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01/08/2012 - 22:44

Um delicioso chá de maçã pode reservar desagradáveis surpresas em Serpente Verde Sabor Maçã

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Serpente Verde Sabor Maçã"SÃO PAULO – Serpente Verde Sabor Maçã, de Jô Bilac e Larissa Câmara, apresenta a loucura da Senhora G, que mata as suas visitas se estas lhe parecem portadoras de um caráter duvidoso. Depois de temporada na capital paulista e viagens por cidades do interior, através do projeto SESI Viagens Teatrais 2012, a peça fica em cartaz nos Parlapatões entre sexta-feira (3) e 22 de agosto.

As vítimas são pessoas interessadas na compra da casa em que Senhora G reside. Nenhum personagem é totalmente bom ou mau. Aos poucos eles vão expondo as suas qualidades e defeitos.

A anfitriã, Senhora G, considera que está fazendo um favor á humanidade quando elimina um ser abominável. Ela decide quem vive, quem é bom ou mau, e se sente importante pelo poder que detém sobre o destino dessas pessoas: se escolher o chá do bule prateado o envenenamento, do contrário a pessoa ainda tem uma chance de sobreviver.

Num tom expressionista e de humor negro, a peça transcorre com humor.A cada momento em que a Senhora G vai servir o chá há o suspense: mais um assassinato? Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas, DESTAQUE Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
25/11/2011 - 23:14

Em seu quarto Nelson Rodrigues, Grupo Gattu provoca amor à primeira visita

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Grupo Gattu encena "A Serpente" sob direção de Eloísa Vitz

SÃO PAULO – Com 10 anos de intensas atividades, desde sempre sob a direção da culta e talentosa Eloisa Vitz,  mestra na arte paradoxal de mesclar cartesianismo  e os devaneios da paixão, o Grupo Gattu (sobrinho involuntário do tiozão  TAPA) comemora sua 11ª encenação (a quarta de textos rodriguianos com A Serpente).

Com bom conceito por parte de um setor da crítica (o mais antenado) e de um público fiel (ainda reduzido, como nos tempos heróicos do TAPA ), a jovem diretora e sua numerosa e  empenhada equipe não conseguem esconder a perplexidade. Motivo: a “classe teatral” teima em se manter alheia aos belos frutos da rotina de 30 horas semanais de preparo das técnicas teatrais a que o conjunto se impôs nesse tempo todo de caminhada.

Para enfrentar os desafios da modernidade de encenação de um texto, o Grupo continua dedicando-se  às técnicas corporais, da dança, da voz, do canto, da música, das artes plásticas e agora, para A Serpente,  também da yôga e da circense corda bamba .

Fica, então, a critério de cada um do meio teatral aliviar essa constrangedora situação, alimentada, talvez, pela serpente do ciúme para com os  eleitos das musas.

A Serpente causa taquicardia e vertigens Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Colaboradores, Críticas Tags: , , , , ,
10/10/2011 - 20:26

Rindo com Lulu Pavarin

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Maurício Mellone* (aplauso@gmail.com)

Elenco de "Serpente Verde, Sabor Maçã"

Jô Bilac e Larissa Câmara são os autores dessa tragicomédia, em que a misteriosa Senhora G serve chá aos visitantes: muitos entram na bela casa e poucos saem de lá. No Espaço Parlapatões e com direção de Lavínia Pannunzio, Lulu divide o palco com Angela Figueiredo, Luna Martinelli e Fernando Fecchio

Hoje é um belo dia para ocorrer um assassinato. No prólogo, um ator na penumbra já indica o clima da tragicomédia dos cariocas Jô Bilac e Larissa Câmara. Na cena inicial permanece o tom sombrio e a misteriosa e mentirosa Senhora G, interpretação visceral de Lulu Pavarin, oferece um inusitado chá verde (sabor maçã) à primeira visita (ou seria vítima), vivida por Luna Martinelli. É assim que a inquilina de uma bela casa — disputada pela proprietária (Angela Figueiredo), pelas vizinhas gêmeas (Luna) e por um inspetor disfarçado (Fernando Fecchio)— recebe seus visitantes. Dependendo das atitudes deles, a Senhora G define quem deve sobreviver ou não: o chá do bule prata é servido aos que a desagradam e o chá do bule dourado para quem lhe é simpático.  Serpente Verde, Sabor Maçã acaba de estrear e fica até 4 de novembro em cartaz.

