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28/01/2011 - 16:05

Sérgio Britto e Suely Franco no SESC Anchieta em peça dirigida por Tolentino

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Michel Fernandes, do Aplauso Brasil (michel@aplausobrasil.com)

José Roberto Jardim, Suely Franco e Sérgio Britto em "Recordar é Viver"

Quando nos apresentam uma equipe de tão alto gabarito como a envolvida no espetáculo Recordar é Viver, cuja estreia será hoje no Teatro SESC Anchieta, as expectativas não podem ser as melhores. Três nomes que somam inúmeros trabalhos de sólida qualidade em nosso teatro – os atores Sérgio Britto e Suely Franco, e o diretor Eduardo Tolentino de Araújo – merecem destaque especial.

O texto assinado por Hélio Sussekind, Recordar é Viver, primeiro escrito pelo historiador e jornalista, mostra uma família em seu cotidiano nos anos 1990 em um bairro de classe média do Rio de Janeiro. Henrique, o filho mais novo, de trinta anos, dramaturgo, reside com os velhos pais que o sustentam e que vivem discutindo e brigando por causa do filho. O pai é um aposentado em franca decadência física; já a mãe, apesar de ter boa saúde, é portadora da síndrome do pânico e não sai de casa. Leia mais »

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21/10/2010 - 14:02

Gaiato, “Bixiga, um Musical” é pura festa de congraçamento

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Revista musical mostra universo do bairro paulistano Bela Vista, vulgo Bixiga

SÃO PAULO – É tanta gente boa junta na coxia, no palco e no poço da orquestra de “Bixiga, um Musical”, que o crítico nem acreditou estar vendo uma revista musical à brasileira, feita por pessoas nem nascidas na fase áurea do gênero. Tudo em clima de feira da Achiropita, aproximando cordialmente as três diferentes raças que se aglutinaram no diminuto espaço geográfico chamado de Bixiga, na verdade um apelido de parte do oficial bairro Bela Vista. Tentando definir: Bixiga é um estado de espírito dos boêmios, dos sambistas e dos bons de garfo!

Nenhum aspecto desse bairro escapou do nobre projeto idealizado por Mário Masetti, juntando aprendizes e profissionais experientes das diversas áreas de uma encenação teatral, numa troca de conhecimento através de oficinas e pesquisas, muitas pesquisas. A proposta foi prontamente assimilada, supomos, na alta esfera da Secretaria do Estado da Cultura, pelos sintonizados agitadores culturais, Andrea Matarazzo e André Sturm.

Mário Masetti é figura bissexta nos palcos paulistas, embora jamais longe das lides artísticas. Em 1975, já na sua estréia com “Porandubas Populares”, que tinha também muito a ver com o universo humilde, mas, muitas vezes, agressivo do Bixiga, Masetti foi premiado como revelação de diretor pela APCA. Desta vez ele buscou como co-diretor o não menos premiado Carlos Meceni. Ambos comandaram, habilmente, a heterogênea multidão (200 pessoas) de colaboradores, extraindo, como se vê (e se ouve) no palco, o melhor de cada um. Leia mais »

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21/09/2009 - 03:07

Espetáculo musical de Phedra D. Córdoba celebra 20 anos d’ Os Satyros

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Michel Fernandes, especial para o Último Segundo (michel@aplausobrasil.com)

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Phedra D. Córdoba, a Diva d' Os Satyros, estreia solo musical

 

Transexual, Phedra nasceu Rodolfo em Havana (Cuba) e, no final dos anos 1950, depois de ir ao Baile dos Enxutos no Rio de Janeiro (antigo baile carnavalesco como o Gala Gay), decidiu sair do casulo e desabrochar sua, já clara, alma feminina. Bailava, à época, dança flamenca com a bailarina, também cubana, Lupe Sevilla, com o nome artístico Felipe de Córdoba, em Revistas do antológico Walter Pinto. Agora, sob direção do premiadíssimo diretor Rodolfo García Vázquez, o lado vedete da atriz volta ao foco em espetáculo com releituras de músicas de Mercedes Sosa, La Lupe, Raul Seixas, U2, entre outras, como parte das comemorações dos 20 anos do grupo.

“Phedra: A Mulher Que Nunca Existiu”, título que deu aos manuscritos de seus diários, existe há muito mais tempo que sua matriz, Rodolfo Acebal, sobrinho(a) do ator Sergio Acebal,intérprete do famoso personagem Negrito no Teatro Allambra, um dos mais importantes de Cuba, além de renomada carreira cinematográfica  no início do século 20.

Ainda estudando em Havana, em plena puberdade, já se destacava nos bailados flamencos e dançou no corpo de baile da famosa Lola Flores e em diversos espetáculos até formar dupla com Lupe e tornar-se Felipe de Córdoba, dançando em Miami, Nova York, Buenos Aires, Panamá, em shows da dupla ou como atração de espetáculos de personalidades como Dalva de Oliveira.

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