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28/03/2012 - 23:52

Os Monólogos da Vagina estreia no Teatro Brigadeiro com novo elenco

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Nanda Rovere, especial para o Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

Imara Reis dirige nova montagem da peça de Eve Ensler

SÃO PAULO – Para comemorar o sucesso da comédia Os Monólogos da Vagina, a capital paulista sedia a estreia de mais uma temporada do espetáculo, que entra em cartaz no Teatro Brigadeiro, em São Paulo, a partir desta sexta-feira (30). A ocasião também marca o lançamento no Brasil do movimento feminista V-DAY.

Integram o elenco dessa nova temporada as atrizes Fafy Siqueira, Chris Couto e Adriana Lessa, sob direção de Imara Reis. Das três, apenas Fafy já fez parte do elenco anterior, que já contou com nomes como Zezé Polessa, Tânia Alves, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Lucia Veríssimo, Elizângela e Maximiliana Reis.

Os Monólogos da Vagina, de autoria da escritora e ativista americana Eve Ensler, já foi encenado em mais de 150 países e em mais de 50 idiomas diferentes.

A autora coletou depoimentos verídicos tentando entender o porquê de ser tão problemático falar sobre vagina. Seu objetivo era celebrar esse órgão feminino que está diretamente relacionado à sexualidade da mulher. O texto se desdobrou em diversas problemáticas como a violência contra a mulher. A mídia começou a prestar atenção e a peça se transformou num grande sucesso mundial.

Cássio Reis, produtor responsável pela montagem de Os Monólogos da Vagina no Brasil, assistiu ao espetáculo nos Estados Unidos e o que mais lhe chamou atenção é o cunho social da obra, na medida em que alerta a sociedade para a necessidade de se combater o preconceito e atos que colocam a integridade das mulheres em risco. Leia mais »

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02/02/2010 - 17:46

Diretores veteranos celebram elegância cênica

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Afonso Gentil, especial para o Aplauso Brasil (afonsogentil@aplausobrasil.com)

Com texto de Neil Simon, comédia está em cartaz no Teatro Folha

Com texto de Neil Simon, comédia está em cartaz no Teatro Folha

Nocauteando uma considerável porção de renitentes, presunçosos e bisonhos adeptos de última hora do processo colaborativo (aquele em que todos dão palpites, geralmente, para o desastre final), método “moderno”, “contemporâneo” de uma montagem teatral, tão em voga ultimamente, para, é bom acrescentar, suplício do público bem informado e bem formado e da crítica mais atenta às investidas estéreis dos sem-talento contra (ora veja!) a competência hegemônica, desde sempre, dos espetáculos onde um diretor congrega e comanda toda a sua equipe para servir às idéias do autor eleito, os  experientes diretores Celso Nunes e José Rubens Siqueira  retornam com dois magníficos exemplos de elegância cênica: Estranho Casal e O Inferno Sou Eu, respectivamente.

Estes dois espetáculos elegantes (como elegância leia-se competência, bom-gosto, equilíbrio técnico-artístico, garbo e todos os demais sinônimos do Aurélio), livram-nos do pesadelo da lembrança do “colaborativo” mais recente, o abominável e irritante DDP-4469, visto em dezembro, mas ainda ocupando o mítico palco do Teatro de Arena, tornando a Funarte uma vítima involuntária e distraída da incompetência do “coletivo” contemplado para usar o espaço. Leia mais »

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