A montagem para a diretora Lavínia Pannunzio recebeu forte influência dos filmes de mistério e terror: Leia mais »

Autor: - Categoria(s): Artigos, Resenhas e Crônicas, Colaboradores Tags: , , , , ,
30/09/2011 - 00:57

Tim Burtom inspira “fábula dark “

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Elenco de "Serpente Verde, Sabor Maçã"  crédito Fabio Messias

Elenco de "Serpente Verde, Sabor Maçã" crédito Fabio Messias

SÃO PAULO – Mentirosa compulsiva, misteriosa e simpática, a Senhora G oferece xícaras de chá para seus visitantes, ora do bule prateado, ora do bule  dourado. Dependendo de seu julgamento sobre se o convidado é torpe ou possui boa índole, o resultado do encontro pode ser amargo e fatal. A cada chá servido, uma nova sentença decretada por esta terrível mulher, interpretada por Lulu Pavarin no espetáculo teatral Serpente Verde, Sabor Maçã., texto de Jô Bilac e Larissa Câmara, sob direção de Lavínia Pannunzzio, em cartaz no Espaço dos Parlapatões.

Texto tragicômico dos cariocas Jô Bilac e Larissa Câmara (carinhosamente chamado de fábula dark pelos seus autores), livremente inspirado no universo do diretor de cinema Tim Burton, a peça conta a história de uma enigmática senhora que envenena suas visitas por conta da postura que assumem no mundo.

Direção de Lavínia Pannunzzio, produção da Casa 5 (do titã Branco Melo e da atriz Ângela Figueiredo, que interpreta o papel da Senhora White), apresenta também no elenco os atores Luna MartinelliFernando Fecchio.
Serpente Verde, Sabor MaçãTexto – Jô Bilac e Larissa Câmara. Direção – Lavínia Pannunzio.Elenco – Lulu Pavarin, Ângela Figueiredo, Luna Martinelli e Fernando Fecchio. Cenário – Cássio Brasil. Luz – Aline Santini. Figurinos – Daniel Infantini. Trilha Sonora – Branco Mello. Coreografia – Lara Pinheiro. Programação Visual – Zootz Comunicação. Realização – CASA 5 e Cia das Trevas.Temporada – Quintas e sextas-feiras às 21 horas. Até 4 de novembroDuração –  75min Censura – 14 anos.
ESPAÇO PARLAPATÕES – Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro. Informações – (11) 3258.4449. Capacidade – 98 lugares. Aceita cartões de crédito e débito. Acesso para portadores de necessidades especiais. Estacionamento conveniado na Rua Nestor Pestana, 129. Bilheteria – De terça a domingo, das 16h às 22h. Ingressos por telefone – Ingresso Rápido – (11) 40031212 ou pelo site www.ingressorapido.com.br
Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , ,
22/09/2011 - 14:37

Fique de olho: A Serpente no Jardim volta à capital

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Humor negro e suspense são ingredientes em peça de autor britânico

A Serpente no Jardim, um dos textos mais conhecidos de Alan Ayckbourn, dramaturgo inglês contemporâneo com extensa e polêmica obra teatral, sob direção de Alexandre Tenório (Blackbird), volta a São Paulo no dia 26 de outubro (quarta-feira), 21h, no Auditório do  SESC Pinheiros.

No enredo, a história de duas irmãs devastadas pelos abusos da família, por suas conturbadas relações afetivas e pela conseqënte inabilidade de interagir com a realidade.

Elenco formado por Alejandra Sampaio, Cristina Cavalcanti e Lavínia Pannunzio.

Venda de ingressos na rede INGRESSOSESC.

Não recomendado para menores de 16 anos
R$ 8,00 (inteira); R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).

Autor: - Categoria(s): Notas e Oportunidades Tags: , , , , ,
20/04/2011 - 13:45

A Serpente no Jardim: Imperdível é pouco

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Maria Lúcia Candeias, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Humor negro e suspense são ingredientes em peça de autor britânico

 Se você gosta de Agatha Christie e Alfred Hitchcock certamente vai adorar A Serpente no Jardim, comédia de humor negro sobre o reencontro, cheio de segredos, de duas irmãs após a morte do pai. O texto de Alan Ayckbourn é encenado pela Visceral Cia. e está  em cartaz no auditório do terceiro andar do Sesc-Pinheiros.

Esse autor britânico também é protagonista de uma trilogia que está em cartaz no Teatro Folha, Enquanto Isso…, e demonstra mais uma vez que suspense é com os britânicos. E, se fazer suspense no cinema é coisa para poucos, no teatro então é para gênios. Leia mais »

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