Verdade, texto de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, que também assina a direção, busca investigar a linguagem que batizaram de “Teatro Expandido”.

No elenco atores, não atores e três transexuais: uma delas a diva da companhia, a deliciosa e dona de talento ímpar, Phedra D’ Córdoba. A trama e personagens surgiram nas entrevistas realizadas com a população que circunda a Praça Roosevelt. E posso garantir que a fauna de tipos humanos é bastante diversificada.

Antes de entrar no enredo da peça, peço licença ao senhor leitor para observar um dos motivos que mais me instiga a assistir a peça: no artigo “Teatros do Real”, um dos brilhantes textos de Teatralidades Contemporâneas, escrito por Sílvia Fernandes – uma de nossas mais competentes teóricas de teatro –, é apontado como característica da linguagem teatral contemporânea essa mescla de ficção e verdade, apoiada numa representação que rejeita o naturalismo, bem como o engajamento político didático, o foco da ação no indivíduo e como ele dialoga com seu meio social. E essa parece ser a proposta de Hipóteses Para o Amor e a Verdade que tem como mote a vida de pessoas anônimas do centro de São Paulo, suas crenças e seus afetos diante da Nova Humanidade. Leia mais »

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