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09/11/2010 - 23:35

Simplicidade é a tônica de “Dizer e Não Pedir Segredo”

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Maurício Mellone, para o site Favo do Mellone parceiro do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Ponto de partida de peça é o livro "Devassos no Paraíso", de João Silvério Trevisan

Com entrada franca, peça é o resultado de pesquisa dos atores e da direção sendo o livro “Devassos no Paraíso – A homossexualidade no Brasil, da Colônia à Atualidade”, de João Silvério Trevisan,  ponto de partida do espetáculo.

Para que a magia do teatro aconteça basta que haja o ator que irá contar uma história e alguém para ouvi-la. Este é o caminho mais simples e, por isso mesmo, talvez o mais difícil! No entanto, o que se vê hoje em dia é o uso, às vezes exagerado, da parafernália tecnológica existente para cenário, iluminação, trilha sonora e figurino. O essencial do teatro — o ator trocando energia diante da platéia — é posto em segundo plano.

Mas em “Dizer e Não Pedir Segredo”, o simples é a tônica! Numa composição coletiva entre os atores e a direção do grupo Teatro Kunyn, a peça é o resultado de uma longa pesquisa cujo objetivo era refletir sobre a homossexualidade no Brasil, “de tentar entender o que seria a construção de uma identidade gay em paralelo à construção de uma identidade brasileira”, segundo Luiz Fernando Marques, que assina a direção. O livro “Devassos no Paraíso – A homossexualidade no Brasil, da Colônia à Atualidade”, de João Silvério Trevisan, foi o ponto de partida da montagem.

E o simples é levado ao pé da letra: tudo acontece numa sala de um apartamento, onde a platéia bem reduzida (20 pessoas), entra pelo elevador do edifício e ao chegar à sala, escolhe onde sentar e é convidada a pegar um dos adereços que servirá para que os atores (Luiz Gustavo Jahjah, Paulo Arcuri e Ronaldo Serruya) desenvolvam as histórias. Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
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